O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Analistas estão otimistas com potencial das aquisições efetuadas pela companhia, mas têm recomendação neutra e preço-alvo levemente abaixo do preço de mercado atual
O Goldman Sachs iniciou, nesta semana, a cobertura das ações da Hapvida (HAPV3) com recomendação neutra e preço-alvo de R$ 54 por ação, uma desvalorização de cerca de 5% frente ao preço de mercado nesta terça-feira (26), na faixa dos R$ 57. Os prognósticos dos analistas para a empresa são bons, mas pelas suas observações, eles consideram a ação meio cara quando comparada a seus pares latino-americanos e globais.
"Nós consideramos que a companhia vai continuar a crescer em um ritmo forte, conforme incorpora suas aquisições recentes e continua a consolidar um setor fragmentado", diz o relatório assinado pelos analistas Tito Labarta, Jonathan Uriel Schajnovetz e Ashok Sivamohan.
Para o período entre 2019 e 2020, eles projetam, para a companhia, uma taxa de crescimento anual composto (CAGR, a taxa de retorno suavizada) de 33% para o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) e 21% para o lucro por ação (EPS ou LPA).
Mas fazem uma ressalva com o indicativo de que a ação está cara: "no entanto, a ação disparou 83% neste ano (24% acima do Ibovespa). Deste modo, a ação está negociando a 39,4 vezes o lucro projetado para 2020 (P/E ou P/L) e 27,9 vezes o EV/Ebitda (valor da empresa sobre a geração de caixa medida pelo Ebitda), ambos os indicadores bem acima de seus pares latino-americanos e globais", diz o relatório.
A Hapvida - que atua no segmento de saúde suplementar, com plano de saúde e rede hospitalar e ambulatorial própria - abriu o capital em 2018 e desde então vem focando na estratégia de crescer via aquisições.
Neste ano, fechou dois grandes negócios, as compras do Grupo América por R$ 426 milhões e do Grupo São Francisco por R$ 5 bilhões, completada no dia 1º de novembro.
Leia Também
A aquisição do Grupo São Francisco trouxe para a Hapvida 1,8 milhão de clientes, o que representa hoje 44% do seu total de usuários, e foi a porta de entrada da companhia nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul. Anteriormente, a atuação da empresa se restringia às regiões Nordeste e Norte.
Para os analistas do Goldman, há boas oportunidades de criação de sinergias, o que deve "ajudar a elevar o crescimento da receita para 40% em 2020 e 14% em 2021", diz o relatório. "Nós também esperamos crescimento da margem Ebitda de 19% em 2020 para 21% em 2021", completam.
Quanto à aquisição do Grupo América, ainda não completada, ela tem o potencial de trazer mais 190 mil clientes para a Hapvida.
O potencial das futuras aquisições planejadas pela companhia, que recentemente captou cerca de R$ 2 bilhões numa nova oferta de ações (follow-on), também é visto com bons olhos pelos analistas.
Segundo o relatório, as novas compras podem contribuir para uma maior consolidação da presença da Hapvida nas regiões Sul e Sudeste, onde "os dez principais provedores têm menos de 50% de participação de mercado e a Hapvida tem menos de 2%". Em outras palavras, o mercado de saúde suplementar ainda é bastante fragmentado, com bom espaço para consolidação.
Tito Labarta, Jonathan Uriel Schajnovetz e Ashok Sivamohan destacam, no entanto, que a estratégia de crescimento via aquisições tem riscos de execução e integração.
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior
Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa
Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos
No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo
Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques
Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante
A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora
Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado
Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro
Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados
Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis
Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação
Em entrevista exclusiva, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, detalha o que já realizou no banco e o que ainda vem pela frente
Ganhos não recorrentes do fundo sustentem proventos na casa de R$ 0,12 por cota até o fim do primeiro semestre de 2026 (1S26), DY de quase 16%