O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A rodada de investimentos faria com que a empresa fosse avaliada em até US$ 10 bilhões, ficando atrás apenas da americana Stripe no ranking das maiores startups do setor financeiro, segundo o portal Vox
Startup mais valiosa da América Latina, o Nubank pode se tornar a segunda fintech com maior valor de mercado do mundo. É o que diz o portal Vox ao afirmar que a empresa negocia aporte com o Softbank.
Segundo a publicação, a rodada de investimentos faria com que a empresa fosse avaliada em até US$ 10 bilhões (R$ 38,6 bilhões, nas cotações de hoje) ficando atrás apenas da americana Stripe — dona de um software de pagamentos.
Ainda em outubro de 2018, a startup brasileira recebeu um aporte de US$ 180 milhões da chinesa Tencent, uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, na qual foi avaliada em US$ 4 bilhões.
Também não é a primeira aposta do Softbank, que chegou à América Latina neste ano com um fundo de venture capital de US$ 5 bilhões. O grupo já anunciou rodada de investimentos na Loggi (US$ 150 milhões) e na colombiana Rappi (US$ 1 bilhão).
Procurado pelo Seu Dinheiro, o Nubank declarou o mesmo que havia dito para a reportagem da Vox. Disse que "está sempre avaliando oportunidades de novas captações de investimentos". Mas que não tinha interesse em comentar as informações publicadas pelo portal.
Ao investir no Nubank, os fundos miram não a última linha do resultado, que traz o lucro ou prejuízo, mas nas outras linhas do balanço.
Leia Também
A aposta é que a empresa vai liderar o processo de “disrupção” na oferta de serviços financeiros no Brasil — algo que já estaria acontecendo, com o cartão crédito sem a cobrança de anuidade, por exemplo.
Recentemente, a empresa lançou também a NuConta, com a qual ampliou a gama de serviços (e potenciais fontes de receita).
Aliás, o Nubank encerrou o ano passado com um total R$ 10,7 bilhões em ativos, um aumento de 128% em relação a dezembro de 2017. A receita total da fintech mais que dobrou e alcançou R$ 1,233 bilhão ainda em 2018.
Mas todo esse crescimento ainda não é suficiente para cobrir as despesas operacionais e com provisões para calotes, por isso a empresa ainda opera no vermelho.
A expectativa do mercado é que o Nubank venha em breve para a bolsa e faça uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). No entanto, caso o aporte do Softbank se concretize, os planos provavelmente serão adiados.
Campus JK reunirá três torres corporativas interligadas e seguirá padrões internacionais de eficiência energética
O acordo marca um avanço importante da AMD na disputa direta com a Nvidia pelo domínio do mercado de GPUs voltadas ao boom da IA
Enquanto os bancões brasileiros sobem mais de 20% no ano, o roxinho patina em Wall Street. Às vésperas do 4T25, analistas veem oportunidade onde o mercado vê risco; veja o que esperar
Em audiência no Senado, João Accioly afirma que o problema não foi falta de ação da CVM, já que investigação já mirava o banco antes da crise explodir
Banco eleva recomendação para neutra após reestruturação reduzir dívida, juros e custos de leasing; foco agora é gerar caixa e diminuir alavancagem
Reestruturação da Azul dilui participação do fundador, que segue no Conselho de Administração
Enquanto a operação nos EUA se manteve forte e resiliente, o lado brasileiro foi “notavelmente fraco”, avaliam os analistas do BTG Pactual
Os debenturistas podem receber de R$ 94,9 milhões a R$ 174,2 milhões, segundo as regras, para a amortização ou resgate das debêntures
Preço-alvo cai e corretora alerta para riscos crescentes no curto prazo; veja o que está em jogo no 4T25, segundo os analistas
A Tecnisa detém 52,5% do capital social da Windsor, responsável pelo novo “bairro” planejado de São Paulo
Depois de alguns trimestres lutando contra a concorrência acirrada de asiáticas e Amazon, a plataforma argentina entra em mais uma divulgação de resultados com expectativas de margens pressionadas, mas vendas fortes e México em destaque
Além dos proventos, a companhia aprovou um programa para recomprar até 55 milhões de ações preferenciais e 1,4 bilhão de ações ordinárias
Empresa distribuiu os recursos provenientes da venda do shopping Midway, no valor de R$ 1,6 bilhão, aos acionistas e agora busca levantar capital para expandir lojas
Segundo coluna de O Globo, Ultrapar teria contratado o BTG Pactual para avaliar a venda da rede de postos
Com foco no crédito consignado e rentabilidade acima da média do setor, esse banco médio entra no radar como uma tese fora do consenso; descubra quem é
A dona da Vivo confirmou R$ 2,99 bilhões em JCP, propôs devolver R$ 4 bilhões e ainda aprovou recompra de R$ 1 bilhão; ação renova máxima histórica na B3
Com a operação, o Pátria encerra um ciclo iniciado há cerca de 15 anos na rede de academias, em mais um movimento típico de desinvestimento por parte de gestoras de private equity após longo período de participação no capital da companhia
Plano prevê aumento gradual dos investimentos até 2030 e reforça foco da mineradora nos metais da transição energética
Após concluir o Chapter 11 em apenas nove meses, a Azul descarta fusão com a Gol e adota expansão mais conservadora, com foco em rentabilidade e desalavancagem adicional
Enquanto discussões sobre a desestatização avançam, a Copasa também emite papéis direcionados para investidores profissionais