🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

A estratégia do tubarão

Veja os destaques do Seu Dinheiro nesta manhã

17 de junho de 2019
10:20
Selo O Melhor do Seu Dinheiro; investimentos
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Fusões e aquisições são o “filé mignon” da cobertura de negócios. Nos tempos de vacas gordas da economia brasileira não tinha uma semana que não saia uma operação. No ápice, em 2014, a PwC contou 879 delas no país. Algumas já eram bola cantada - enquanto as negociações rolavam, os detalhes corriam soltos na imprensa, abastecida por informações vazadas pelos envolvidos. Outras realmente pegavam o mercado - e os jornalistas - de surpresa. Vi muitas vezes o caderno de Economia do Estadão mudar inteiro para “encaixar” um grande negócio anunciado no meio da noite.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Chamava a atenção uma movimentação que corria nos bastidores. Cerca de um terço das operações de fusões e aquisições (ou M&A, no termo do mercado) tinha a participação de fundos de private equity. São "investidores da economia real", que basicamente compram empresas com a expectativa de melhorar seus resultados e vender com lucro no futuro. Muitas vezes essas vendas são feitas na bolsa de valores em ofertas de ações para investidores como você.

A maioria desses fundos é abastecido por dinheiro de investidores estrangeiros. Nos tempos áureos da economia brasileira havia uma disputa entre esses agentes pelas melhores companhias, que inflou o valor de mercado das empresas brasileiras. Com a crise, o Brasil saiu da moda e muitos desses fundos desistiram de “caçar” oportunidades por aqui.

O fundo americano Carlyle é um dos que decidiu ficar no Brasil. Sua última compra foi em janeiro deste ano, um cheque de R$ 700 milhões por 23% da rede paranaense de restaurantes Madero. Em meio à tanta desconfiança sobre a economia brasileira, o Vinicius Pinheiro entrevistou o Fernando Borges, que está à frente do escritório do Carlyle no Brasil, para entender a estratégia do fundo neste momento.

É sempre bom você saber como pensam os tubarões do mercado. O Carlyle está disposto a investir no Brasil. Motivo? Borges entende que os próximos dez anos serão melhores do que a década passada. O Vini te conta os detalhes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Leia Também

Desta vez é diferente #soquenao

Pensei no Joaquim Levy quando li o texto do Eduardo Campos de ontem sobre o “wishful thinking” dos mercados e seu desejo de acreditar que “desta vez é diferente”. Joaquim Levy entrou duas vezes para o governo com a promessa de implementar uma agenda liberal. E nas duas vezes saiu decepcionado. Com Dilma, a agenda não andou. Com Bolsonaro, o problema foi outro: humilhação pública.

No sábado, o presidente ameaçou demitir Levy se ele mantivesse a decisão de chamar Marcos Barbosa Pinto, que foi assessor do BNDES durante o governo PT, para a diretoria de mercado de capitais. Os seis meses de Levy à frente do BNDES foram marcados por atritos, que teriam deixado até Paulo Guedes arrependido de ter indicado seu nome.

Quatro baixas no time

Um presidente do BNDES e três generais. Essa é a conta das baixas do governo só na semana passada, considerando as saídas de Carlos Alberto dos Santos Cruz (Secretaria de Governo), Franklimberg Freitas (Funai) e Juarez de Paula Cunha (Correios). Os olhos se voltam agora para quem será o substituto de Levy no BNDES. Por enquanto, estão cotados Gustavo Franco (ex-presidente do BC), Carlos Thadeu de Freitas (ex-diretor do BC), Solange Vieira (presidente da Susep) e Salim Mattar (secretário especial de Desestatização e Desinvestimento do Ministério da Economia). Nossa colunista Angela Bittencourt, além de comentar a última semana de muitos acontecimentos, aponta o nome preferido dos mercados nesta reportagem.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vai respingar na Previdência?

A reforma da Previdência caminhou na Câmara na semana passada, mas o clima não foi de “festinha”. A sexta-feira foi marcada por troca de farpas entre o ministro Paulo Guedes e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, por causa das alterações na proposta. Inevitável fazer a pergunta: a crise de Levy vai impactar na tramitação do projeto? O cientista político da Tendências Consultoria Integrada, Rafael Cortez, responde aqui.

Nem aquele 1%...

Se 1% de crescimento já é pouco, agora os economistas não esperam nem isso para o PIB de 2019. O boletim Focus divulgado hoje estima um crescimento de 0,93% na economia. É a 16ª semana seguida que a projeção é reduzida. Além da queda do PIB, a publicação do Banco Central, que reúne estimativas de economistas, também projeta uma redução na Selic no fim de 2019: de 5,75%, ante 6,50%. Vale lembrar que a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC começa amanhã.

O bilionário com o salário de US$ 1

Larry Page, bilionários

Chega domingo à noite e, inevitavelmente, bate aquela sensação de fim de semana terminando. Tem como começar uma segunda-feira inspirado? Se depender do Seu Dinheiro, sim. Ontem estreamos uma série que vai contar a história dos 10 homens mais ricos do mundo. Quem são? Como vivem? Como ficaram bilionários? Muitos deles começaram do zero e podem te inspirar… Quem sabe um dia é a sua foto lá na Forbes (não custa sonhar!). Começamos a contagem regressiva de fortunas (haja dedo) com Larry Page , o 10º mais rico do mundo. Ele criou o Google, ama carros voadores e tem o salário de US$ 1 (isso mesmo que você leu).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Bula do Mercado: ruídos políticos em Brasília

A semana curta, interrompida pelo feriado na quinta-feira, promete agitação no campo político, com os investidores refletindo as movimentações do fim de semana. O mercado avalia o pedido de demissão de Joaquim Levy da presidência do BNDES e a última troca de farpas entre Rodrigo Maia e Paulo Guedes sobre o relatório da reforma da Previdência.

Enquanto a política comanda o mercado local, o exterior aguarda a reunião do G-20, que acontece no fim do mês. A maior expectativa é pelo encontro entre Donald Trump e Xi Jinping, que pode colocar um fim na guerra comercial. Lá fora, as principais bolsas asiáticas fecharam em alta. Enquanto isso, os índices futuros em Nova York exibem ganhos moderados, deixando a abertura do pregão europeu à deriva.

Na sexta-feira, o Ibovespa fechou o dia com queda de 0,74%, aos 98.040,06 pontos, e com alta de 0,22% na semana. O dólar fechou a sessão com alta de 1,15%, a R$ 3,8991, um ganho de 0,57% na semana. Confira a Bula do Mercado para saber o que esperar de bolsa e dólar hoje.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
INSTABILIDADE

Bradesco fora do ar? Clientes registram instabilidade em diversos aplicativos do banco

16 de fevereiro de 2026 - 14:26

Os problemas na plataforma do Bradesco começaram por volta das 13h10 de hoje, segundo dados do site DownDetector

PAGAMENTO POR APROXIMAÇÃO

“Pix por aproximação não é uma prioridade para os brasileiros”, diz Apple, que defende direito de cobrar bancos por tecnologia

16 de fevereiro de 2026 - 9:40

Segundo a Apple, abrir o acesso ao NFC sem critérios rigorosos poderia expor usuários a hackers e malware

DESFILE DOS PROVENTOS

Dividendos pingando: Petrobras (PETR4) e mais uma empresa pagam acionistas nesta semana; veja quem tem direito

16 de fevereiro de 2026 - 8:48

Acionistas de PETR3 e PETR4 estão na lista de pagamentos; outra empresa também distribui proventos nesta semana

AUTOMÓVEIS

Fim da euforia dos carros elétricos? Stellantis nada contra a maré e revive motores a diesel na Europa elétrica

15 de fevereiro de 2026 - 16:02

Montadora recalibra estratégia após freio nas vendas de elétricos e pressão da concorrência chinesa; entenda a nova cartada da Stellantis na Europa

A CRISE SE APROFUNDA...

Membros do conselho do Banco de Brasília (BRB) apadrinhados por Ibaneis Rocha e Reag renunciam ao cargo

15 de fevereiro de 2026 - 9:15

Ambas as indicações atribuídas ao fundo da Reag constavam na ata da reunião na qual os conselheiros foram eleitos, em março de 2025

CONVERSÃO DE DÍVIDA

Cosan (CSAN3) e Shell apresentam propostas para aumento de capital da Raízen (RAIZ4), diz jornal: entenda o que está na mesa

14 de fevereiro de 2026 - 10:50

A Cosan (CSAN3) e o BTG Pactual (BPAC11), por meio de fundos, apresentaram uma proposta à Shell de reestruturação da Raízen. Já a inglesa Shell devolveu com um novo plano

WILL BANK

Tem até R$ 1 mil no will bank? Veja como receber o dinheiro de volta direto pelo aplicativo

14 de fevereiro de 2026 - 10:00

Fundo Garantidor de Crédito (FGC) vai antecipar o pagamento de até R$ 1 mil a credores do will bank pelo app do banco; veja o passo a passo para resgate

VENTOS FAVORÁVEIS

O bilhão da virada: Log (LOGG3) anuncia negócio histórico e JP Morgan ainda vê potencial de 21% de alta para as ações

13 de fevereiro de 2026 - 19:37

LOGG3 foi promovida para “compra” com preço-alvo em R$ 34; banco cita o início do ciclo de cortes na taxa básica como um dos principais gatilhos para o papel

GLOW UP

Depois de melhor ano da história, Riachuelo (RIAA3) irá retomar expansão de lojas em 2026 — conheça os planos da varejista

13 de fevereiro de 2026 - 17:30

Para 2026, a expectativa é de 15 novas unidades Riachuelo, em postos que já estão praticamente fechados, disse Miguel Cafruni, diretor financeiro, em entrevista ao Seu Dinheiro. 

TELECONFERÊNCIA COM ANALISTAS

Vale (VALE3): superamos todas as metas previstas para 2025, diz CEO – veja o que impulsionou o resultado, apesar da queda do preço do ferro

13 de fevereiro de 2026 - 16:59

Executivos destacam desempenho operacional recorde em teleconferência, apesar do prejuízo contábil no 4T25

DO TOMBO AO TOPO

A redenção da Eneva (ENEV3): após derreter na bolsa, ação lidera ganhos do Ibovespa com novos valores para leilão. Vale comprar agora? 

13 de fevereiro de 2026 - 14:32

Os papéis da companhia chegaram a subir mais de 8% nesta sexta-feira (13) com a revisão do preço-teto do leilão de reserva

DESAGRADOU MESMO?

Vale (VALE3) teve resultado sólido no 4T25, segundo analistas. Por que o mercado pune a mineradora e as ações caem mais de 1%?

13 de fevereiro de 2026 - 11:44

Os papéis da mineradora acumulam ganho de 22% em 2026; saiba se ainda há espaço para mais ou se VALE3 chegou ao topo da valorização para o ano

DESVALORIZADA

A conta do rebaixamento da Raízen (RAIZ4) chegou e é de R$ 11 bilhões: entenda o que motivou o impairment

13 de fevereiro de 2026 - 11:26

Com os recentes rebaixamentos feitos por agências de classificação de risco, a produtora acredita que será mais difícil vender ativos, recuperar créditos fiscais e até pegar crédito no mercado, já que perdeu o grau de investimento

MOMENTO DELICADO

Prestes a ser privatizada, Copasa (CSMG3) vê renúncia de presidente do conselho após delação premiada relacionada à Aegea

13 de fevereiro de 2026 - 10:47

A renúncia acontece em um momento sensível para a empresa, que atravessa processo de privatização por meio de oferta de ações na Bolsa

BALANÇO

IRB (IRBR3) lucra mais e promete a volta dos dividendos — mas fantasma da fraude reaparece com cobrança milionária de investidores

13 de fevereiro de 2026 - 9:59

Seis anos após crise contábil, resseguradora tenta consolidar virada enquanto enfrenta novas arbitragens de acionistas

BALANÇO DO 4T25

Vale (VALE3) tem prejuízo líquido de US$ 3,844 bilhões no 4T25, mas papéis sobem no after em Nova York

12 de fevereiro de 2026 - 20:38

Projeções da Bloomberg indicavam expectativas mais altas de receita e Ebitda, depois do recorde de produção e da volta ao topo do ranking global de minério

EFEITO DOMINÓ

S&P acende sinal amarelo após rebaixamentos da Raízen (RAIZ4) e muda perspectiva da Cosan (CSAN3) para negativa

12 de fevereiro de 2026 - 17:50

Com a Raízen afundando para a faixa de alto risco, a S&P passou a ver mais incertezas e riscos financeiros para a controladora

PRESSÃO NA CARTEIRA

A inadimplência do Banco do Brasil (BBAS3) subiu — e Novonor, ex-Odebrecht, é responsável por R$ 3,6 bilhões, diz site

12 de fevereiro de 2026 - 17:07

Antiga controladora da petroquímica teria sido responsável por evento pontual que pressionou indicador do BB, diz Money Times

PROVENTOS NO RADAR

Ambev (ABEV3) sobe mais de 4% apesar do lucro menor no 4T25; dividendos entram na conta. Vale comprar agora?

12 de fevereiro de 2026 - 16:10

Mesmo com pressão sobre volumes e margens, ABEV3 avança embalada por JCP e pelo humor do mercado; bancos divergem sobre o balanço

MELHOR ANO DA HISTÓRIA

Riachuelo (RIAA3): Após números do 4T25 baterem expectativas, é hora de comprar?

12 de fevereiro de 2026 - 16:07

As ações da ex-Guararapes reagem positivamente ao balanço do quarto trimestre de 2025, com o melhor ano da série histórica para a varejista de moda

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar