O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ainda assim, a empresa teve maior gasto com combustível em 2018 com aumento de US$ 664 milhões nos custos e perda de US$ 157,7 milhões por conta da taxa cambial.
A companhia aérea Latam divulgou, ontem à noite (12), os resultados do quarto trimestre de 2018. A empresa registrou lucro líquido de US$ 148,658 milhões, o que representa um crescimento de 121,3% em relação ao mesmo período do ano passado. Já na comparação anual, a Latam apresentou lucro líquido de US$ 181,935 milhões, ou seja, uma alta de 17,1%, quando comparado a 2017. O valor é o maior resultado desde a associação feita entre a Lan e a Tam.
Ainda assim, a empresa teve maior gasto com combustível em 2018 com aumento de US$ 664 milhões nos custos e perda de US$ 157,7 milhões por conta da taxa cambial.
No quesito Ebitda, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização do último trimestre do ano ficou em US$ 542,612 milhões, uma alta de 3,6%. Já no acumulado de 2018, o Ebitda terminou o ano com queda de 1,7% e fechou em US$ 1.686.764
O resultado operacional do último trimestre do ano, por sua vez, aumentou 9,3% e ficou em US$ 295,153 milhões. Mas, se olharmos para o ano todo, o resultado operacional fechou em US$ 705,119 milhões, o que representa uma desvalorização de 1,3% em relação ao ano anterior. Uma das razões foi o aumento de 29,7% nos preços do querosene na aviação.
Além disso, ao final do trimestre, a dívida financeira bruta da LATAM foi de US$ 7,3 bilhões, uma redução de US$ 629,9 milhões em relação ao ano anterior, diminuindo sua alavancagem de 4,5x para 4,3x em setembro de 2018. Para 2019, a empresa possui aproximadamente US$ 986 milhões em vencimentos de dívidas.
Também houve expansão da margem operacional da companhia. No último trimestre do ano, a margem operacional atingiu 10,6%, um aumento de 0,8 ponto percentual em relação ao mesmo período do ano anterior. O crescimento está ligado a alta de 2,3% nas receitas de passageiros e ao fato de que as despesas operacionais ficaram relativamente estáveis durante o período, apesar do aumento de 27,9% nos custos de combustível.
Leia Também
Na justificativa da companhia, "o ano de 2018 foi desafiador para a indústria de aviação sul-americana, com aumento nos preços dos combustíveis, instabilidade política anterior à eleição presidencial no Brasil, volatilidade econômica na
Argentina e desvalorização das moedas locais, que impactou a demanda por viagens internacionais".
A empresa ainda acrescentou que durante o ano passado alcançou alguns marcos como uma redução de US$ 2,2 bilhões nos compromissos de frota entre 2018 e 2021 e o anúncio da intenção de adquirir a participação minoritária da Multiplus, que foi aprovada pela CVM em fevereiro de 2019. Assim, a empresa lançou uma oferta pública de aquisição, que ocorrerá entre os dia 1 de março e 1 de abril, para os 27,3% que pertencem aos acionistas minoritários, ao preço de R$ 26,84 por ação.
Houve também a aprovação para implementar os Joint Business Agreements (JBAs) entre a LATAM, a American Airlines e a IAG. Além disso, em fevereiro de 2019, a Latam Airlines aumentou o seu capital votante na TAM de 49% para 51%, mas sem alterar a administração e a operação da Latam Airlines Brasil.
A Latam também disse, em 2018, o custo por Ask excluindo combustível (custo operacional dividido pelo total de assentos-quilômetro oferecidos) caiu 10,8%, em relação ao ano anterior. E destacou que, em fevereiro deste ano, a companhia inaugurou um Centro de Manutenção de Linha (CML) no Aeroporto Internacional de Guarulhos, o que deve reduzir os custos anuais em cerca de US$ 5,5 milhões.
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público
Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%
A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa
Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais