Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Índice destemido

Apesar da guerra comercial e da tensão no exterior, o Ibovespa subiu 3,57% em setembro

O Ibovespa até terminou a sessão desta segunda-feira em leve baixa, sem conseguir defender os 105 mil pontos. Mas, no saldo do mês, o índice conseguiu ganhar terreno

Victor Aguiar
Victor Aguiar
30 de setembro de 2019
10:29 - atualizado às 10:54
Escudo dragão
Ibovespa se defendeu do exterior mais agressivo e conseguiu fechar o mês em altaImagem: Shutterstock

Seria razoável pressupor que o mês de setembro seria negativo para o Ibovespa. Afinal, o noticiário externo esteve longe de ser favorável para os mercados globais: a guerra comercial se aprofundou, o petróleo enfrentou uma crise e o presidente dos EUA, Donald Trump, teve que lidar com a abertura de um pedido de impeachment.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • O melhor curso de análise gráfica está com INSCRIÇÕES ABERTAS. Vagas exclusivas e promocionais para leitores Seu Dinheiro, apenas por este link.

No entanto, o principal índice da bolsa brasileira não se deixou abalar por todos esses focos de tensão. Nesta segunda-feira (30), o Ibovespa até fechou em leve baixa de 0,32%, aos 104.745,32 pontos, mas, no mês, acumulou ganho de 3,57% — e, ao longo do terceiro trimestre de 2019, a alta chegou a 3,74%.

Assim, o mercado doméstico teve um desempenho superior aos índices americanos: o Dow Jones subiu 0,36% hoje, aos 26.916,83 pontos, acumulando ganho de 1,94% no mês; o S&P 500 avançou 0,50% nesta segunda-feira, aos 2.976,73 pontos (+1,72% em setembro); o Nasdaq teve ganho de 0,75% hoje, aos 7.999,34 pontos (+0,45% no mês).

Para entender essa diferença entre o Ibovespa e as bolsas de Nova York, é preciso olhar para o cenário doméstico. Por aqui, a taxa Selic foi cortada em mais 0,5 ponto, renovando o piso histórico, a 5,5% ao ano. Além disso, os dados referentes à economia brasileira mostraram uma ligeira recuperação na atividade local, alimentando o otimismo dos agentes financeiros.

Por fim, o cenário em Brasília até trouxe alguma turbulência ao Ibovespa — a tramitação da reforma da Previdência no Senado, etapa que era vista como protocolar, tem se mostrado mais difícil que o imaginado —, mas, em linhas gerais, não gerou impactos mais fortes ao índice.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E não é que os fatores de instabilidade vistos no exterior não foram sentidos por aqui. Altas na aversão ao risco no exterior fizeram os agentes financeiros locais adotarem uma postura mais cautelosa em diversos pontos do mês, mas os fatores mais positivos vistos aqui dentro se sobrepuseram à tensão lá fora.

Leia Também

Investidas comerciais

O mês começou bastante tenso para os mercados globais: logo no primeiro dia, o governo americano colocou em prática novas sobretaxas sobre importações de produtos vindos da China — uma medida semelhante também foi adotada pelo governo chinês.

Parte do mercado apostava que tanto Washington quanto Pequim recuariam no fim de agosto, postergando ou cancelando essa nova rodada de elevações tarifárias. No entanto, não houve suavização do discurso — e a efetivação de mais medidas protecionistas trouxe preocupação aos agentes financeiros.

Com o acirramento da disputa, também cresceu o temor de que a economia global passasse a sofrer com uma desaceleração ainda mais intensa. Dados econômicos da Europa já mostravam que a atividade no velho continente estava estagnada; na China, diversos números sugeriam uma perda de tração.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No entanto, após uma piora mais significativa no início do mês, a guerra comercial atravessou uma onda de alívio. Ao longo de setembro, autoridades dos Estados Unidos e da China deram sinais de que estariam dispostos a negociar e interromper a espiral ascendente de tensões.

Assim, pequenas concessões de ambos os lados — uma isenção, por parte dos EUA, de determinados items chineses da lista de incidência de sobretaxas, e um acerto, por parte da China, para compra de produtos agrícolas americanos —, somados à retomada dos diálogos trouxeram algum alívio aos mercados.

E o mês terminou com uma nota positiva no front da guerra comercial: autoridades de primeiro escalão dos dois países irão se encontrar em Washington a partir de 10 de outubro, numa nova rodada formal de negociações. E embora não haja a expectativa de fechamento de um acerto definitivo, a aproximação entre as potências é bem vista.

Ataques aéreos

Outro foco de tensão veio do Oriente Médio, mais especificamente da Arábia Saudita: rebeldes do Iêmen promoveram uma taque com drones às refinarias da Saudi Aramco, causando danos extensos às instalações da empresa e comprometendo a produção de petróleo do país.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esse acontecimento provocou enorme reação dos mercados sob dois aspectos: em primeiro lugar, os preços da commodity dispararam, uma vez que a Arábia Saudita é o principal produtor global de petróleo. Em segundo, possíveis instabilidades geopolíticas no Oriente Médio aumentaram a cautela dos investidores.

Por mais que os rebeldes do Iêmen tenham assumido a autoria, a Arábia Saudita e os Estados Unidos acusaram o Irã de estar por trás das ações. Assim, nos dias seguintes aos ataques, duas dúvidas permaneceram no ar: quando os sauditas conseguiriam retomar a produção e como o cenário geopolítico se desenrolaria.

O primeiro questionamento foi respondido rapidamente: o governo saudita conseguiu restabelecer o fornecimento da commodity em pouco tempo, o que contribuiu para acalmar o mercado do petróleo. O segundo segue no ar: Irã e Estados Unidos continuam trocando farpas, embora não tenham entrado em conflito.

Democratas na ofensiva

Por fim, um terceiro eixo de preocupação externa veio dos Estados Unidos: na semana passada, a presidente da Câmara do país, Nancy Pelosi, deu abertura a um pedido de impeachment contra Trump, baseada em supostas pressões exercidas pelo chefe da Casa Branca contra o presidente da Ucrânia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A trama é bastante complexa. Em resumo: Trump teria pedido para o líder ucraniano investigar as atividades do filho do senador democrata Joe Biden no país, de modo a supostamente gerar um noticiário negativo a respeito do ex-vice-presidente — um potencial concorrente do republicano nas eleições de 2020.

Por mais que seja improvável que esse pedido consiga progredir no Congresso americano — o partido republicano tem maioria no Senado —, a notícia traz enorme instabilidade ao cenário político dos Estados Unidos. Trump se defendeu das acusações e divulgou a transcrição do telefonema com o presidente da Ucrânia, afirmando que o contato não teve nada demais.

De qualquer maneira, o risco político americano entrou de vez no radar dos mercados em setembro — mais um, num cenário já bastante tumultuado lá fora.

O escudo dos juros

Dito tudo isso, um fator doméstico e externo trouxe proteção às bolsas globais em setembro: os cortes de juros e outros alívios de política monetária pelos principais bancos centrais do mundo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No Brasil, o BC cortou a Selic em 0,5 ponto e deu a entender que novos ajustes negativos serão colocados em prática até o fim do ano; na Europa, o Banco Central Europeu (BCE) anunciou o início de um programa de recompra de ativos, de modo a estimular a atividade na região.

E, nos Estados Unidos, o Federal Reserve (Fed) reduziu a taxa de juros em 0,25 ponto. O BC americano, contudo, não se comprometeu com novos cortes no futuro, o que trouxe alguma frustração aos agentes financeiros globais. De qualquer maneira, o Fed acompanhou a tendência global e tratou de estimular a economia americana.

Essa 'ação coordenada' dos BCs tem um objetivo claro: evitar que a economia global perca ainda mais força — e se antecipar aos potenciais impactos negativos gerados pela guerra comercial entre EUA e China. Assim, o cumprimento das expectativas do mercado serviu para dar ânimo às bolsas em setmebro, inclusive o Ibovespa.

Armadura local

Por aqui, o índice também foi protegido pela calmaria no front doméstico: os mais recentes dados econômicos mostraram que a atividade local começa a ganhar tração, e o noticiário político não trouxe maiores preocupações ao longo do mês.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No entanto, o cenário em Brasília estará no centro das atenções neste início de outubro: caso a tramitação da reforma da Previdência pelo Senado sofra com novos atrasos, os mercados tendem a reagir de maneira bastante negativa, temendo que as recentes tensões entre governo e Congresso coloquem em risco a aprovação das novas regras da aposentadoria.

Mas, caso o texto consiga avançar, é de se esperar que o mercado mostre ânimo, o que poderia levar o Ibovespa às máximas — vale lembrar que o índice está perto do topo histórico, marcado em 10 de julho, aos 105.817,06 pontos.

E o dólar?

O mercado de câmbio também teve um mês relativamente tranquilo: o dólar à vista ficou estável nesta sexta-feira, aos R$ 4,1552, o que implica num ligeiro ganho de 0,31% em setembro. No trimestre, contudo, a moeda americana disparou — nos últimos três meses, a alta acumulada foi de 7,33%.

Como pano de fundo para esse movimento do dólar em relação ao real, aparece a questão do diferencial de juros. Como o BC cortou a Selic em 0,50 ponto e o Fed promoveu um ajuste de apenas 0,25 ponto, a distância entre as taxas diminuiu — e, em julho, um movimento igual já havia acontecido.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, os investidores estrangeiros que alocavam recursos no Brasil, de olho no rendimento atrativo da alta taxa de juros local, agora têm menos estímulo para fazer essa operação. Nesse cenário, há um fluxo menor de dólares para o país — e, assim, a moeda americana ganha força.

Considerando tudo isso, não é de se espantar que o dólar à vista esteja acima dos R$ 4,00 desde 16 de agosto. Para muitos especialistas, esse nível já aparece como um novo piso para a moeda americana.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
VENTOS DE FORA

O que está por trás da subida de 4% da Vale (VALE3) hoje? BTG eleva preço-alvo

6 de maio de 2026 - 16:54

Com minério em alta e fluxo estrangeiro, papel recupera fôlego e acumula ganhos de dois dígitos em 2026

MERCADOS HOJE

Entre a paz e a pólvora: Ibovespa sobe no meio de um cabo de guerra que derruba o petróleo e a Petrobras (PETR4); dólar segue sob pressão

6 de maio de 2026 - 13:33

O estilo Trump de negociar traz alguma volatilidade aos mercados. De um lado, há fortes sinais de trégua. De outro, o republicano promete a pior ofensiva que o Irã já viu. Entenda como essas forças mexem com as bolsas aqui e lá fora

VOLATILIDADE NOS MERCADOS

Petróleo cai até 11% com possível acordo no Oriente Médio e puxa tombo de Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3)

6 de maio de 2026 - 12:48

Expectativa de trégua no Oriente Médio reduz prêmio de risco da commodity e pesa sobre ações de petroleiras na bolsa brasileira

BEM-VINDA AO CLUBE

Samsung atinge valor de mercado de US$ 1 trilhão e não é (só) pelos celulares; veja motivos

6 de maio de 2026 - 10:43

Conhecida pelos celulares, a Samsung é maior fabricante mundial de chips de memória de alta performance

AÇÃO DO MÊS

Três gigantes são as apostas dos analistas para navegar as águas turbulentas de maio; confira o ranking completo

6 de maio de 2026 - 6:00

Apesar de o horizonte mostrar a chegada de uma tempestade, há ações que podem fazer a carteira dos investidores navegar mais tranquilamente

A FONTE SECOU?

FII CACR11 fecha torneira de dividendos e derrete 42% na bolsa; entenda o que aconteceu e quando os proventos devem voltar a pingar

5 de maio de 2026 - 10:24

A gestora projeta que a retomada das vendas deve contribuir para recompor o caixa e viabilizar o retorno dos dividendos

COMPRAR OU VENDER?

O gringo saiu e a Vale (VALE3) sentiu: ações caem 3% com debandada estrangeira e pressionam Ibovespa

4 de maio de 2026 - 18:40

Ações da mineradora recuaram com aversão ao risco global, enquanto minério de ferro avançou na China; bancos seguem otimistas com dividendos

EQUILIBRANDO A EXPOSIÇÃO

RBVA11 em expansão: FII adiciona Estácio, PBKids e Pátio Maria Antônia no portfólio por mais de R$ 100 milhões

4 de maio de 2026 - 17:32

Apesar das transações, a gestão do fundo imobiliário mantém o guidance de R$ 0,09 por cota no semestre

TOP PICKS DE ENERGIA

Nem Cemig (CMIG4) nem Axia Energia (AXIA3): Safra dá veredito de compra para uma ação elétrica e diz quais são as favoritas do setor

4 de maio de 2026 - 16:55

O banco elevou uma ação elétrica de neutra para compra, e citou outras duas empresas do setor que são consideradas as mais promissoras

SEM AQUISIÇÃO POR COTAS

Quer lucrar com a corrida do e-commerce? BTLG11 lança emissão aberta ao investidor — e você deveria entrar, segundo a Empiricus

4 de maio de 2026 - 15:05

Considerando a receita dos novos imóveis, a casa de análise enxerga potencial de geração de valor no médio prazo

SEM PROPOSTA

CVC (CVCB3) em alta na bolsa: companhia de viagens nega ter recebido proposta de aquisição para OPA

4 de maio de 2026 - 10:42

O comunicado é uma resposta à notícia de que a controladora da Decolar considerava fazer uma oferta pela operadora brasileira de turismo

RECICLANDO O PORTFÓLIO

LOG (LOGG3) fecha maior venda da história com acordo de R$ 1,02 bilhão com FII do Itaú; veja os detalhes da operação

4 de maio de 2026 - 10:05

A operação envolve a alienação de 11 empreendimentos logísticos e reforça a estratégia de reciclagem de portfólio da companhia

SADIA HALAL

IPO de US$ 2 bilhões a caminho: MBRF (MBRF3) dá passo final para colocar uma gigante na bolsa; veja detalhes

4 de maio de 2026 - 9:11

A companhia anunciou que concluiu o acordo com o fundo soberano da Arábia Saudita para criação da Sadia Halal. O próximo passo é o IPO na bolsa de lá, com valor de mercado estimado ultrapassando os US$ 2 bilhões

NOVAS MÁXIMAS

Bolsas de NY renovam recordes com esperança em relação à guerra no Irã; Nasdaq fecha acima dos 25 mil pontos pela primeira vez

1 de maio de 2026 - 18:26

Balanços corporativos também mexeram com índices de ações norte-americanos; petróleo caiu com possível acordo entre Irã e EUA

SOBE E DESCE

Duas siderúrgicas e um estranho no ninho: o que levou Usiminas (USIM5), Hapvida (HAPV3) e Gerdau (GGBR4) às maiores altas do Ibovespa em abril?

1 de maio de 2026 - 15:32

Já o carro das ações com pior desempenho foi puxado pela MBRF; veja os rankings completos das melhores e piores ações do mês

MAÇÃ DE OURO

Ação da Apple (AAPL) sobe depois de alta de quase 20% no lucro com sucesso do iPhone 17; saiba qual é o risco no horizonte

1 de maio de 2026 - 11:48

A falta de chips não é o único obstáculo da inteligência artificial para as empresas de tecnologia, que mostram que a corrida pela IA vai custar caro

SD ENTREVISTA

Bolsa brasileira não está barata, mas vale a pena pagar mais caro por boas empresas, afirma gestor da Itaú Asset

30 de abril de 2026 - 16:05

Ao Seu Dinheiro, Rodrigo Koch, responsável pelas estratégias de ações da família Optimus, explica por que trocou a busca por “barganhas” pela segurança da liquidez

INADIMPLÊNCIA NO ARRANHA-CÉU

FII BMLC11 leva calote e move ação de despejo contra locatária do prédio mais alto do RJ; entenda os impactos nos dividendos

30 de abril de 2026 - 11:40

O espaço ocupado pela empresa representa cerca de 2% da área bruta locável (ABL) do BMLC11, o que limita o impacto operacional

RENDA EXTRA PARA COMPRAS

Iguatemi (IGTI11) prevê investimentos e dividendos milionários para 2026; confira o anúncio da operadora de shopping centers

30 de abril de 2026 - 11:01

A Iguatemi publica seu balanço do primeiro trimestre de 2026 (1T26) em 5 de maio e pode apresentar, de acordo com o Itaú BBA, crescimento de 9,6% na receita líquida

PRESSÃO TOTAL

O dia em que o otimismo evaporou da bolsa, fez o Ibovespa fechar no pior nível em um mês e Nova York sucumbir

29 de abril de 2026 - 17:53

No câmbio, o dólar à vista fechou em alta, voltando a ficar acima dos R$ 5,00; confira o que mexeu com os mercados nesta quarta-feira (29)

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia