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Empresa, que chegou a entrar na lista de estatais a serem privatizadas, informou, na semana passada, que cogitava até fechar capital
O conselho da Telebras convocou uma assembleia para discutir a proposta de aumento de capital, de R$ 1,5 bilhão para R$ 3,1 bilhões.
Para isso, a empresa deve capitalizar créditos da União no valor de R$ 1,5 bilhão. A proposta em discussão pela Telebras prevê a emissão de 10 milhões de ações ordinárias e oito milhões de ações preferenciais.
Segundo a companhia, o preço de emissão será de R$ 117,59 por ação ordinária (TELB3) e R$ 39,02 por papel preferencial (TELB4), para subscrição privada.
As ações ON fecharam estáveis nesta terça-feira (1º), a R$ 114, enquanto as ações PN fecharam em alta de 2,33%, a R$ 36,89. Confira o desempenho do mercado hoje na nossa cobertura de mercados.
A Telebras passa por incertezas neste ano. Em agosto, a empresa entrou na lista do governo de estatais a serem privatizadas, e suas ações, desde então, passaram por uma montanha-russa.
Na semana passada, a companhia informou que avaliava também fechar capital. A empresa decidiu consultar seu acionista controlador, a União - afinal, ela própria não teria dinheiro para tocar uma operação com essa.
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No segundo trimestre deste ano, a Telebras registrou prejuízo de R$ 113,9 milhões, aumento de 85,7% em relação ao mesmo período de 2018.
O Ebitda (sigla para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi negativo em R$ 31,9 milhões.
Em outras palavras, a empresa opera no vermelho e não gera caixa - desempenho que tem se repetido a cada trimestre.
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
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