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Com mais de 37,5 milhões de clientes no país, Oi passa a ser avaliada em apenas R$ 4,4 bilhões na B3; só hoje, as ações ordinárias da operadora registraram uma desvalorização de 27%, cotadas a R$ 0,73
Em uma deterioração poucas vezes vista na bolsa, a operadora de telefonia Oi perdeu quase metade do valor de mercado em um intervalo de apenas quatro pregões na bolsa.
Só hoje, as ações ordinárias (OIBR3) registraram uma desvalorização de 27%, cotadas a R$ 0,73. Leia também nossa cobertura completa de mercados hoje.
O primeiro gatilho para as vendas maciças dos papéis da Oi ocorreu logo após a divulgação do balanço do segundo trimestre, que ocorreu na última quarta-feira após o fechamento da bolsa.
Com mais de 37,5 milhões de clientes no país, a operadora registrou prejuízo de R$ 1,559 bilhão, 24% maior do que no mesmo período de 2018. Além do prejuízo, a companhia apresentou um salto de 24% na dívida líquida e uma redução de 31,5% no caixa disponível em apenas um trimestre.
Enquanto o mercado ainda tentava digerir os números ruins, surgiu a notícia de que a Anatel poderia tomar a concessão de telefonia fixa da Oi e intervir na companhia.
Com uma possível intervenção, acaba o que talvez seja o grande trunfo para os acionistas da companhia: o ganho com a venda de operações, em particular a de telefonia móvel.
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A agência reguladora divulgou nota negando a informação, mas não afastou os temores de que a notícia acabe se tornando uma profecia autorrealizável.
A rápida perda de valor na bolsa também destampou a panela das disputas pelo poder na empresa. A gestora GoldenTree, que detém 14,57% de participação da Oi, enviou uma carta ao conselho de administração na qual pede a troca do presidente executivo da companhia, Eurico Teles.
Com a forte queda das ações de hoje, a Oi acumula uma perda de R$ 4,2 bilhões na bolsa desde a quarta feira passada e passa a ser avaliada em apenas R$ 4,4 bilhões.
A rápida deterioração coloca mais pressão no processo de venda de ativos, o que por outro lado coloca o poder de barganha do lado dos potenciais interessados. A TIM, eterna noiva da companhia, não teria interesse em uma fusão neste momento. Um fôlego extra poderia vir de uma linha de crédito emergencial, mas o fato de a empresa já ter dado calote nos bancos ao entrar em recuperação judicial pesa bastante contra.
A crise na operadora, contudo, pode ajudar a destravar o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 79/2016, que cria um novo marco das telecomunicações no Brasil e tem a Oi como principal beneficiada. Esse é outro fator considerado vital para a sobrevivência da operadora, o caso de maior fracasso entre as "campeãs nacionais" que foram gestadas nos governos petistas.
Seja como for, a empresa parece ter entrado naquele típico momento binário, em que as coisas podem dar muito certo ou caminhar para um irremediável e amargo final. E você, se arrisca a cravar um destino para a Oi? Deixe seu comentário logo abaixo.
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