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Ações preferenciais da empresa abriram em alta nesta terça-feira, 28, subindo 0,53% por volta das 10h30, cotadas a R$ 26,38, enquanto as ordinárias valorizavam 0,07%, cotada a R$ 28,77
O mercado de ações está tranquilo em relação à próxima reunião do Supremo Tribunal Federal (STF), na quinta-feira, 30, quando o colegiado do órgão vai julgar a decisão do ministro Edson Fachin sobre as licitações da Petrobras. De acordo com o analista da Mirae Asset Wealth Management Pedro Galdi, "o mercado nem está levando isso a sério".
As ações preferenciais da empresa abriram em alta nesta terça-feira, 28, subindo 0,53% por volta das 10h30, cotadas a R$ 26,38, enquanto as ordinárias valorizavam 0,07%, cotada a R$ 28,77.
A decisão de Fachin reestabeleceu outra medida tomada em 2018 contra a venda sem licitações da Petrobras pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5), que já havia sido derrubada.
Por este motivo, o analista prevê nova revirada na quinta-feira. "Não tem o menor sentido barrar uma venda que foi feita há dois meses", disse Galdi referindo-se à venda da Transportadora Associada de Gás (TAG) da estatal para a Engie e um fundo canadense. por US$ 8,6 bilhões.
Segundo Galdi, uma decisão definitiva sobre o assunto "anularia todo o programa de desinvestimento da empresa e com isso a sua recuperação econômica", avaliou.
O STF marcou para esta quinta-feira a votação da Reclamação feita pelo Sindicato Unificado dos Petroleiros do Estado de São Paulo (Sindipetro-SP) com sindicatos de petroleiros da Bahia e do Paraná.
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"A expectativa é que de que o pedido seja derrubado e não afete as demais vendas da empresa", afirmou o especialista.
A produção superou em 0,5 ponto porcentual o limite do guidance da estatal, que previa crescimento de até 4%. O volume representa alta de 11% em relação a 2024.
A companhia, que tenta se reestruturar, anunciou no fim do ano passado uma capitalização de R$ 797,3 milhões, voltada ao fortalecimento da estrutra financeira
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