O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Decisão do colegiado foi unânime e aceno é de manutenção do juro básico por longo período. Boa notícia para os ativos de riscos
O Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa básica de juros, a Selic em 6,5% ao ano em reunião nesta quarta-feira. A decisão foi unânime e veio em linha com as previsões do mercado. Segundo o Banco Central (BC), a evolução do cenário básico e do balanço de riscos prescreve manutenção da taxa Selic no nível vigente.
Isso é boa notícia para os ativos de risco, como bolsa de valores, e para o setor imobiliário e fundos imobiliários. Na renda fixa, os prêmios já caíram bastante nos papéis do Tesouro Direto, mas ainda é possível garimpar oportunidades. Mas há outros bons negócios em outros ativos de renda fixa.
No comunicado apresentado após a decisão, o colegiado comandado por Ilan Goldfajn, afirma “que cautela, serenidade e perseverança nas decisões de política monetária, inclusive diante de cenários voláteis, têm sido úteis na perseguição de seu objetivo precípuo de manter a trajetória da inflação em direção às metas”.
Sem novidades em termos de comunicação em comparação com a reunião de dezembro, Relatório de Inflação e entrevistas, resta aguardar a ata da reunião, que sai na terça-feira.
Ainda de acordo com o Copom, a conjuntura econômica prescreve política monetária estimulativa, ou seja, com taxas de juros abaixo da taxa estrutural.
O juro real (swap 360 dias descontado da inflação projetada em 12 meses) está na casa dos 2,3% ao ano. Já as estimativas para o juro de equilíbrio têm ampla variação, com cálculos oscilando entre 4% a 2,5%.
Leia Também
A discussão que se trava em parte do mercado e da academia é o quão estimulativo estaria o juro, diante de uma atividade econômica que segue fraca e com inflação orbitando as metas.
O Comitê também enfatiza que a continuidade do processo de reformas e ajustes necessários na economia brasileira é essencial para a manutenção da inflação baixa no médio e longo prazos, para a queda da taxa de juros estrutural e para a recuperação sustentável da economia.
Também é reiterada a mensagem que a percepção de continuidade da agenda de reformas afeta as expectativas e projeções macroeconômicas correntes.
Na avaliação sobre o quadro externo, o BC afirma que o cenário permanece desafiador, mas com alguma redução e alteração do perfil de riscos. Por um lado, diminuíram os riscos de curto prazo associados à normalização das taxas de juros em algumas economias avançadas, em referência à “paciência” do Federal Reserve (Fed), banco central americano, em dar seguimento ao aperto monetário por lá.
Por outro lado, aumentaram os riscos associados a uma desaceleração da economia global, em função de diversas incertezas, como as disputas comerciais (que envolvem EUA e China) e o Brexit (saída do Reino Unido da União Europeia).
No entanto, essa reavaliação sobre o quadro externo não foi suficiente para mudar a visão do BC sobre o balanço de riscos para a inflação. O colegiado continua vendo assimetria.
De um lado do balanço, predomina a avaliação de que o nível de ociosidade elevado pode produzir trajetória prospectiva abaixo do esperado.
Do outro lado, o BC lista uma possível frustração das expectativas sobre a continuidade das reformas e ajustes necessários na economia brasileira. Risco se intensifica no caso de deterioração do cenário externo para economias emergentes.
A ponderação do BC, vem na sequência, quando ele afirma que “avalia que, desde o último Copom, especialmente quanto ao cenário externo, houve arrefecimento dos riscos inflacionários”.
Na parte dedicada às projeções de inflação, o cenário que consiste em Selic estável em 6,5% e câmbio a R$ 3,70, o modelo mostra IPCA de 3,9% para 2019 e 4% para 2020. No Copom de dezembro, com Selic em 6,5% e câmbio a R$ 3,85, a inflação estava em torno de 4% para os dois anos.
O Copom lembra que 2020 vai ganhando pelo “gradualmente crescente” no seu horizonte de atuação. As ações do BC têm efeito cumulativo de defasado sobre o lado real da economia. Assim, apesar de seu modelo de projeção mostrar inflação abaixo da meta de 4,25% para 2019, está exatamente na meta de 4% para 2020.
Considerando as trajetórias de juros e câmbio do boletim Focus, o modelo de projeção mostra inflação de 3,9% para 2019 e de 3,8% para 2018. Aqui a Selic fica em 6,5% neste ano e sobe a 8% em 2020, com câmbio de R$ 3,70 e R$ 3,75.
O Comitê avalia que diversas medidas de inflação subjacente se encontram em níveis apropriados ou confortáveis, inclusive os componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária. Essa frase indica que os núcleos de preços, que tentam captar a tendência da inflação, estão ao redor das metas.
Sobre atividade, a avaliação continua sendo de “recuperação gradual da economia brasileira”. Para 2019, o BC estima um avanço de 2,4%.
Tem grande chance de essa ser a última reunião presidida por Ilan Goldfajn. Agora em fevereiro, deve acontecer a esperada sabatina com o indicado para o posto, Roberto Campos Neto, que dependendo dos demais trâmites estaria apto a comandar o Copom dos dias 19 e 20 de março.
Desde que foi indicado ao posto em novembro do ano passado, Campos Neto optou por não dar declarações. Então, sua ida à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado deve ser bastante concorrida, já que todos querem saber o que ele pensa, agora como banqueiro central.
Também há chance de o Copom de março ter novos membros na diretoria. Reinaldo Le Grazie já foi exonerado do cargo por razões pessoais e para o seu lugar o indicado é Bruno Serra Fernandes, economista formado pelo Ibmec, com mestrado em Economia pela USP. Fernandes fez carreira no sistema financeiro atuava com responsável no Itaú Unibanco pela mesa de renda fixa proprietária. Enquanto, Fernandes não assume, Carlos Viana responde como diretor de Política Monetária. Tiago Berriel está acumulando as diretorias de Assuntos Internacionais e Política Econômica, que é de Viana. Então, esse Copom será de oito votos.
Outro nome indicado a ser sabatinado é João Manoel Pinho de Mello, que foi secretário do extinto ministério da Fazenda. Ele assumira a diretoria de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução, com a saída, também a pedido, de Sidnei Corrêa Marques, que estava há oito anos na função.
Os convidados do Market Makers desta semana são Axel Blikstad, CFA e fundador da BLP Crypto, e Guilherme Giserman, manager de global equities no Itaú Asset
A fragilidade desses sistemas se deve principalmente por serem projetos muito novos e somarem as fraquezas de duas redes diferentes
Estima-se que cerca de US$ 8 milhões (R$ 41,6 milhões) tenham sido drenados de carteiras Phantom e Slope, além da plataforma Magic Eden
Esse montante está sendo gasto em equipamentos militares, como drones, armas, coletes a prova de balas, suprimentos de guerra, entre outros
Com sede em Miami, a Bit5ive é uma dos pioneiras a apostar no retorno com a mineração de bitcoin; plano é trazer fundo para o Brasil
Os hacks estão ficando cada vez mais comuns ou os métodos para rastreá-los estão cada vez mais sofisticados? Entenda
Mercados repercutem balanços de gigantes das bolsas e PIB da Zona do Euro. Investidores ainda mantém no radar inflação nos EUA e taxa de desemprego no Brasil
Ibovespa acumula alta de pouco mais de 2,5% na semana; repercussão de relatório da Petrobras e desempenho de ações de tecnologia em Wall Street estão no radar
Aperto monetário pelo Banco Central Europeu, fornecimento de gás e crise política na Itália pesam sobre as bolsas internacionais hoje
Hoje, investidores mostram-se animados com os balanços do Wells Fargo e do Citigroup; por aqui, repercussões da PEC Kamikaze devem ficar no radar
Por aqui, investidores ainda assistem à divulgação do relatório bimestral de receitas e despesas pelo Ministério da Economia
Os números do primeiro trimestre foram pressionados pela onda da variante ômicron, alta sinistralidade e baixo crescimento orgânico, mas analistas seguem confiantes na Hapvida
Entenda porque a perda de paridade com o dólar é importante para a manutenção do preço das demais criptomoedas do mundo
Entenda porque a perda de paridade com o dólar é importante para a manutenção do preço das demais criptomoedas do mundo
Mesmo com a retomada de hoje, as criptomoedas acumulam perdas de mais de dois dígitos nos últimos sete dias
Investidores também digerem inflação na zona do euro e número de pedidos de auxílio-desemprego nos EUA
Os dados internos da blockchain do bitcoin mostram que a maior criptomoeda do mundo permanece no meio de um “cabo de guerra” entre compradores e vendedores
A segunda maior criptomoeda do mundo está em xeque com o aprofundamento do ‘bear market’, de acordo com a análise gráfica
Putin a favor da mineração de criptomoedas, Fed e Joe Biden no radar do bitcoin, Elon Musk e Dogecoin e mais destaques
O plano do presidente americano pesava a mão na taxação de criptomoedas e ativos digitais, no valor de US$ 550 bilhões