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Em processo de recuperação judicial que envolve dívidas de R$ 517,7 milhões, o grupo SHC, do empresário brasileiro Sergio Habib, tenta nova estratégia no País com o lançamento simultâneo, em setembro, de quatro veículos elétricos
Em processo de recuperação judicial que envolve dívidas de R$ 517,7 milhões, o grupo SHC, do empresário brasileiro Sergio Habib, tenta nova estratégia no País com o lançamento simultâneo, em setembro, de quatro veículos elétricos.
Um automóvel compacto e um médio, uma picape e um caminhão da marca chinesa JAC, que ele representa no Brasil, vão disputar mercado ainda insignificante mas que, na visão da indústria automobilística global será o futuro do setor.
Em 2018 foram vendidos no País apenas 176 veículos elétricos e plug-in (híbrido carregado na tomada), segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos (Anfavea). Neste ano, até abril, foram 86.
Habib informa que o modelo compacto iEV20 será o elétrico mais barato do mercado, com preço entre R$ 110 mil e R$ 120 mil. Hoje, o modelo mais em conta é o Renault Zoe, que custa R$ 150 mil, faixa de preço em que será oferecido o JAC iEV40.
Habib diz que a recuperação judicial não atrapalha os planos do grupo. "Entre junho e julho haverá a primeira assembleia de credores para aprovar o plano e as negociações estão se desenvolvendo bem", afirma.
Embora o preço ainda seja alto, Habib aposta nas vantagens dos elétricos. "A manutenção custa 80% menos que um carro a combustão, não há emissões, abastecer com energia é seis vezes mais barato e as revisões custarão dez vezes menos", diz. A picape elétrica, afirma Habib, não tem concorrentes e hoje é vendida só na China.
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Com o caminhão, terão empresas como foco de consumo e serão vendidos sob encomenda, assim como os automóveis. As entregas ocorrerão no próximo ano.
A Volkswagen Caminhões e Ônibus testa em São Paulo, desde setembro, dois caminhões elétricos desenvolvidos pela empresa no País para a distribuição de bebidas. Distribuidores da Ambev encomendaram 1,6 mil unidades a serem entregues até 2023 e há outros interessados, afirma Roberto Cortes, presidente da empresa.
A produção começará em 2020 e Cortes deve anunciar, em breve, oito fornecedores de peças que se instalarão no complexo de Resende (RJ). Outro grupo que importa caminhões elétricos da China é o BYD, que já entregou cerca de 20 unidades à empresa de saneamento Corpus, de Indaiatuba (SP).
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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