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Paulo Guedes já mostrou que tem a língua afiada. Ele já chamou as estatais de “filhos drogados” e comparou o Brasil ao Saci Pererê. Recentemente, ele fez uma nova analogia para as situações que considera incoerentes na realidade brasileira. Desta vez, recorreu ao Apocalipse.
Em um vídeo que ganhou força nos grupos de WhatsApp, o ministro mostra indignação com uma linha de crédito de R$ 320 milhões que o BNDES concedeu à Quod, uma empresa administrada pelos cinco maiores bancos do país (Itaú, Santander, Bradesco, Caixa e Banco do Brasil) para montar um sistema de cadastro positivo do crédito.
Para o ministro, é o “fim do mundo” os bancos pedirem, ainda que indiretamente, dinheiro para o BNDES, instituição que oferece linhas de crédito bem mais baratinhas do que as que eles vendem para mim, para você ou para qualquer empresa neste país.
Vale lembrar que juntos os quatro maiores bancos lucraram mais do que R$ 20 bilhões apenas entre janeiro e março deste ano. Nesse contexto, R$ 320 milhões é troco, ainda mais para rachar em cinco.
Em sua defesa, a Quod esclarece que o pedido foi feito por uma companhia com administração independente e não pelos bancos acionistas. A empresa ainda disse que legislação da época não permitia empréstimos dos bancos para empresas coligadas e, por isso, a Quod recorreu ao BNDES. A regra do jogo mudou no meio do caminho e os bancos desistiram de usar o dinheiro do BNDES para financiar a empresa.
Se os bancos vão usar ou não o dinheiro do BNDES, é uma história. Não muda, no entanto, os fatos que incomodaram Paulo Guedes. Os bancos tiveram, sim, a cara de pau de bater na porta do BNDES, (ainda que por uma empresa separada), e conseguiram a liberação de um empréstimo com taxas camaradas. A visão de Guedes é que isso é o "fim do mundo" e que o país precisa repensar seus processos.
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O Eduardo Campos foi atrás dessa história e conta o que está rolando.

Virou rotina, semana após semana, temos algum dado que só corrobora o fato de que a economia não vai bem como especialistas esperavam. Hoje, por exemplo, o Índice de Atividade Econômica (IBC-BR), que é considerado uma prévia do PIB, ajuda a reforçar o pessimismo. O índice recuou 0,28% em março, no comparativo com fevereiro.
Além de toda a incerteza provocada pela guerra comercial com os Estados Unidos, a China trouxe ainda mais notícias para o mercado. A atividade econômica do país asiático tirou o pé do acelerador em abril. Dados mais recentes da economia mostram que a produção industrial, as vendas no varejo e os investimentos avançaram com menos vigor. Saiba mais.
Se você investiu no Tesouro IPCA 2019 e nunca se desfez dele, hoje vai cair um dinheiro na sua conta. No total, o Tesouro Nacional deverá pagar R$ 9 bilhões às pessoas físicas que têm esse título na carteira. Se você é um dos contemplados, recomendo muito a leitura dessa matéria da Julia Wiltgen, em que ela explica se vale a pena reinvestir seu dinheiro no Tesouro Direto ou se é melhor buscar outras opções.
Na reta final da temporada de balanços financeiros do primeiro trimestre, Embraer e Kroton soltaram hoje números fracos. A fabricante de aviões voltou a apresentar um resultado negativo, com prejuízo líquido ajustado de R$ 229,9 milhões. Um dos números mais preocupantes foi a redução das entregas de aeronaves comerciais, o principal negócio da empresa e que está em processo de fusão com a Boeing.
Já a Kroton registrou um lucro líquido 47% menor no primeiro trimestre de 2019: R$ 250 milhões. Ainda hoje, Ultrapar e Marfrig também devem divulgar seus resultados. Lá no Seu Dinheiro você confere todos os detalhes.
O corte de verbas para a Educação está no centro das polêmicas mais recentes do governo federal. Ontem, parlamentares que se encontraram com o presidente informaram que o governo havia desistido do corte de recursos que ameaça paralisar as instituições federais de ensino no segundo semestre deste ano. Mas, logo depois, o Planalto desmentiu o “boato”. O clima entre aliados é de mal estar.

Qual será o resultado final da guerra entre as duas maiores economias mundiais? Todos os caminhos parecem levar para uma desaceleração econômica global. Em meio à escalada de tensão entre Estados Unidos e China, novos dados da economia chinesa mostram que a atividade do país já vinha perdendo força antes mesmo dos últimos capítulos da guerra comercial.
Os números da produção industrial, vendas no varejo e investimentos em ativos fixos vieram todos abaixo do esperado, evidenciando uma economia frágil. As bolsas asiáticas fecharam em alta, seguindo os resultados de Wall Street no dia anterior. Assim como os índices futuros em Nova York, as bolsas europeias iniciaram o dia no vermelho.
O cenário internacional e o noticiário político trazem cautela ao investidor brasileiro. O receio é que a quebra do sigilo bancário e fiscal de Flávio Bolsonaro e a delação de um dos donos da Gol envolvendo Rodrigo Maia respinguem na tramitação da reforma da Previdência, complicando ainda mais a articulação política.
Ontem, o Ibovespa fechou em alta de 0,4%, aos 92.092,44 pontos. O dólar encerrou a sessão em queda de 0,07%, a R$ 3,9766. Consulte a Bula do Mercado para saber o que esperar de bolsa e dólar hoje.
Um grande abraço e ótima quarta-feira!
Índices
- Banco Central divulga prévia do PIB (IBC-Br) de março e dados semanais do fluxo cambial
- Alemanha, Portugal e zona do euro divulgam dados preliminares sobre seus respectivos PIBs no 1º trimestre
- Estados Unidos divulgam dados sobre o comércio e produção industrial em abril
- Argentina anuncia inflação do mês de abril
- Agência Internacional de Energia publica relatório mensal sobre o mercado de petróleo
Balanços 1º trimestre
- No Brasil: Embraer, Kroton, Ultrapar, Marfrig e Cemig
- Teleconferência: Embraer, Equatorial
Política
- Ministro da Educação, Abraham Weintraub, é esperado no plenário da Câmara para prestar esclarecimentos sobre cortes nas universidades e Institutos Federais
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
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Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
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