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Desidratação vem forte?

Reforma pode sofrer modificações, mas não em ‘espinha dorsal’, diz Marinho

Rogério Marinho, secretário especial da Previdência, afirma que a maior parte dos partidos “alinhados” com a reforma estão convencidos da necessidade que a etapa da CCj seja ultrapassada. Votação deve acontecer na terça-feira, 23.

22 de abril de 2019
12:50 - atualizado às 16:17
Secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho
Imagem: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, disse nesta segunda-feira, 22, que o texto da reforma da Previdência poderá sofrer modificações na votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), mas que as mudanças não implicarão em impacto fiscal e nem mexerão na "espinha dorsal" do projeto. "O mérito iremos discutir oportunamente na comissão especial", afirmou.

Marinho falou rapidamente com a imprensa após deixar o edifício sede do Ministério da Economia, em Brasília.

Segundo ele, depois do adiamento da última terça-feira, o projeto será votado na terça, 23, na CCJ. "A informação que eu tenho dos líderes é que amanhã será votado, inclusive do presidente da CCJ (deputado Felipe Francischini, PSL-PR) e do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ)."

De acordo com o secretário, a maior parte dos partidos "alinhados" com a reforma está convencida da necessidade de que a etapa da CCJ seja ultrapassada.

Ele evitou entrar em detalhes do projeto que será votado na terça e disse que está conversando com deputados por telefone, já que muitos ainda não estão em Brasília. "Posso falar do projeto quando o acordo for efetivamente fechado", completou.

Nada de gordura

Marinho também foi enfático ao dizer que o projeto de reforma não tem "gordura" para ser cortada.

Ele afirmou que está conversando com líderes para chegar a um acordo em relação às mudanças no texto, mas disse que serão modificações pequenas, sem impacto fiscal.

"Estão todos afinados no sentido de que amanhã haverá votação com o mínimo de obstrução possível", afirmou.

*Com Estadão Conteúdo.

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