O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Lucro líquido da estatal foi de R$ 25,779 bilhões no ano passado, e poderia ser ainda melhor se não fosse o impacto negativo de R$10 bilhões em itens especiais
Depois de amargar uma sequência de prejuízos consecutivos após a descoberta do assalto aos cofres da empresa pela Operação Lava-Jato, a Petrobras enfim conseguiu apresentar um balanço anual com lucro, o primeiro desde 2014. A estatal reverteu o resultado negativo de R$ 446 milhões em 2017 e registrou lucro líquido de R$ 25,779 bilhões no ano passado.
E o resultado poderia ser ainda melhor, se não fosse o impacto negativo da ordem de R$10 bilhões em itens especiais, no longo processo de faxina do balanço.
Só em contingências judiciais, a Petrobras contabilizou uma perda de R$ 7,415 bilhões em 2018.
O resultado ajustado, que não considera essas perdas que não são recorrentes, foi de R$ 35,974 bilhões e superou projeção média dos analistas, que apontava para um lucro de R$ 33,941 bilhões, de acordo com a Bloomberg.
No quarto trimestre, o lucro da Petrobras foi de R$ 2,102 bilhões, mas sem considerar as despesas não recorrentes o resultado seria de R$ 8,035 bilhões. Ainda assim, trata-se de um resultado menor do que a estimativa do mercado para o período, que era da ordem de R$ 8,9 bilhões.
A receita de vendas da Petrobras em 2018 totalizou R$ 349,8 bilhões, um aumento de 23%. O ganho é reflexo dos preços mais altos cobrados pela estatal no diesel e gasolina no mercado interno e também nas exportações.
Leia Também
A empresa se beneficiou do avanço de 31% da cotação do petróleo (Brent) no mercado internacional e a depreciação de 14% do real.
As margens melhores representaram geração de caixa na veia da estatal. O Ebitda (sigla em inglês para lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado aumentou nada menos que 50% no ano passado, para R$ 114,852 bilhões.
Dentro do plano de venda de ativos, a Petrobras embolsou R$ 20,218 bilhões no ano passado. Entre os negócios realizados no período, a estatal destacou as parcerias realizadas com a Equinor no campo de Roncador, com a Total em Lapa e Iara e com a Murphy no Golfo do México.
A geração de caixa e a venda de ativos reduziram a dívida líquida da empresa para US$ 69,378 bilhões no fim do ano passado, o equivalente a 2,34 vezes o Ebitda ajustado, abaixo da meta que era de 2,5 vezes.
Se do lado financeiro os números vieram bons, na parte operacional a Petrobras ainda precisa entregar resultados. A produção da empresa no ano passado foi de 2,628 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), 5% abaixo de 2017.
A estatal atribuiu o resultado às vendas nos campos de Lapa e Roncador, ao término dos sistemas de produção antecipada (SPAs) de Tartaruga Verde e Itapu e ao declínio natural da produção.
Ao longo do ano passado, quatro novos sistemas entraram em operação : P-74, FPSO Cidade de Campos dos Goytacazes, P-69 e P-75.
O pré-sal vem ganhando cada vez mais importância e foi responsável por 45% da produção da empresa no ano passado, acima dos 40% em 2017.
Para este ano, a expectativa para a Petrobras é aumentar a produção de petróleo e gás natural para 2,8 milhões de boed, sendo 2,3 milhões de boed de petróleo no Brasil. "Este crescimento será viabilizado pelo ramp-up das plataformas recém-instaladas e pela entrada em operação da P-77 e da P-68", diz a estatal, no relatório que acompanha o balanço.
No cenário internacional, o barril do Brent acelerou os ganhos e passou de US$ 110 sob temores de uma crise energética global
A Alliança, ex-Alliar, pediu uma suspensão de débitos por 60 dias, alegando a necessidade de evitar uma recuperação judicial
Entre 2017 e 2026, a B3 mais que dobrou sua receita, ampliou o número de produtos disponíveis ao investidor e abriu novas frentes de negócios
Renner paga em abril, enquanto Cemig parcela até 2027; ambas definem corte em 24 de março e reforçam a volta dos proventos ao radar em meio à volatilidade do mercado
Com planos de expansão no radar, varejista pausou captação de até R$ 400 milhões diante da volatilidade global e mantém foco em execução operacional e crescimento da financeira
A saída de Leão ocorre após quatro anos no posto; executivo deixa de herança um plano para o ROE do banco chegar a 20% até 2028. Saiba também quem pode comandar a B3.
Na véspera, as ações da companhia do setor elétrico subiram 15%, embaladas pelo sucesso do certame; CEO fala em oportunidades à frente
Ação do banco digital caiu em 2026, mas analistas enxergam descompasso entre preço e fundamentos — e oportunidade para o investidor
Apesar de lucro e receita acima do esperado na fintech, o mercado reage ao contexto geopolítico, com maior aversão ao risco no pregão
O BTG Pactual manteve recomendação neutra para MBRF (MBRF3) e Minerva Foods (BEEF3) após a divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25)
Recente execução de garantias ligadas a dívida de R$ 1,2 bilhão redesenhou posição do polêmico empresário na empresa de energia
Dois meses depois do início dos ressarcimentos, o FGC já devolveu R$ 38,9 bilhões, mas parte dos investidores ainda não apareceu
O pagamento ocorrerá até o dia 30 de abril de 2026. Receberão o JCP os acionistas com posição acionária na companhia em 23 de março de 2026
A CSN companhia confirmou a negociação e que a venda da sua divisão de cimentos foi incluída como garantia para obter condições mais vantajosas
O retorno sobre o patrimônio (RoE) ajustado atingiu 24,4% nos últimos três meses do ano passado, um aumento de 5,4 pontos porcentuais ante o mesmo intervalo de 2024
O Capitânia Logística (CPLG11) firmou contrato de 12 anos com empresa do Mercado Livre para desenvolver galpão sob medida em Jacareí, São Paulo
Mesmo sem exposição direta, banco estatal do Espírito Santo sente efeito do rombo bilionário no sistema; veja o que diz a administração
O que pesou sobre os papéis foi a expectativa pelo balanço da companhia referente ao quarto trimestre (4T25), que será apresentado ainda hoje (18), após o fechamento do mercado, e que deve vir com aumento na sinistralidade – de novo
3corações reforça presença na mesa do brasileiro, do café da manhã ao jantar. Essa é a segunda vez que a General Mills vende suas operações no Brasil
Transição para modelo de co-CEOs com executivos da casa não preocupa o banco, que vê continuidade na estratégia e reforço na execução da companhia