🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Ruídos políticos

Ibovespa perde força e fecha em queda, mostrando cautela em relação ao cenário local

Declarações truncadas do ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, trouxeram instabilidade às negociações. A fala, depois, foi esclarecida, mas o Ibovespa ainda terminou em baixa

Victor Aguiar
Victor Aguiar
17 de junho de 2019
10:31 - atualizado às 9:48
Selo marca a cobertura de mercados do Seu Dinheiro para o fechamento da Bolsa
Ibovespa e dólar ficam perto da estabilidade nesta tarde - Imagem: Seu Dinheiro

Os mercados brasileiros estão bastante sensíveis ao noticiário político local. E um exemplo nítido dessa sensibilidade pode ser percebido nesta segunda-feira (17), com um ruído de comunicação trazendo fortes oscilações ao Ibovespa e ao dólar à vista no meio da tarde.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em linhas gerais, a sessão estava bastante tranquila: apesar da cautela em relação ao cenário de Brasília, o Ibovespa sustentava leve alta e o dólar operava em queda, na esteira do comportamento dos mercados globais. Só que, no início da tarde, ambos os ativos passaram por um susto — e não se recuperaram completamente dele.

Operadores e analistas me explicaram que tudo ocorreu por causa de um mal-entendido envolvendo uma declaração do ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Mais cedo, ao comentar sobre a revisão das regras da aposentadoria, ele usou o termo "nova Previdência" — só que a fala foi inicialmente entendida como uma sinalização de que o governo pretendia lançar mais uma versão do texto.

"Nova Previdência", no caso, é um nome "artístico" da proposta elaborada pela equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, e que atualmente está em tramitação no Congresso. Mas essa confusão, embora tenha sido rapidamente desfeita, foi suficiente para mexer com os rumos dos mercados, como destacam as fontes.

O Ibovespa, por exemplo, sustentava desempenho levemente positivo até cerca de 14h45, quando as interpretações errôneas a respeito da fala de Onyx começaram a circular nas mesas de operação. A partir daí, o índice virou ao campo negativo — até conseguiu voltar à estabilidade depois, mas voltou a perder força no fechamento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao fim do pregão, o Ibovespa registrava queda de 0,43%, aos 97.623,25 pontos, muito perto da mínima do dia, aos 97.622,65 pontos — mais cedo, o índice chegou a subir aos 98.439,36 pontos (+0,41%).

Leia Também

O dólar à vista passou por comportamento semelhante: a moeda americana operava em queda desde o início da sessão e bateu os R$ 3,8811 na mínima (-0,46%). Mas, com o estresse gerado pelos ruídos de comunicação acerca das declarações de Onyx, o dólar virou e foi aos R$ 3,9244 na máxima (+0,75%) — fechou com leve alta de 0,01%, a R$ 3,8995.

Onyx esteve presente num evento do setor de etanol em São Paulo nesta tarde. Ele defendeu o parecer do relator da reforma da Previdência na comissão especial da Câmara, deputado Samuel Moreira, e afirmou que a proposta "vai permitir ao Brasil incluir a palavrinha que os investidores adoram, a palavrinha mágica que é a previsibilidade".

Ruídos políticos

Ao longo do dia, os mercados acompanham os desdobramentos do noticiário político na última semana e tentaram avaliar os eventuais impactos dos últimos acontecimentos para a tramitação da reforma da Previdência.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre os fatores de risco no horizonte, destaque para o pedido de demissão do presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy  — ele foi alvo de críticas do presidente Jair Bolsonaro no sábado (15).

"É uma situação bem negativa e que traz ruído", diz Rafael Passos, analista da Guide Investimentos. Os recentes atritos entre o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, também trazem alguma cautela aos agentes financeiros, embora Passos pondere que as economias previstas seguem dentro das estimativas do mercado.

O próprio Maia se manifestou sobre o caso Levy, afirmando estar 'perplexo' com a demissão do presidente do BNDES. No entanto, o presidente da Câmara também disse que o episódio não afetará a Casa — trazendo alívio ao mercado quanto aos eventuais efeitos que o noticiário poderia trazer à tramitação da reforma.

Mas, de qualquer jeito, os agentes financeiros estão com o dedo no gatilho e prontos para agir caso o cenário de Brasília se deteriore — e os ruídos na fala de Onyx deixam clara essa postura.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tranquilidade no exterior

Lá fora, a expectativa em relação à decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed) — o Banco Central americano —, na próxima quarta-feira (19), dominou as atenções dos mercados. Em linhas gerais, os agentes apostam que a entidade poderá emitir sinais mais claros quanto a um eventual corte de juros no país num futuro próximo.

Essa percepção se deve aos dados econômicos mais fracos divulgados pela economia americana nas últimas semanas — e ao temor de que a guerra comercial com a China poderá trazer mais impactos à atividade do país.

Nesse contexto, o Dow Jones (+0,09%), o S&P 500 (+0,09%) e o Nasdaq (+0,62%) subiram em bloco — na Europa, o índice Stoxx 600 reduziu as perdas e fechou em queda de 0,09%. No mercado de câmbio, o clima é de menor aversão ao risco, com o dólar perdendo força ante a maior parte das divisas globais, sejam elas fortes ou de países emergentes.

Esse clima no mercado de moedas internacional vinha exercendo influência direta sobre as negociações no Brasil, mantendo o dólar à vista no campo negativo até o episódio envolvendo Onyx. Vale lembrar que o dólar à vista subiu mais de 1% na última sexta-feira (14), o que também abria espaço para movimentos de correção por aqui.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

DIs e o Copom

O Fed não é o único Banco Central que está na mira dos mercados globais. Por aqui, o BC também concentra as atenções dos agentes financeiros, já que a autoridade monetária também decide nesta quarta-feira o futuro da taxa Selic — e, assim como nos Estados Unidos, há expectativa quanto a possíveis sinalizações de cortes de juros no futuro.

Essa leitura mantinha os DIs no campo negativo nesta segunda-feira. Mas, com a instabilidade trazida pela fala do ministro-chefe da Casa Civil, os juros mudaram de comportamento e fecharam em leve alta.

As curvas para janeiro de 2021, por exemplo, terminaram em alta de 6,01% para 6,03%; entre os vencimentos mais longos, os DIs para janeiro de 2023 avançaram de 6,96% para 7,00%, e os para janeiro de 2025 foram de 7,51% para 7,56%.

A percepção de que o BC precisará promover ajustes negativos na Selic ganhou ainda mais força após o boletim Focus desta segunda-feira. Os economistas cortaram novamente a projeção de crescimento da economia em 2019, passando de 1% na semana passada para 0,93% hoje.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Petrobras avançava, mas...

As ações da Petorbras apareceram na ponta positiva do Ibovespa durante boa parte do dia, refletindo o noticiário corporativo intenso relacionado à empresa.

A estatal fez em Sergipe sua maior descoberta desde o pré-sal, em 2006. De seis campos, espera extrair 20 milhões de metros cúbicos por dia de gás natural, o equivalente a um terço da produção total brasileira. Divulgada no mês passado, a descoberta deve gerar R$ 7 bilhões de receita anual à estatal e sócias, calcula a consultoria Gas Energy.

No entanto, em meio à onda de cautela do meio da tarde, os papéis perderam força. Os ativos PN (PETR4) ainda conseguiram fechar o dia com leve ganho de 0,18%, mas as ações ON (PETR3) terminaram em queda de 0,13%.

Os bancos também se recuperam. Mas...

Comportamento semelhante foi verificado no setor bancário. Após fecharem a semana anterior no vermelho, os bancos aproveitavam o clima mais tranquilo para recuperar parte das perdas recentes, também aparecendo na ponta positiva do Ibovespa ao longo da manhã.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas esse movimento perdeu força nas últimas horas do pregão. As units do Santander Brasil (SANB11), por exemplo, viraram e fecharam em queda de 0,71%, assim como Banco do Brasil ON (BBAS3) (-0,10%) e Itaú Unibanco PN (ITUB4) (-0,12%).

Os ativos do Bradesco seguiram caminho semelhante: o papéis ON (BBDC3) tiveram baixa de 0,56%, enquanto os PNs (BBDC4) recuaram 0,25%.

Minério em queda

Na China, o minério de ferro negociado no porto chinês de Qingdao — que serve como referência para o mercado de commodities — fechou a sessão em queda de 1,89%. E, com isso, papéis de empresas mais sensíveis às oscilações dos preços, como Vale e CSN, apareceram entre as principais quedas do Ibovespa hoje.

As ações ON da Vale (VALE3), por exemplo, caíram 2,33%, enquanto CSN ON (CSNA3) recuou 2,39%. Gerdau PN (GGBR4) teve baixa de 0,98%, e Usiminas PNA (USIM5) cedeu 0,69%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ONDE INVESTIR 2026

Onde investir em 2026? Tudo que você precisa saber para montar sua carteira para este ano

25 de janeiro de 2026 - 8:00

Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano

MERCADOS NA SEMANA

Bolsa brasileira nas alturas: Cogna (COGN3) lidera altas do Ibovespa, enquanto só uma dupla de ações fecha semana no vermelho

24 de janeiro de 2026 - 12:10

Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias

ONDE INVESTIR 2026

Não basta escolher o ativo perfeito: o segredo para ganhar dinheiro com investimentos é outro — veja a fórmula para 2026

24 de janeiro de 2026 - 10:00

No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários

FAZENDO HISTÓRIA TODO DIA

Fome do estrangeiro pela bolsa brasileira leva o Ibovespa aos 180 mil pontos na máxima do dia; dólar vai a R$ 5,2862 

23 de janeiro de 2026 - 18:44

Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias

OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

MERCADOS

Foguete não tem ré: Ibovespa quebra novo recorde histórico e supera os 177 mil pontos. Entenda o que impulsiona o índice

22 de janeiro de 2026 - 14:49

Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA

ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

ONDE INVESTIR EM 2026

Nubank (ROXO34), Localiza (RENT3) e mais: as 10 ações para investir em 2026, com cortes na Selic e eleições à vista

21 de janeiro de 2026 - 18:00

Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições

MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar