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Analistas tiveram percepções divergentes sobre preços de estreia; rede de farmácias levantou R$ 800 milhões no IPO, enquanto a construtora conseguiu R$ 1,16 bilhão
Pague Menos e Lavvi viveram extremos opostos em suas respectivas estreias na B3. Enquanto as ações da rede de farmácias Pague Menos dispararam, os papéis da construtora Lavvi despencaram no primeiro pregão de ambas.
As duas empresas viram-se obrigadas a reduzir o preço de suas ações durante o processo de coleta de intenções de investimento no âmbito da abertura de capital.
Entretanto, a percepção dos investidores sobre os preços com que ambas estrearam na B3 foi diferente.
O ação da Pague Menos (PGMN3) foi precificada em R$ 8,50 no IPO (oferta pública inicial), abaixo do piso da faixa indicativa, que era de R$ 10,22.
A rede de farmácias captou R$ 800 milhões na oferta. Um analista citado pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Estadão, comentou que o papel da Pague Menos ficou barato, na visão do mercado.
Já a Lavvi, uma subsidiária da Cyrela que atua com empreendimentos de alto padrão, teve sua ação precificada em R$ 9,50 no IPO, também abaixo do piso da faixa indicativa, que era de R$ 11. Mas os investidores acabaram considerando a depreciação insuficiente. A construtora conseguiu levantar R$ 1,16 bilhão.
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Ao término do pregão de estreia, as ações da Pague Menos haviam subido 21,18%, fechando a R$ 10,30, enquanto os papéis ON da Lavvi (LAVV3) recuaram 8,63%, encerrando a R$ 8,68 por ação.
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