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Caso foi revelado pela Bloomberg; empresa diz que usuários afetados teriam escolhido a opção de ter seus áudios transcritos

O Facebook pagou centenas de terceirizados para transcrever arquivos de áudios de usuários de seus serviços, disse a agência Bloomberg nesta terça-feira, 13.
De acordo com o texto, as pessoas contratadas não foram informadas sobre onde os áudios foram gravados e nem como foram obtidos.
À reportagem o Facebook confirmou que estava transcrevendo os áudios dos usuários. "Assim como a Apple e o Google, paramos a análise humana do áudio há mais de uma semana", disse a companhia.
O Facebook disse que usuários afetados teriam escolhido, no aplicativo de mensagens, a opção de ter seus áudios transcritos. Os terceirizados tinha de verificar se a inteligência artificial do Facebook interpretava corretamente as mensagens, que chegam aos funcionários como anônimas.
O Facebook sofre um escrutínio público nos últimos meses por conta do uso indevido de informações pessoais de usuários. Em julho, a empresa teve de fechar um acordo de US$ 5 bilhões com a Comissão Federal de Comércio - órgão de defesa do consumidor dos Estados Unidos.
A cifra impactou no lucro líquido do segundo trimestre deste ano da empresa, que caiu 49%, para US$ 2,6 bilhões. Por outro lado, o Facebook teve expansão na receita, em 28%, e na base de usuários, 8%.
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Na tarde desta quarta-feira, as ações do Facebook negociadas na Nasdaq sofriam uma queda de mais de 4%, sendo cotadas a US$ 181. Acompanhe a cobertura de mercados de hoje do Seu Dinheiro.
Grandes empresas de tecnologia, incluindo a Amazon e a Apple, vêm sendo criticadas por coletar trechos de áudio de dispositivos e submetê-los a críticas humanas. A prática, segundo críticos, invade a privacidade.
A Bloomberg disse que informou pela primeira vez em abril que a Amazon tinha uma equipe de milhares de trabalhadores em todo o mundo ouvindo as solicitações de áudio do Alexa com o objetivo de melhorar o software.
Análise humana semelhante foi usada para o Assistente do Google da Siri e da Alphabet.
Desde então, Apple e o Google dizem que não estão mais envolvidos na prática, e a Amazon disse que permitirá que os usuários desativem a revisão humana.
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