O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Resultado é 10% menor que o mesmo período do ano passado com efeito contábil na financeira Luizacred, mas fica dentro do esperado pelos analistas
Em linha com o que projetavam analistas ouvidos pela Bloomberg, o Magazine Luiza registrou lucro líquido de R$ 132,1 milhões no primeiro trimestre deste ano. O resultado é 10% menor que o mesmo período do ano passado.
As vendas totais da empresa, que incluem as lojas físicas, site e marketplace, atingiram R$ 5,7 bilhões, um aumento de 28%. As vendas pela internet (e-commerce) foram mais uma vez o destaque do balanço, com um avanço de 50%, para R$2,4 bilhões, o equivalente a 41% das vendas totais.
O Magalu registrou Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 395,4 milhões no primeiro trimestre — alta de 31,6%, com margem de 9,1%. Mas o resultado financeiro líquido da empresa pesou, com uma despesa de R$ 98,9 milhões.
Além da despesa financeira, a queda no lucro mesmo com o aumento das vendas foi resultado da adoção das regras contábeis internacionais (IFRS) na financeira Luizacred. Considerando o resultado de acordo com as práticas contábeis estabelecidas pelo Banco Central, o lucro pró-forma do Magalu teria sido de R$ 156,8 milhões, segundo a empresa.
As ações da Magazine Luiza (MGLU3) eram negociadas em queda de 1,26% por volta das 10h30 de hoje, em linha com o Ibovespa. Confira nossa cobertura completa de mercados.
A divulgação do balanço acontece menos de uma semana depois da empresa anunciar a compra da Netshoes, por US$ 62 milhões. No último mês, a Magalu também abriu 48 lojas nos Estados do Pará, entrando na região Norte do país.
Leia Também
"Com as novas lojas e centro de distribuição, o tempo de entrega dos produtos adquiridos online pelos consumidores dessas regiões será reduzido de forma significativa", diz a empresa, que avança no seu plano de se tornar uma versão brasileira da Amazon.
A empresa registrou um avanço muito forte do seu marketplace: cresceu 244%. O número representa 18% do e-commerce total.
"O ganho de marketshare novamente foi impulsionado pela excelente performance do app, que alcançou cerca de 33 milhões de downloads, aumento do número de sellers e do sortimento do marketplace", diz a Magalu, no relatório que acompanha o balanço.
A Luizacred, unidade financeira do Magazine Luiza, registrou crescimento expressivo. A base de cartões aumentou 26,3% comparado ao primeiro trimestre de 2018, atingindo 4,4 milhões de cartões. No mesmo período, o faturamento total do Cartão Luiza foi de R$5,7 bilhões, crescendo 36,8%.
A carteira de crédito total cresceu 48,3%, alcançando R$ 8,8 bilhões. "Considerando as práticas contábeis estabelecidas pelo Banco Central e, consequentemente, sem os efeitos da adoção do IFRS 9, o lucro da Luizacred foi de R$35,6 milhões", explica a administração da varejista.
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda
Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações
Com o aumento dos investimentos, as margens continuam comprimidas, então o retorno para acionistas não deve vir no curto prazo, acredita o banco. Entrada no segmento farmacêutico também deve ser gradual, com projeto piloto lançado ainda neste ano
Banco vê espaço para revisões positivas de lucro, impulsionadas por minério mais caro, disciplina de capital e resiliência da demanda chinesa
Apple lança update com foco em segurança, entretenimento e acessibilidade, em sintonia com discussões como a Lei Felca
Fundo minoritário propõe injetar capital novo na operação, mas exige antes reconfigurar a governança da companhia; entenda
Empresas já estão renegociando dívidas com credores há muito tempo, mas, para algumas, o fôlego acabou. Guerra e juros altos podem levar a uma piora do cenário corporativo, segundo especialistas consultados por Seu Dinheiro
Gigante do e-commerce vê espaço para crescer e acelera aportes em logística e serviços financeiros; confira os detalhes do plano
Com base no desempenho do quarto trimestre de 2025, banco destaca quais empresas conseguiram driblar os juros altos e o consumo fraco no final do ano passado
BTG vê avanço operacional e melhora financeira após Investor Day, mas mantém cautela com juros altos e estrutura de capital
Ainda não é possível saber qual o tamanho do impacto do Imposto Seletivo sobre cervejas, que ainda não foi regulamentado; efeito sobre a Ambev deve ser neutro
Suspensão temporária no principal motor do negócio resulta em balanço “misto” no 4T25. Vale a pena manter o otimismo com as ações agora?
Nos últimos dias, diversos vídeos nas redes sociais mostram que a Zara reprecificou diversos produtos. A própria XP verificou, em levantamento, que os itens ficaram 15% mais baratos, com alguns cortes chegando a 30%