🔴 TOUROS E URSOS: LULA 3 FAZ 3 ANOS, OS DADOS ECONÔMICOS E A POPULARIDADE DO GOVERNO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Seu Dinheiro

Seu Dinheiro

No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

Bolsa e dólar hoje

Depois de muito sobe e desce, Ibovespa fecha no negativo

Tensões entre Trump e Xi Jinping, a alta do petróleo, a desaceleração global, a reforma previdenciária, mais a Vale – tudo isso fez a bolsa viver um dia de altos e baixos

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
7 de fevereiro de 2019
10:13 - atualizado às 9:57
Selo marca a cobertura de mercados do Seu Dinheiro para o fechamento da Bolsa
O dólar encerrou o dia com elevação de 0,37%, a R$ 3,71 - Imagem: Seu Dinheiro

A Bolsa de Valores de São Paulo fez de tudo hoje: caiu, subiu, perdeu até os 94 mil pontos, recuperou o patamar, ficou estável, depois caiu novamente. Fechou a quinta-feira com menos 0,24%, a 94.405 pontos. No começo da tarde, o Ibovespa acentuou o ritmo de baixa após informações de que presidente americano, Donald Trump, teria dito que é "altamente improvável" que se encontre com o líder chinês, Xi Jinping, antes do início de março. A expectativa era de uma reunião bem antes disso. O noticiário sobre a (demora na) reforma da Previdência, a Vale, a alta do petróleo e a desaceleração global - tudo isso - fez o índice virar uma montanha russa. Teve também o boletim médico do presidente Jair Bolsonaro, no finalzinho do pregão. Ah! Ia esquecendo a Standar & Poors. O dólar encerrou o dia com elevação de 0,37%, a R$ 3,71

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Boletim

O presidente Jair Bolsonaro teve “episódio isolado de febre sem sintomas associados” e apresentou “imagem compatível com pneumonia”, segundo nota divulgada pelo Hospital Albert Einstein. O presidente precisará a ficar mais cinco ou sete dias no hospital. O investidor, que já tem rugas de tantas preocupações, acumulou mais essa.

S&P

A S&P reafirmou o rating do Brasil em BB-, com perspectiva estável. Na avaliação da agência, o novo governo de Jair Bolsonaro enfrenta o desafio de manter capital político amplo e conseguir uma aliança efetiva no Congresso para aprovar projetos que corrijam "derrapadas fiscais estruturais" e "uma crescente dívida", bem como impulsionar a tendência de crescimento.

Tump e China

Em primeiro de março, vence o prazo da trégua tarifária entre China e EUA. Por isso era esperado que os dois lideres se encontrassem, para renovar ou fazer um novo acordo e afastar a guerra comercial do front. Mas a declaração de Trump, divulgada por fontes ouvidas pela rede CNBC, melou o clima não só aqui, como nas bolsas europeias, que acentuaram as perdas no finalzinho dos pregões e em Nova York, onde o vermelho predominou. Na Europa, a Bolsa de Frankfurt fechou em queda de 2,67%, Milão derreteu 2,59% e Londres caiu 1,11%, todas nas mínimas.

Para piorar ainda mais, o Instituto Internacional de Finanças (IIF), divulgou estimativa para o crescimento da economia global de 3,5% neste ano (abaixo da expectativa) e disse que a economia da China deve desacelerar mais antes de estímulos estabilizarem o crescimento daquele país.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Petrobras puxa para o poço

A ação que puxou Ibovespa para baixo foi a Petrobras. As ações PN, chegaram a subir, mas inverteram a direção e caíram 1,57%.. As ON fecharam em 1,77% de baixa, com o tombo forte na cotação do petróleo. O barril do tipo Brent teve recuo de 1,69%.

Leia Também

Fundo do poço 2

Depois de cair mais de 5%, a Sabesp termina o dia entre os destaques negativos do Ibovespa. Operadores apontam as declarações do Secretário de Fazenda de São Paulo, Henrique Meirelles, que esfriaram as expectativas dos investidores em relação a uma privatização da estatal.

O secretário afirmou a investidores em evento da XP Investimentos que, caso o Congresso Nacional não aprove a medida provisória (MP) que viabilizaria a privatização da Sabesp, o Estado pretende capitalizar a empresa com o "mínimo de capital estatal possível". Ele evitou cravar números, mas destacou que a privatização da empresa renderia mais aos cofres públicos, enquanto a capitalização é estimada em R$ 5 bilhões, R$ 1 bilhão deles retornando à companhia.

Frango árabe

A ação ON da BRF também ficou no time das baixas, ao cair 4,01%. A concorrente, JBS, subiu 2,14%. O presidente da BRF, Pedro Parente, afirmou hoje que a companhia trabalha para - pelo menos - retomar os níveis de embarque de carne de frango para a Arábia Saudita.
No mês passado, o país árabe anunciou o descredenciamento de cinco unidades brasileiras que exportavam a proteína ao país, das quais duas da BRF. "Na realidade, há potencial até para aumentar ainda mais as vendas para a Arábia Saudita", comentou o executivo em teleconferência com analistas para detalhar a venda de suas operações na Tailândia (Golden Foods) e Europa (Universal Meets) para a Tyson Foods, pelo valor de US$ 340 milhões.
Questionado sobre as tarifas antidumping vigentes na China para o frango brasileiro, o CEO da BRF disse que as negociações destas taxas serão feitas em conjunto com o Ministério da Agricultura. "Não é algo que faremos sozinhos", acrescentou.

Vale

O papel da Vale oscilou bastante, mas fechou em baixa de 2,05. A controladora, Bradespar, caiu 3%. O Morgan Stanley cortou a recomendação da American Depositary Receipt (ADR) da Vale de overweight (desempenho acima da média do mercado) para equal-weight (em linha com a média do mercado).

Quer pagar quanto?

No time das positivas, a Via Varejo teve a maior alta do Ibovespa, recuperando parte das perdas apuradas ontem e neste início de fevereiro. Somente na sessão de quarta-feira, o papel caiu mais de 6%, e mesmo com o avanço de hoje (de 3,02%), as perdas acumuladas superam 8%.

Tome um guaraná

A Ambev também ficou no azul, com alta de 3,65%. Já houve uma precificação dos resultados do quarto trimestre de 2018, que segundo prévias feitas por analistas, devem apresentar piora na comparação anual. Agora, os investidores começam a antecipar uma possível recuperação nos volumes e nas margens em 2019, com a recuperação da atividade econômica. Além disso, o preço da ação também a torna atraente.

Bancos

Os bancos registram um dia de recuperação. "Ontem, eles foram arrastados pela Vale porque são financiadores da mineradora, o que gera pressão. Hoje, em meio a notícias mais positivas, o tom é de recuperação", apontou Álvaro Bandeira, sócio e economista-chefe da Modalmais. As ações ordinárias do Bradesco exibiam a maior alta no setor, com avanço de 1,52%. O papel PN de Itaú Unibanco subiu 0,36%, enquanto Banco do Brasil ON avançou 0,66%.

CSN e Usiminas

As ações ON da CSN tiveram avanço de 2,26%, seguida pela Usiminas PNA, com ganho de 0,96%. Há expectativa com o preço do minério de ferro na China, cujos mercados voltam a operar na segunda-feira, após ficarem fechados nesta semana devido a feriado no gigante asiático, apontou um operador. De acordo com Álvaro Bandeira, sócio e economista-chefe da Modalmais, os investidores ficaram animados depois que a CSN disse ontem que deverá encerrar as barragens de rejeitos molhados em 2019.

Posto de gasolina

A BR Distribuidora chegou a ter o pior desempenho do Ibovespa, com nqueda de quase 5%. Entre as corretoras, a XP registrou forte atuação na ponta vendedora, com saldo de quase R$ 10 milhões, mais que o dobro da segunda maior na lista.
Em entrevista à imprensa nacional, o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, disse que a venda da distribuidora de combustíveis está sendo estudada, e que a estatal pode vender o controle ou uma participação adicional. BR Distribuidora ON caiu 2,68%.

Gafisa

Com queda de 1%, as ações ON da Gafisa tiveram a recomendação cortada pelo BB Investimentos a  de market perform para underperform (abaixo da média do mercado). A Gafisa está sendo acusada de ter embolsado indevidamente pelo menos R$ 1,8 milhão de pagamentos feitos no mês de janeiro por clientes pela compra de imóveis, mas cujos valores deveriam ter sido repassados à Polo Capital Securitizadora, a quem a incorporadora cedeu os créditos em troca de financiamento antecipado - operação chamada de securitização.
A incorporadora Gafisa (GFSA3) diz que é credora de uma dívida de R$ 11 milhões da gestora.
"Se o Grupo Polo não estava de acordo com a forma de cobrança e repasse desses valores, poderia ter agendado uma reunião com a Gafisa, visando esclarecimentos e informações", informa a empresa, em comunicado encaminhado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Klabin

As Units da Klabin saltaram 1,20% após a companhia reportar lucro líquido de R$ 913 milhões no quarto trimestre de 2018, revertendo prejuízo de R$ 83 milhões informado um ano antes. O resultado também é 879% superior ao lucro de R$ 104 milhões informado no terceiro trimestre. A performance ficou 15% acima da média calculada pelo Prévias Broadcast. Ainda assim, a alta segue limitada, uma vez que o lucro foi caracterizado como razoável por analistas.

Bronca na Embraer

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) instaurou Processo Administrativo Sancionador (PAS) contra o diretor de relações com investidores da Embraer, Nelson Krahenbuhl Salgado. Ele é acusado de ter divulgado de forma incompleta o fato relevante que anunciou os termos do acordo com a Boeing.

O processo foi instaurado no dia 23 de janeiro e está em fase de apresentação de defesa. A Procuradoria Federal Especializada (PFE) da CVM relata os principais termos da acusação em documento enviado à 24ª Vara Cível Federal de São Paulo, no âmbito do processo movido pela Associação Brasileira dos Investidores Minoritários (Abradim). As ações da companhia caíram 3,11%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

 *Com Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

NO CORAÇÃO DO BRASIL

Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país

8 de janeiro de 2026 - 10:13

O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”

EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

GIGANTE VERDE

SNEL11 se torna o maior FII de energia renovável da B3 após captar mais de R$ 620 milhões; entenda a operação

6 de janeiro de 2026 - 13:00

A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros

FII DO MÊS

BTLG11 (de novo) no topo: FII de galpões logísticos volta a ser o favorito em janeiro com expectativa de corte de juros; veja o ranking completo

6 de janeiro de 2026 - 6:07

Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

FRIGORÍFICOS

Minerva (BEEF3): existe um atalho para escapar das tarifas chinesas, mas o buraco é mais embaixo. O que esperar?

5 de janeiro de 2026 - 17:35

Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata

DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

VAI CAIR?

Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils

5 de janeiro de 2026 - 16:09

Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda

HORA DE BOTAR A MÃO NA MASSA?

Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?

5 de janeiro de 2026 - 11:15

Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões

AÇÃO DO MÊS

Nem banco, nem elétrica: ação favorita para janeiro de 2026 vem do canteiro de obras e está sendo negociada com desconto

5 de janeiro de 2026 - 6:03

Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

QUEDA FORTE NA BOLSA

Ação da Azul (AZUL54) em queda livre: por que os papéis estão sendo dizimados na bolsa, com perdas de 50% só hoje (2)?

2 de janeiro de 2026 - 17:31

Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas

R$ 1,2 BILHÃO

Dasa (DASA3): vender ativos por metade do preço pago foi um bom negócio? Analistas respondem

2 de janeiro de 2026 - 15:19

Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante

COMEÇOU MAL

Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) caem forte com tarifas da China sobre a carne bovina brasileira

2 de janeiro de 2026 - 14:47

País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas

RETROSPECTIVA DO IFIX

FIIs de galpões logísticos foram os campeões de 2025; confira o ranking dos melhores e piores fundos imobiliários do ano

2 de janeiro de 2026 - 6:03

Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo

MENOS DINHEIRO NO BOLSO

Petrobras (PETR4): por que ação fechou o ano no vermelho com o pior desempenho anual desde 2020

31 de dezembro de 2025 - 17:27

Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis

VEJA A LISTA COMPLETA

As maiores quedas do Ibovespa em 2025: o que deu errado com Raízen (RAIZ4), Hapvida (HAPV3) e Natura (NATU3)?

31 de dezembro de 2025 - 7:30

Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira

ACABOU O RALI?

Ouro recua quase 5% e prata tomba quase 9% nesta segunda (29); entenda o que aconteceu com os metais preciosos

29 de dezembro de 2025 - 18:07

Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano

RESUMO DOS MERCADOS

Na reta final de 2025, Ibovespa garante ganho de 1,5% na semana e dólar acompanha 

27 de dezembro de 2025 - 9:15

A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro

A MIGRAÇÃO COMEÇOU?

Apetite por risco atinge o maior nível desde 2024, e investidores começam a trocar a renda fixa pela bolsa, diz XP

26 de dezembro de 2025 - 15:05

Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar