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Guimarães deixa o cargo em meio a uma investigação do Ministério Público Federal por múltiplas denúncias de assédio sexual
Depois de um dia marcado por especulações de até quando Pedro Guimarães permaneceria na presidência da Caixa Econômica Federal, o executivo entregou no final desta quarta-feira (29) uma carta de demissão ao presidente Jair Bolsonaro.
Guimarães deixa o cargo em meio a uma investigação do Ministério Público Federal por múltiplas denúncias de assédio sexual e aproveitou a oportunidade para rebater as acusações.
"Na atuação como presidente da Caixa, sempre me empenhei no combate a toda forma de assédio. As acusações noticiadas não são verdadeiras e não refletem a minha postura profissional e nem pessoal", declarou ele na carta publicada em seu perfil no Instagram. Veja abaixo:
O ex-presidente da Caixa explicou que deixou o cargo para não prejudicar a Caixa ou o "governo sendo alvo para rancor político".
Aliados de Bolsonaro cobraram uma reação rápida para evitar que o escândalo respingue na candidatura do presidente da República à reeleição. Segundo pesquisas, um dos públicos com maior rejeição a Bolsonaro é o feminino.
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Mais cedo, mesmo sob pressão para deixar imediatamente o cargo, Pedro Guimarães conduziu um evento do banco em Brasília; jornalistas foram impedidos de entrar no espaço.
O executivo apareceu acompanhado da esposa e nada disse sobre as acusações. Ao falar para a plateia de funcionários, alegou que tinha um relacionamento profissional "pautado na ética".
Antes mesmo da oficialização da demissão de Pedro Guimarães, o nome do próximo comandante da Caixa já havia sido escolhido. De acordo com fontes citadas pelo colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, ele será sucedido por Daniella Marques.
Parceira de longa data do ministro da Economia, Paulo Guedes, Daniella Marques chefia atualmente a secretaria especial de produtividade e competitividade da pasta.
Antes de ingressar na equipe econômica, Daniella Marques trabalhou com Guedes na Bozano Investimentos. Ela entrou no Ministério da Economia pouco depois da posse de Guedes.
Ela começou como assessora especial do ministro antes de ser alçada a secretária especial de produtividade e competitividade em fevereiro de 2022. Nos últimos anos, tinha cadeira cativa nas negociações entre o Palácio do Planalto e o Congresso em assuntos do interesse do Ministério da Economia.
De acordo com Lauro Jardim, a opção por Daniella Marques frustrou a intenção do Centrão de indicar o próximo presidente da Caixa Econômica Federal.
Fontes citadas pela jornalista Carla Araújo, do UOL, disseram que a escolha de Daniella para o cargo foi considerada “um golaço”, numa tentativa de passar a mensagem de que o presidente Jair Bolsonaro não compactuaria com situações de assédio sexual.
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