Fundadores do Google, Larry Page e Sergey Brin deixam comando da Alphabet
Page deixará o posto de CEO e Brin não será mais presidente da holding; eles continuam envolvidos como acionistas e membros do Conselho de administração
Dona do Google, a Alphabet anunciou que Larry Page, cofundador da empresa, deixará o posto de CEO. Em seu lugar deve assumir, Sundar Pichai, que comanda o Google desde 2015.
A decisão foi anunciada no blog do Google, em carta assinada por Page e Sergey Brin, outro fundador da companhia, que deixará a presidência da Alphabet. Ambos continuarão envolvidos como cofundadores, acionistas e membros do Conselho de administração da Alphabet, diz a empresa.
No documento assinado pelos dois executivos, eles comparam a Alphabet, que passou por uma reestruturação em 2015, a uma pessoa que chegou aos 21 anos.
"Embora tenha sido um tremendo privilégio estar profundamente envolvido no gerenciamento diário da empresa por tanto tempo, acreditamos que é hora de assumir o papel de pais orgulhosos - oferecendo conselhos e amor, mas não incomodando diariamente", escrevem.
Larry Page e Sergey Brin fundaram o Google em setembro de 1998. Hoje, a empresa tem mais de 100 mil funcionários em todo o mundo, com uma ampla gama de produtos e plataformas populares. Em outubro de 2015, a Alphabet tornou-se a holding controladora do Google.
Quem é Larry Page?
Nascido em 26 de março de 1973 em Michigan, nos Estados Unidos, Page é filho de um casal de professores da Universidade de Michigan, e sempre teve interesse por computadores.
Leia Também
Desmontar máquinas e montá-las novamente era uma diversão para o jovem Larry, que queria entender como elas funcionavam. Outro hobby da juventude era tocar o saxofone.
A jornada de Page começou quando ele foi para Stanford para fazer um doutorado, e conheceu o colega Sergey Brin, em 1995, com quem criaria o Google. Curiosamente, a semente para a criação do site mais acessado do mundo veio em um sonho.
Segundo o empresário conta, aos 23 anos ele acordou de um sonho se perguntando se poderia “baixar” toda a internet. A partir disso, passou a trabalhar em uma maneira de classificar as páginas da internet por seus links de entrada, e não de acordo com a quantidade de palavras compatíveis com a busca.
Com isso, as páginas eram listadas de acordo com a sua relevância. Ajudado pelo sócio, em 1996 ele criou um mecanismo de busca que foi batizado inicialmente de BackRub.
O nome foi alterado para Google pouco tempo depois, com a missão de organizar toda a informação disponível no mundo e torná-la acessível e útil. A partir deste momento, em 1998, o Google começou a chamar atenção não apenas da comunidade acadêmica, mas também de investidores do Vale do Silício.
Elon Musk descarta pressão sobre a Tesla com a nova IA para carros da Nvidia — mas o mercado parece discordar
O bilionário avaliou que, mesmo com a ajuda da Nvidia, levaria “vários anos” para que as fabricantes de veículos tornassem os sistemas de direção autônoma mais seguros do que um motorista humano
Não é o ferro: preço de minério esquecido dispara e pode impulsionar a ação da Vale (VALE3)
O patinho feio da mineração pode virar cisne? O movimento do níquel que ninguém esperava e que pode aumentar o valor de mercado da Vale
MEI: 4 golpes comuns no início do ano e como proteger seu negócio
Segundo relatos reunidos pela ouvidoria do Sebrae, as fraudes mais frequentes envolvem cobranças falsas e contatos enganosos
Depois do tombo de 99% na B3, Sequoia (SEQL3) troca dívida por ações em novo aumento de capital
Empresa de logística aprovou um aumento de capital via conversão de debêntures, em mais um passo no plano de reestruturação após a derrocada pós-IPO
JP Morgan corta preço-alvo de Axia (AXIA3), Copel (CPLE6) e Auren (AURE3); confira o que esperar para o setor elétrico em 2026
Relatório aponta impacto imediato da geração fraca em 2025, mas projeta alta de 18% nos preços neste ano
O real efeito Ozempic: as ações que podem engordar ou emagrecer com a liberação da patente no Brasil
Com a abertura do mercado de semaglutida, analistas do Itaú BBA veem o GLP-1 como um divisor de águas para o varejo farmacêutico, com um mercado potencial de até R$ 50 bilhões até 2030 e que pressionar empresas de alimentos, bebidas e varejo alimentar
A fabricante Randon (RAPT4) disparou na bolsa depois de fechar um contrato com Arauco e Rumo (RAIL3); veja o que dizem os analistas sobre o acordo
Companhia fecha acordo de R$ 770 milhões para fornecimento de vagões e impulsiona desempenho de suas ações na B3
Dona da Ambev (ABEV3) desembolsa US$ 3 bi para reassumir controle de fábricas de latas nos EUA; veja o que está por trás da estratégia da AB InBev
Dona da Ambev recompra participação em sete fábricas de embalagens metálicas nos Estados Unidos, reforçando presença e mirando crescimento já no primeiro ano
Ações da C&A (CEAB3) derretem quase 18% em dois dias. O que está acontecendo com a varejista?
Empresa teria divulgado números preliminares para analistas, e o fechamento de 2025 ficou aquém do esperado
Shopee testa os limites de até onde pode ir na guerra do e-commerce. Mercado Livre (MELI34) e Amazon vão seguir os passos?
Após um ano de competição agressiva por participação de mercado, a Shopee inicia 2026 testando seu poder de precificação ao elevar taxas para vendedores individuais, em um movimento que sinaliza o início de uma fase mais cautelosa de monetização no e-commerce brasileiro, ainda distante de uma racionalização ampla do setor
Depois de Venezuela, esse outro país pode virar o novo “El Dorado” da Aura Minerals (AURA33)
A mineradora recebeu a licença final de construção e deu início às obras preliminares do Projeto Era Dorada. Como isso pode impulsionar a empresa daqui para frente?
A vez do PicPay: empresa dos irmãos Batista entra com pedido de IPO nos EUA; veja o que está em jogo
Fintech solicita IPO na Nasdaq e pode levantar até US$ 500 milhões, seguindo o movimento de empresas brasileiras como Nubank
GM, Honda e grandes montadoras relatam queda nas vendas nos EUA no fim do ano; saiba o que esperar para 2026
General Motors e concorrentes registram queda nas vendas no fim de 2025, sinalizando desaceleração do mercado automotivo nos EUA em 2026 diante da inflação e preços elevados
Passa vergonha com seu e-mail? Google vai permitir trocar o endereço do Gmail
Mudança, antes considerada impossível, começa a aparecer em páginas de suporte e promete livrar usuários de endereços de e-mail inadequados
Smart Fit (SMFT3) treina pesado e chega a 2 mil unidades; rede planeja expansão para 2026
Rede inaugura unidade de número 2 mil em São Paulo, expande presença internacional e prevê abertura de mais 340 academias neste ano
Como o Banco Master entra em 2026: da corrida por CDBs turbinados à liquidação, investigações e pressão sobre o BC
Instituição bancária que captou bilhões com títulos acima da média do mercado agora é alvo de investigações e deixa investidores à espera do ressarcimento pelo FGC
BTG Pactual (BPAC11) amplia presença nos EUA com conclusão da compra do M.Y. Safra Bank e licença bancária para atuar no país
Aquisição permite ao BTG Pactual captar depósitos e conceder crédito diretamente no mercado norte-americano, ampliando sua atuação além de serviços de investimento
Adeus PETZ3: União Pet, antigas Petz e Cobasi, estreia hoje novo ticker na B3
Os antigos acionistas da Petz passam a deter, em conjunto, 52,6% do capital social da União Pet; eles receberão novos papéis e pagamento em dinheiro
Tesla perde liderança para a BYD após queda nas vendas de veículos elétricos
As vendas da Tesla caíram 9% em 2025 e diminuíram 16% no quarto trimestre em comparação com o mesmo período do ano anterior
Antiga Cobasi conclui combinação de negócios com a Petz e ganha novo ticker; veja a estreia na B3
A transação foi realizada por meio de reorganização societária que resultou na conversão da Petz em subsidiária integral da União Pet