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hora do balanço

Magazine Luiza, Via Varejo e Amazon: como foi a Black Friday para as varejistas

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4 de dezembro de 2019
9:13 - atualizado às 16:21
Fachada do Magazine Luiza, concorrente de Via e Americanas
Com ações despencando, o que esperar da varejista e suas concorrentes? É o fim? - Imagem: Divulgação

Magazine Luiza, Via Varejo e Amazon são algumas das empresas que, após a Black Friday, fazem um balanço do período. Houve um recorde de vendas nesta edição do evento, que aconteceu na última sexta-feira (29).

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Entre os principais motivos para o impulso nos negócios, segundo os empresários, estão a liberação do saldo nas contas do FGTS, os juros nas mínimas históricas e a demanda reprimida por consumo.

O grupo Via Varejo, dono das marcas Casas Bahia, Ponto Frio e Extra, faturou R$ 1,1 bilhão somente na sexta-feira, desempenho único em apenas um dia de vendas, segundo a companhia.

No terceiro trimestre de 2019, a título de comparação, o valor faturado foi de R$ 6,5 bilhões. Trata-se de um "recorde absoluto", nas palavras do presidente da Via Varejo, Roberto Fulcherberguer.

"Varejo que suporta Black Friday está preparado para escalar qualquer volume de vendas", comenta.

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Fulcherberguer diz que há uma melhora do mercado, com as vendas após a Black Friday ainda aquecidas. Por isso, a expectativa é que o Natal também registre bom desempenho e que o próximo ano seja positivo para o setor.

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"Essa sinalização de recuperação já é o reflexo que a gente vai ter em 2020", afirma o presidente da Via Varejo. "Não tenho dúvidas de que esse pacote de melhorias no País está se refletindo no varejo."

De olho no Magazine Luiza

O Magazine Luiza não revela os números, mas afirma que as vendas foram positivas tanto no comércio eletrônico quanto nas lojas físicas do grupo.

O diretor de e-commerce do Magazine Luiza, Eduardo Galanternick, conta que o crescimento foi acima da variação do mercado - que neste ano teve alta de 23,1% em relação a 2018, de acordo com dados divulgados pela Ebit/Nielsen.

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"É positivo como um todo dar mais poder de compra para o consumidor, seja colocando dinheiro na carteira ou reduzindo custos", avalia o executivo do Magazine Luiza.

E a Amazon?

Já a Amazon, com atuação apenas em e-commerce, também viu na data deste ano o maior dia de vendas da história da companhia no País. Sem revelar cifras, o diretor de varejo, Daniel Mazini, afirma que a quinta-feira pré-Black Friday já foi recordista - até ser superada pelo próprio dia da promoção.

"A gente estava otimista por causa do bom resultado do Amazon Day (em julho de 2019), que tinha sido muito forte, mas o número bateu o que a gente esperava", explica o executivo.

Manzini atribui o resultado da Amazon à expansão de 16 para 30 categorias de produtos à venda no site, ao lançamento do serviço Prime e à comercialização de produtos exclusivos, como a assistente de voz Alexa e o alto-falante inteligente Echo.

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*Com informações do jornal O Estado de S. Paulo e Estadão Conteúdo.

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