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2019-02-13T18:07:25-02:00
Eduardo Campos
Eduardo Campos
Jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo e Master In Business Economics (Ceabe) pela FGV. Cobre mercado financeiro desde 2003, com passagens pelo InvestNews/Gazeta Mercantil e Valor Econômico cobrindo mercados de juros, câmbio e bolsa de valores. Há 6 anos em Brasília, cobre Banco Central e Ministério da Fazenda.
MISTER SIMPATIA

Paulo Guedes: ‘Bom dia para todo mundo, tamo junto!’

Ministro fez novas críticas a transferências perversas de renda, afagou servidores e pediu ajuda do TCU com as contas dos governos estaduais

13 de fevereiro de 2019
10:37 - atualizado às 18:07
Paulo Guedes
Paulo Guedes - Imagem: Wilton Junior/Estadão Conteúdo

O ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a criticar as transferências de renda perversas feitas pelo Estado brasileiro via Previdência, impostos e subsídios. Mas não se aprofundou sobre o tema.

Guedes fez uma breve participação em evento para o lançamento do “Painel de Viagens”, que busca racionalizar os gastos do governo com passagens aéreas e diárias.

O ministro começou o seu discurso dizendo que muita gente vem para Brasília pedindo coisas ao governo, mas ele tem adotado a postura de perguntar de volta, “o que eles podem dar para o Brasil”. Segundo Guedes, esses grupos que fazem demandas aqui na capital federal “quebraram o Brasil”.

Guedes voltou a fazer referência ao ex-presidente americano John Fitzgerald Kennedy que tem uma frase famosa que diz: “Não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer por seu país”.

O ministro fez um aceno à plateia, composta basicamente de servidores públicos, dizendo que “nós somos servidores públicos, muito mais do que autoridades”, e que "olho vocês com especial simpatia". Depois soltou uma frase enigmática, dizendo que “tem gente que está acima e empurra a gente para um lado e para o outro e não são as melhores direções”.

Voltando a falar sobre as transferências de renda, Guedes falou que a transparência e eficiência da máquina pública permitirão que o Estado seja “fraterno”, fazendo transferências legítimas de renda. Segundo Guedes, o dinheiro não chega lá em baixo (municípios) se houver desperdícios aqui em Brasília.

Cumprimentando o representante do Tribunal de Contas da União (TCU), Guedes pediu que o órgão empreste sua excelência para os Tribunais de Contas Estaduais (TCE), porque os “governos estaduais estouraram em visível falta de controle dos TCEs”.

Encerrando sua participação, falou: "Bom dia para todo mundo. Tamo junto!"

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