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Povo nas ruas

Atos em defesa de Moro criticam Congresso e ministros do STF

Convocação dos protestos aconteceu após a divulgação pelo site The Intercept Brasil de trocas de mensagens entre Sergio Moro e procuradores da Lava Jato em Curitiba. Segundo o site, Moro teria interferido na condução da operação, realizando até mesmo a indicação de testemunhas

1 de julho de 2019
8:07 - atualizado às 14:26
Sergio moro, Manifestações
Manifestantes participam de ato em apoio ao ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sergio Moro, e à Operação Lava Jato, na Avenida Paulista, em São Paulo, na tarde deste domingo, 30. - Imagem: TABA BENEDICTO/ESTADÃO CONTEÚDO

Neste domingo (30) manifestantes em pelo menos 70 cidades dos 26 Estados, além do Distrito Federal, foram às ruas em defesa do ministro da Justiça, Sergio Moro, da Operação Lava Jato e da aprovação da reforma da Previdência.  Além das pautas principais, os manifestantes também concentraram esforços nas críticas ao Congresso e a ministros do Supremo Tribunal Federal

A convocação dos protestos aconteceu após a divulgação pelo site The Intercept Brasil de trocas de mensagens entre Sergio Moro, então juiz federal, e procuradores da Lava Jato em Curitiba. Segundo o conteúdo das mensagens, Moro teria interferido na condução da operação, realizando até mesmo a indicação de testemunhas.

A iniciativa e organização dos atos partiu de grupos como o MBL, Na Rua, da deputada federal Carla Zabelli (PSL-SP), e Vem para Rua, atuantes durante o processo de impeachment de Dilma Rousseff. Os grupos não marcaram presença nos protestos organizados em maio, que também fora marcados por ataques ao Supremo e ao Congresso.

No Twitter, o presidente Jair Bolsonaro agradeceu a participação popular e citou a "civilidade" e "legitimidade" dos movimentos.O ministro da Justiça, Sergio Moro, também utilizou a rede social para agradecer o apoio do presidente.

 

Nas ruas

Em Brasília, quatro bonecos foram inflados em frente ao Congresso Nacional. Dois deles simbolizando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Lula (com roupa de presidiário), um de Moro vestido de super-homem e o último unindo Lula, o ex-ministro do PT José Dirceu e o ministro Gilmar Mendes, do STF.  Em São Paulo, a Avenida Paulista foi o lugar escolhido pelas manifestantes vestidos de verde e amarelo, que ocuparam quatro quadras. Críticas ao Supremo e ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), também estiveram presentes em forma de bonecos e faixas.

Além da deputada Carla Zambelli, também estiveram presentes o empresário Luciano Hang, dono da Havan, major Olimpio (PSL) e o cantor Latino.  A PM não divulgou estimativa de público em São Paulo e Rio de Janeiro, que concentraram as mobilizações mais numerosas.

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