Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Dia tenso

‘Efeito Moro’ traz cautela e Ibovespa fecha em baixa, na contramão de NY

O Ibovespa fechou em queda, com a cautela em relação ao cenário político local preponderando sobre o tom positivo visto nos mercados americanos. O dólar à vista teve leve alta

Victor Aguiar
Victor Aguiar
10 de junho de 2019
10:27 - atualizado às 9:48
Selo marca a cobertura de mercados do Seu Dinheiro para o fechamento da Bolsa
Ibovespa e dólar à vista ficam perto do zero a zero nesta tarde - Imagem: Seu Dinheiro

Fim de domingo. Sabe como é, aquele horário em que não acontece muita coisa e você começa a preparar o espírito para a semana que vai começar logo mais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Eu estava em casa na noite passada, fazendo exatamente isso: pensando em como seria o dia seguinte. "Bom, a guerra comercial deu uma aliviada nesse fim de semana, então os mercados externos devem subir", pensei comigo mesmo. "E a política também não tem grandes novidades, deve ser um dia tranquilo".

É... 'tranquilo' não é exatamente o melhor termo para descrever a segunda-feira (10) do Ibovespa e do dólar à vista. O fim do domingo (9) ainda reservava muitas emoções.

Nada de gols do Fantástico

Eu estava me preparando para jantar quando uma mensagem chegou ao meu WhatsApp: um link com uma matéria do The Intercept. A chamada do texto ia direto ao ponto: "Chats privados revelam colaboração proibida de Moro com Deltan". Ficou claro naquele instante que os mercados teriam uma abertura de semana das mais agitadas.

Em uma série de matérias, o site The Intercept aponta uma cooperação entre Moro — então juiz federal — e os procuradores da Lava Jato. A publicação teve acesso a mensagens particulares trocadas entre as partes, afirmando que uma fonte anônima repassou o conteúdo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os diálogos são problemáticos por indicarem a intromissão do juiz no trabalho do Ministério Público, ferindo o princípio da imparcialidade existente no Direito. Em notas, tanto Moro quanto os procuradores da força-tarefa da Lava Jato negaram que o conteúdo coloque em xeque a idoneidade das operações.

Leia Também

Ainda na noite de domingo, troquei mensagens com operadores e agentes financeiros. O tom de cautela era praticamente unânime, com enormes dúvidas pairando sobre as cabeças do mercado: como esse noticiário irá repercutir em Brasília? A tramitação da reforma da Previdência será afetada de alguma maneira?

Tensão aqui dentro...

Em meio a essas dúvidas, as negociações dos ativos locais assumiram um viés mais defensivo nesta segunda-feira. O Ibovespa, por exemplo, chegou a cair 1,06% no pior momento do dia, aos 96.782,23 pontos, com os mercados ainda digerindo o conteúdo das matérias do The Intercept e tetando analisar os eventuais desdobramentos para o cenário político.

No entanto, o tom positivo visto nos mercados globais ajudou a neutralizar parte desse sentimento mais negativo. Com isso, o principal índice da bolsa brasileira ganhou força ao longo da tarde e se afastou das mínimas, terminando a sessão em baixa de 0,36%, aos 97.466,69 pontos. O dólar à vista subiu 0,18%, a R$ 3,8838.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao fim do dia, o mercado optou por não assumir uma postura de amplo pessimismo quanto ao caso envolvendo Moro. Analistas e outros agentes ponderaram que, apesar de o noticiário inspirar cuidado, as perdas foram relativamente pequenas.

O índice, afinal, conseguiu sustentar o nível dos 97 mil pontos, não cedendo muito ao nível da última sexta-feira (7), quando encerrou aos 97.821,26 pontos — o maior patamar de fechamento desde 20 de março, quando o Ibovespa encontrava-se na faixa de 98 mil pontos.

"A leitura inicial é a de que [o noticiário da noite de ontem] não afetou muito [as negociações], mas o mercado está receoso quanto a alguma fala mais exacerbada por parte do governo, gerando um ruído político mais forte", diz Victor Cândido, economista-chefe da Guide Investimentos. "Mas a agenda externa está bem positiva, e isso deve ditar um pouco os rumos nessa semana".

Posição semelhante foi adotada por Álvaro Frasson, analista da Necton. Para ele, é preciso ficar atento às reações dos principais agentes políticos, uma vez que o The Intercept já sinalizou que tem mais conteúdo a ser divulgado. "Isso pode impactar os mercados no médio prazo", diz ele.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além das questões envolvendo Moro e a Lava Jato, os agentes também mostram cautela quanto ao cronograma de tramitação da Previdência. O relator da reforma na Câmara, Samuel Moreira, afirmou que irá apresentar seu parecer apenas na quinta-feira (13) — a expectativa era de que o documento fosse apresentado na terça-feira (11).

...e calmaria lá fora

Minhas previsões de domingo não estavam completamente erradas: o tom foi de otimismo no exterior nesta segunda-feira, em meio ao acordo fechado entre Estados Unidos e México. Com o trato, o governo americano suspendeu por tempo indeterminado a elevação de tarifas de importação aos produtos mexicanos — a medida começaria a valer hoje.

Nesse cenário, as bolsas americanas subiram em bloco: o Dow Jones fechou em alta de 0,30%, o S&P 500 avançou 0,47% e o Nasdaq teve ganhos de 1,05%. O alívio no front EUA-México da guerra comercial aumentou a expectativa do mercado quanto a algum novo desdobramento nas negociações entre americanos e chineses.

Os ganhos, contudo, não foram amplos, uma vez que os diálogos entre Pequim e Washington seguem emperrados. Mas, ao menos nesta segunda-feira, um tom mais positivo prevaleceu nas mesas de negociação lá fora — e a perspectiva de redução na taxa de juros dos Estados Unidos, conforme sinalizado pelo Federal Reserve (Fed) contribuiu para trazer calmaria ao exterior.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dia intenso no câmbio

O noticiário referente à guerra comercial também provocou amplas reações ao mercado de moedas. Lá fora, o destaque foi o peso mexicano, que subiu forte ante o dólar — a divisa perdeu terreno na semana passada, em meio às ameaças do governo Trump.

No restante do mercado de câmbio, o dólar ganhou espaço ante as principais divisas do mundo, mas teve  comportamento misto na comparação com as moedas emergentes: recuou em relação ao peso mexicano, o peso colombiano e o rand sul-africano, mas avançou ante o rublo russo, o peso chileno e o dólar neozelandês.

Esse contexto global afetou diretamente o comportamento do dólar no Brasil — por aqui, a moeda no segmento à vista já oscilou entre os R$ 3,8678 (-0,24%) e os R$ 3,8994 (+0,58%), em meio às tensões locais e às variações no exterior.

Um operador ainda ponderou que houve um fluxo de entrada de dólares no país nesta segunda-feira, o que ajudou a trazer alívio ao mercado de câmbio local. "Teremos uma semana de agenda política forte pela frente", diz o operador, mostrando alguma preocupação em relação ao cenário político.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Juros em queda

Já as curvas de juros fecharam no campo negativo, apesar da cautela vista no Ibovespa e no dólar. Na ponta curta, os DIs com vencimento em janeiro de 2021 tiveram queda de 6,27% para 6,22%, ainda refletindo as apostas do mercado de um novo corte na Selic, em meio à fraqueza da economia e da inflação dando sinais de desaceleração.

Mais cedo, o boletim Focus do Banco Central indicou novo corte nas projeções do mercado para o crescimento do PIB em 2019, passando de 1,13% para 1% — é a 15ª baixa consecutiva nas expectativas.

Na ponta longa das curvas de juros, os DIs para janeiro de 2023 recuaram de 7,18% para 7,14%, enquanto os DIs com vencimento em janeiro de 2025 foram de 7,76% para 7,74%.

Estatais no vermelho

Em meio à tensão do mercado em relação ao cenário político, as ações de empresas estatais caíram em bloco nesta segunda-feira, trazendo pressão ao Ibovespa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Foi o caso dos ativos da Petrobras, tanto os ONs (PETR3) quanto os PNs (PETR4), que fecharam em queda de 1,68% e 0,41%, respectivamente — no exterior, o petróleo WTI teve baixa de 1,35% e o Brent recuou 1,58%.

Ainda entre as estatais, os papéis ON da Eletrobras (ELET3) teve perda de 1,53%, enquanto os PNBs (ELET6) recuaram 1,51%. Já Banco do Brasil ON (BBAS3) cedeu 0,94%.

Bancos sob pressão

Os demais ativos  do setor bancário também aparecem no campo negativo, fazendo companhia às ações do BB. As units do Santander Brasil (SANB11) recuaram 2,00%, Bradesco PN (BBDC4) caiu 1,18%, Bradesco ON (BBAS3) teve perda de 0,91% e Itaú Unibanco PN (ITUB4) fechou com baixa de 1,25%.

Em relatório, o Goldman Sachs recomenda a venda dos papéis do Itaú e do Bradesco, em meio às perspectivas de recuperação lenta da economia — a instituição atribui classificação "neutra" aos ativos do Santander e do Banco do Brasil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
FII EXPERIENCE 2026

FIIs de shopping centers estão com os dias contados? Gestores dizem que não — e a reforma tributária é um dos motivos

26 de março de 2026 - 19:58

Durante evento FII Experience, gestores dizem que o mercado ainda não percebeu os valores patrimoniais desses ativos, que seguem descontados na bolsa

QUEM LEVA ESSA?

Na mira do dinheiro gringo: Goldman elege o Brasil entre emergentes e revela as ações para lucrar

26 de março de 2026 - 18:15

Apesar da fuga de US$ 44 bilhões dos emergentes, país atrai capital e pode se beneficiar quando o cenário virar; veja onde investir, segundo o banco

IMERSÃO MONEY TIMES

“Para quem estava com medo da bolha em IA, agora é hora de entrar”: tensão global derruba ações e abre ponto de entrada

26 de março de 2026 - 16:00

Em painel do evento Imersão Money Times, especialistas apontaram que a correção recente no mercado de IA abriu espaço para novos investimentos; veja como se expor

O MOTOR DO PREGÃO

Petrobras (PETR4) descobre novo poço, mas rali vem de fora e puxa petroleiras em bloco na bolsa

26 de março de 2026 - 13:50

Movimento do dia vai além do noticiário da estatal — e ajuda a explicar o comportamento do setor

UM ATIVO, UMA INQUILINA

Vinci Logística (VILG11) quer pagar R$ 56,1 milhões pelo único ativo de outro FII de logística; entenda a operação

26 de março de 2026 - 12:40

O empreendimento está localizado em Pernambuco e, atualmente, é ocupado por apenas uma inquilina

HASTA LA VISTA, BABY

Nova carteira: 4 ações devem dar adeus ao Ibovespa em maio, segundo Itaú BBA, e IRB(Re) (IRBR3) é uma delas

25 de março de 2026 - 15:10

Companhias em recuperação judicial ou cujo preço dos ativos é inferior a R$ 1,00 (penny stock) não são elegíveis, por exemplo

PARA IR ÀS COMPRAS

Renda passiva: Allos (ALOS3) anuncia pagamento de R$ 438 milhões em JCP e dividendos; veja datas e valores por ação

25 de março de 2026 - 11:02

Na semana passada, a Allos recebeu, pela primeira vez, o rating AAA.br da Moody’s Local Brasil, com perspectiva estável;; a nota máxima indica que a companhia possui extrema solidez financeira e baixo risco de crédito

SINAL VERDE PARA INVESTIR

Itaúsa (ITSA4): ‘presente’ de R$ 8,7 bilhões e outros dois gatilhos podem impulsionar a ação, diz Bradesco BBI; o que está em jogo?

23 de março de 2026 - 19:57

Desde o início do ano, o papel da holding já saltou 17% — acima do Ibovespa, que sobe 13,7% em 2026

ENTENDA O MOVIMENTO

Maior alta do Ibovespa: por que as ações da MBRF (MBRF3) dispararam hoje e o que Trump tem a ver com isso

23 de março de 2026 - 17:44

Movimento reflete esperança de reabertura de mercados no Oriente Médio, região chave para a empresa

VEJA DETALHES DO NEGÓCIO

Parceria bilionária entre Cyrela (CYRE3) e Helbor (HBOR3) anima mercado e agrada BTG, mas há um ‘porém’; veja qual e o que fazer com as ações

23 de março de 2026 - 14:36

Parceria para projeto no Minha Casa Minha Vida impulsiona ações de Helbor e Cyrela, reforça estratégia de desalavancagem e geração de caixa e sustenta visão construtiva do BTG para os papéis, mas impacto de curto prazo é limitado

5° MELHOR DIA DESDE 2021

Trégua na guerra dá fôlego ao Ibovespa, que salta mais de 3%, enquanto dólar cai a R$ 5,2407; apenas uma ação ficou no negativo

23 de março de 2026 - 12:13

Trégua no Oriente Médio alivia temores sobre energia, derruba o petróleo e impulsiona ativos de risco. Ibovespa avançou mais de 3%, aos 181.931 pontos; o dólar à vista caiu. 1,29%, a R$ 5,2407; Prio foi a única queda

OS DESTAQUES DA SEMANA

Após ‘cumprir profecia’, Eneva (ENEV3) lidera os ganhos do Ibovespa, enquanto Minerva (BEEF3) é ação com pior desempenho na semana

21 de março de 2026 - 16:00

Ibovespa recua com juros e guerra no radar, enquanto petróleo dispara e amplia incertezas globais; Eneva lidera ganhos com salto de quase 25%, enquanto Minerva puxa perdas após resultado fraco, e dólar fecha a semana em leve queda mesmo com pressão no fim

CÂMBIO

Dólar: apesar a forte alta na sexta (20), moeda encerra a semana em queda, a R$ 5,3092; veja o que mexeu com o câmbio

21 de março de 2026 - 14:30

Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil

O QUE FAZER COM OS PAPÉIS?

SLC Agrícola (SLCE3) já deu o que tinha que dar? Bank of America eleva preço-alvo após rali em 2026; veja se vale a pena comprar

21 de março de 2026 - 12:00

Rali das ações acompanha alta das commodities agrícolas, mas pressão de custos, câmbio e margens limita potencial adicional e mantém recomendação neutra do BofA

JCP

Proventos na veia: Totvs (TOTS3) pagará R$ 104,2 milhões em juros sobre capital próprio; veja detalhes

21 de março de 2026 - 9:30

Totvs (TOTS3) aprovou o pagamento de R$ 104,2 milhões em JCP (R$ 0,18 por ação), com data-base em 25 de março, ações “ex” a partir do dia 26 e pagamento previsto para 10 de abril

NO TOPO DO MUNDO

Ibovespa dispara e tem melhor desempenho do mundo em dólar — enquanto Merval, da Argentina, fica na lanterna global

19 de março de 2026 - 19:40

Os dólares dos gringos estavam marcados para as bolsas emergentes, mas nem todos os países conseguiram aproveitar a onda

REAÇÃO AO BALANÇO

Grupo Mateus (GMAT3) desaba na bolsa: o que explica a queda de quase 17% em um dia e como ficam os papéis agora?

19 de março de 2026 - 18:01

O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional

HORA DE INVESTIR?

Lojas Renner (LREN3) pode subir até 50%: mesmo com ‘críticas’ dos investidores, XP cita 4 motivos para a varejista ser a favorita do setor

19 de março de 2026 - 14:31

XP tem recomendação de compra para Lojas Renner (LREN3) com potencial de valorização de até 50%; veja por que a ação é a preferida do varejo

OS PROBLEMAS DE SEMPRE

Hapvida (HAPV3) tem trimestre ainda pior do que a tragédia do 3T25, e futuro CEO reconhece frustração — mas traça plano para virar o jogo

19 de março de 2026 - 12:40

Mais um resultado muito fraco no 4T25, com queda de rentabilidade, queima de caixa e perda de beneficiários, expõe desafios estruturais e leva a companhia a reforçar plano focado em execução, eficiência e preservação de capital

ALÉM DO SOL E DO VENTO

Oportunidade atômica: expansão da energia nuclear no mundo abre janela para o investidor brasileiro — e BTG diz por onde você pode começar

18 de março de 2026 - 18:15

Com retornos acima de 110% desde 2024, os ETFs de energia nuclear superam o S&P 500; demanda por inteligência artificial impulsiona a tese de investimento

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia