🔴 [NO AR] ESPECIALIZAÇÃO EXECUTIVA EM IA: 3 AULAS GRATUITAS – ASSISTA AGORA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Juros

Selic abaixo de 4%? Itaú Asset acredita em 3,75% em 2020

Descontando a inflação esperada dessa projeção para a Selic, temos juro real próximo de zero. Na verdade, um toquinho de 0,14% ao ano

Imagem: Seu Dinheiro / Shutterstock

Causou certo debate entre meus amigos de mercado a atualização de projeção para a Selic feita pelo time do Itaú Asset Management. A casa responsável pela gestão de recursos do grupo reduziu de 4,75% para 4% o juro básico no fim de 2019, e cortou de 4,5% para 3,75% a taxa no encerramento de 2020.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A projeção para o ano implica em uma aceleração no ritmo de redução de meio ponto para dois cortes de 75 pontos-base nos encontros de outubro e dezembro do Comitê de Política Monetária (Copom). Atualmente o juro básico está em 5,5% ao ano.

Com relação aos cortes de 2020, não temos pistas de como eles ocorreriam ao longo do ano. Mas tal prognóstico de juro a 3,75% implica que passaríamos a trabalhar com um juro real (descontando da inflação espera) próximo de zero. Na verdade, teríamos um toquinho de juro real de 0,14% ao ano. Atualmente estamos ao redor de 1% de juro real. Olha o desafio de rentabilizar nossos investimentos em um ambiente desses. Só para dar um parâmetro, quando o BC começou a reduzir a Selic de 14,25% em outubro de 2016, o juro real estava ao redor de 7%.

Juro baixo, com inflação nas metas é um cenário a se comemorar, mas que vai exigir cada vez mais dedicação dos investidores. Deixo umas dicas de leitura sobre investimentos com Selic nesses patamares. Há dicas para investidores conservadores e para os de perfil mais arrojado. Também deixo como sugestão o nosso e-book sobre investimentos em bolsa de valores. Além desse guia completo sobre investimentos em ações.

Juro para baixo, PIB para cima

De volta às projeções, no lado da inflação, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que baliza o regime de metas, fecha 2019 em 3,3% e sobe a 3,6% em 2020. As metas são de 4,25% para este ano e de 4% para o seguinte. Isso considerando dólar de R$ 4,10 neste ano e de R$ 4,20 no próximo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No lado do crescimento, o Produto Interno Bruto (PIB) deve crescer 1% agora em 2019 e dar um salto para 3% em 2020 (era 2,8% anteriormente, já acima da mediana do mercado).

Leia Também

NEM TODA SURPRESA É BOA

‘Você só descobre quem está nadando pelado quando a maré baixa’: o significado da frase de Warren Buffett no mundo dos investimentos

MARKET MAKERS — CRIPTOVERSO

Mercado de DeFis caiu mais do que as criptomoedas, mas este especialista vê oportunidade de mais de US$ 15 trilhões daqui para frente; entenda

 

Na segunda-feira, quem chamou a atenção foi a equipe do Itaú Unibanco, que revisou projeção de juro básico de 5% para 4,5% em 2019 e para 4% em 2020. Até então, o banco acreditava em 5% para os dois anos.

Também na segunda-feira, o Banco Fibra apresentou sua projeção de Selic a 4% no fim do ano que vem, não descartando juro ainda menor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por trás dessas projeções está a convicção de uma inflação comportada, expectativas ancoradas nas metas, continuidade do processo de ajuste fiscal e de um crescimento econômico muito aquém do potencial.

Comentamos que atividade claudicante e inflação rastejando abaixo das metas levaria o mercado a uma corrida para ver quem projeta a Selic mais baixa. Quem terá de arbitrar essa corrida e balizar as expectativas é o próprio Banco Central (BC) por meio de sua comunicação.

Outro desafio que recai sobre o BC é explicar como que com o custo do dinheiro em 5% AO ANO ou menos, as taxas aos consumidores finais beiram os 5% AO MÊS, quando não 10% ou mais dependendo do produto.

Há um trabalho em marcha para aumento da competição no setor financeiro e melhorar as garantias nas operações de crédito. Mas alguns pontos ainda avançam muito lentamente, como elevada tributação, baixa recuperação em caso de calote e falta de um entendimento jurídico único sobre casos de inadimplência.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar