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Mais um alvo

Maia diz que transição para servidores é outro tema polêmico da reforma da Previdência

Presidente da Câmara afirmou que o déficit da aposentadoria rural se resolve combatendo as fraudes e prometeu defender a progressividade da alíquota previdenciária

5 de abril de 2019
13:11 - atualizado às 15:50
Rodrigo Maia
Rodrigo Maia - Imagem: André Dusek/Estadão Conteúdo

Em evento realizado hoje (5), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, citou os temas que considera mais sensíveis no texto da reforma da Previdência enviada ao Congresso. Na lista estão a paridade e integralidade de pagamentos para servidores ingressantes antes de 2003 e a aposentadoria especial de professores e policiais.

Para Maia, o déficit da aposentadoria rural se resolve combatendo as fraudes e prometeu defender a progressividade da alíquota previdenciária.

O presidente da Câmara também justificou os problemas na articulação política com a irritação e ansiedade das pessoas pela crise econômica que já dura quase 5 anos.

"Tenho certeza que estamos prontos para liderar esse processo e o papel do governo de articulação é importante para construir uma base para aprovar as reformas que o Brasil precisa", disse Maia, que também lembrou que a reforma é essencial para resolver o fluxo de caixa dos Estados e que parlamentares não ajudarão na reforma caso o problema não seja resolvido.

Já praticamente enterrados

Maia também afirmou que a retirada do BPC e da aposentadoria rural teria um impacto fiscal pequeno, portanto, não seria um problema retirá-los da reforma.

No entanto, o deputado disse que os demais itens não podem ser perdidos, para que o governo tenha condições de enviar em seguida uma proposta de regime de capitalização.

Maia também comentou o bate-boca na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara entre o ministro Paulo Guedes (Economia) e parlamentares de oposição e disse que esse tipo de embate já aconteceu outras vezes no Congresso, mas que não é o ideal. "Houve uma provocação e a resposta do ministro Paulo Guedes foi fora do tom", disse.

O presidente da Câmara ressaltou que a conversa do presidente Jair Bolsonaro e as lideranças dos partidos políticos não é para construir uma base política, mas sim para consolidar uma agenda em comum.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) e o ministro da Economia, Paulo Guedes, também participaram do painel no fórum do Grupo de Líderes Empresariais (Lide).

Mais cedo, Alcolumbre afirmou que é importante que os governadores não sejam apenas favoráveis à reforma, mas que também a defendam em seus Estados.

*Com Estadão Conteúdo.

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