O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Secretário do Tesouro relaciona queda de juros com otimismo do mercado sobre reformas e se diz tomador de prefixados com taxas na casa dos 8%
O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, afirmou que a queda nas taxas de juros dos títulos públicos é um sinal claro do otimismo do mercado com a aprovação da reforma da Previdência. Mas ponderou que o cenário fiscal do país ainda é muito frágil.
“Sem reforma da Previdência, esse cenário vai embora”, disse.
Mansueto chamou atenção para a queda nas taxas dos títulos prefixados. As NTN-Fs para 2029 saíram a 7,96% no último leilão feito pelo Tesouro na semana passada, contra 8,45% no fim do mês passado e 9,01% no começo de maio.
Perguntei ao secretário se ele era comprador desses títulos nessa faixa de preço. Bem-humorado, ele disse que não tinha dinheiro, mas depois disse que aplicaria.
Na sequência, Mansueto falou que algo bem interessante está acontecendo.
“Nos acostumamos com taxas altas. Gestores e aplicadores estavam acostumados com rendimento real de 6% ou mais. E isso acontecia dois anos atrás. Agora, estamos rumando para um cenário de juro de equilíbrio caminhando para valor muito baixo”, disse.
Leia Também
De acordo com Mansueto, os fundos de investimento e demais aplicadores já estão procurando alternativas de rendimento e terão de buscar retorno em crédito privado, debêntures e outros instrumentos.
“Ficar tranquilo ganhando 6% real ao ano é anomalia do Brasil do passado, que não espero que volte a acontecer. Essa questão de ter segurança de título público com juro real alto só acontece em país que precisa se endividar e o mercado exigia uma taxa punitiva. Mas novamente, sem reformas, esse cenário todo vai embora”, concluiu.
Para ilustrar essa fala do secretário, replico abaixo slide da apresentação sobre a dívida pública, feita na manhã de hoje, onde podemos ver a queda no custo de captação do Tesouro.

Itaú BBA e XP divergem em suas recomendações de títulos públicos no início deste ano; corretoras e bancos também indicam CRI, CRA, debêntures e CDB
Demora no ressarcimento pelo FGC faz a rentabilidade contratada diluir ao longo do tempo, e o investidor se vê com retorno cada vez menor
Melhor desempenho entre os títulos públicos ficou com os prefixados, que chegaram a se valorizar mais de 20% no ano; na renda fixa privada, destaque foram as debêntures incentivadas
Investimentos como CRI/CRA, debêntures e outros reduziram a participação dos bancos nos empréstimos corporativos
Novos títulos têm vencimento fechado, sem a possibilidade de resgate antecipado
O Copom ainda não cortou a taxa de juros, mas isso deve acontecer em breve — e o mercado já se move para ajustar os retornos para baixo
BTG Pactual, BB Investimentos, Itaú BBA e XP recomendam aproveitar as rentabilidades enquanto a taxa de juros segue em 15% ao ano
Em carta mensal, Sparta analisa por que os eventos de crédito deste ano não doeram tanto no mercado de debêntures quanto os de empresas como Americanas e Light em 2023 e avalia os cenários de risco e oportunidades à frente
Pierre Jadoul não vê investidor disposto a tomar risco e enfrentar volatilidade enquanto juros continuarem altos e eleições aumentarem imprevisibilidade
O produto estará disponível por tempo limitado, entre os dias 24 e 28 de novembro, para novos clientes
Após o tombo do Banco Master, investidores ainda encontram CDBs turbinados — mas especialistas alertam para o risco por trás das taxas “boas demais”
Levantamento da Anbima mostra que a expectativa de queda da Selic puxou a valorização dos títulos de taxa fixa
A correção de spreads desde setembro melhora a percepção dos gestores em relação às debêntures incentivadas, com o vislumbre de retorno adequado ao risco
Surpresa da divulgação do IPCA de outubro foi gatilho para taxas do Tesouro Direto se afastaram dos níveis mais altos nesta terça-feira (11)
BTG Pactual, BB Investimentos, Itaú BBA e XP recomendam aproveitar as rentabilidades enquanto a taxa de juros segue em 15% ao ano
Queda inesperada de demanda acende alerta para os fundos abertos, porém é oportunidade para fundos fechados na visão da gestora
Queda inesperada de demanda por debêntures incentivadas abriu spreads e derrubou os preços dos papéis, mas movimento não tem a ver com crise de crédito
Funcionalidade facilita o acompanhamento das aplicações, refletindo o interesse crescente por renda fixa em meio à Selic elevada
As três gigantes enfrentam desafios distintos, mas o estresse simultâneo nos seus títulos de dívida reacendeu o temor de um contágio similar ao que ocorreu quando a Americanas descobriu uma fraude bilionária em 2023
Juro real no título indexado à inflação é histórico e pode mais que triplicar o patrimônio em prazos mais longos