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2019-04-04T10:08:59-03:00
Eduardo Campos
Eduardo Campos
Jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo e Master In Business Economics (Ceabe) pela FGV. Cobre mercado financeiro desde 2003, com passagens pelo InvestNews/Gazeta Mercantil e Valor Econômico cobrindo mercados de juros, câmbio e bolsa de valores. Há 6 anos em Brasília, cobre Banco Central e Ministério da Fazenda.
Vou Soletrar

Secretário da Receita defende Guedes nas redes sociais

Marcos Cintra diz que tem gente que não entendeu a posição do ministro na CCJ

4 de abril de 2019
10:08
Paulo Guedes CCJ
Ministro da Economia, Paulo Guedes, em audiência na CCJ da Câmara dos Deputados. - Imagem: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

O secretário especial da Receita, Marcos Cintra, voltou ao “Twitter” para defender seu chefe, o ministro da Economia, Paulo Guedes, que esteve, ontem, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados para defender a reforma da Previdência e saiu em meio a um bate-boca envolvendo "tigrão", "tchutchuca", "mãe" e "avó".

Segundo Cintra, como tem gente que não entendeu, então ele teve de “soletrar”. Para o secretário, o ministro esteve “sozinho”, mas contou com respaldo da população.

Ontem, Cintra já tinha tuitado que: “Paulo Guedes peitou a oposição. Mostrou que não precisa ter apoio de ninguém para aprovar seus projetos no Legislativo. Com respaldo da sociedade o Brasil vai mudar”.

Tal postura do secretário se mostra alinhada aos acenos de seu chefe superior, o presidente Jair Bolsonaro, de convocar a população para pressionar seus representantes a votar pela reforma. Algo que ele já tinha feito em 24 de março, também no “Twitter”.

Essa postura do secretário já dá uma prova de como será sua inevitável participação em comissões no Congresso quando for chamado a discutir a esperada reforma tributária, assunto que entra e sai de pauta tem pelo menos uns 30 anos.

Outras manifestações de apoio

O presidente Bolsonaro também usou o “Twitter” para comentar as discussões de Guedes com a oposição, que soube exercer o seu papel se inscrevendo para falar primeiro e provocar o ministro, por vezes, com audaz deselegância. Aqui, Bolsonaro segue na missão de manter uma militância engajada.

O filho do presidente, deputado Eduardo Bolsonaro também usou o "Twitter" para comentar o fato, mas não compareceu à CCJ para defender o ministro e seu governo. De fato, como a oposição se articulou para falar primeiro e chegar cedo à comissão para sentar nos primeiros lugares, a impressão é de que o ministro esteve mesmo sozinho. Mas Guedes teve Rodrigo Maia ao seu lado durante diversos momentos da sessão.

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