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Situação que é vista como alternativa para a empresa abandonar unidades não lucrativas e recapitalizar seu negócio
Uma gigante do varejo de moda está a poucos passos de pedir recuperação judicial. De acordo com a agência Bloomberg, a Forever 21 vive uma situação financeira bastante delicada, com vendas em baixa e uma sequência de estratégias mal-sucedidas.
A diretoria tenta a todo custo evitar uma RJ, mas um pedido como esse ajudaria a empresa a abandonar unidades não lucrativas e recapitalizar seu negócio.
Recentemente a rede de lojas, famosa pelo atendimento ao público jovem, fez várias negociações para conseguir captar mais dinheiro no mercado e contratou consultores para reestruturar sua dívida. O resultado dessa investida, porém, ainda não rendeu frutos.
Fundada em 1984, a rede opera atualmente mais de 800 lojas espalhadas pelos Estados Unidos, Europa, Ásia e América Latina.
Grande parte da pressão financeira que a Forever 21 está vivendo é reflexo do avanço da concorrência online. Os preços baixos praticados na internet e a facilidade em se comprar sem sair de casa atinge sobretudo a parcela mais jovem da população - justamente o público-alvo da rede de varejo.
Mas os problemas não são de hoje. Há alguns anos a empresa embarcou em uma estratégia de negócios baseada no lema "a dívida de hoje é o lucro de amanhã". Na prática, a companhia fez mais dívidas para conseguir uma rápida e grande expansão mundial, estratégia que inclusive abarcou as lojas abertas do Brasil a partir de 2017.
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Ocorre que o pagamento dessa dívida era para ter ocorrido de forma muito mais rápida do que realmente foi. No meio do ano, o mercado estimava um débito de mais de US$ 500 milhões da Forever com um prazo de 3 anos de vencimento. Sem conseguir o retorno esperado em vendas com as novas lojas abertas, restou à diretoria a adoção de um plano de desinvestimentos e alongamento de dívida que, até agora, não obteve grandes resultados.
A Bloomberg também afirma que o problema financeiro da Forever não deve atingir apenas os negócios da varejista. Proprietários de shopping centers nos países em que a companhia atua correm o risco de verem mais uma grande rede abandonar seus estabelecimentos. Vale lembrar que o a Forever 21 é um dos maiores lojistas de shoppings ainda em pé após uma onda de falências no setor de varejo mundo afora.
Do outro lado da balança, críticos do modelo Forever dizem que a empresa deveria mudar seu atual modelo de baixo custo. O principal problema estaria justamente na qualidade das peças vendidas, já que concorrentes de peso vendem produtos melhores a preços semelhantes, ligeiramente acima dos da Forever.
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O que explica esse desempenho é a emissão de ações da companhia, para trocar parte de suas dívidas por participação.
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