O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
De acordo com a pesquisa, o emprego ficou estável e os outros indicadores tiveram queda. A utilização da capacidade instalada caiu 0,7 ponto porcentual na comparação com maio, atingindo 77,2% em junho.

O faturamento da indústria teve alta de 0,3% em junho na comparação com maio na série após ajustes sazonais. O dado consta da pesquisa Indicadores Industriais, divulgada nesta quinta-feira, 1º de agosto, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O faturamento real foi o único dos índices da pesquisa que registrou alta em junho na comparação com o mês anterior.
De acordo com a pesquisa, o emprego ficou estável e os outros indicadores tiveram queda. A utilização da capacidade instalada caiu 0,7 ponto porcentual na comparação com maio, atingindo 77,2% em junho.
O indicador das horas trabalhadas na produção também registrou queda de 0,1% em junho frente ao mês anterior. Esse é o segundo recuo consecutivo. A massa salarial dos trabalhadores da indústria teve recuo de 0,7% no mesmo período de comparação.
A pesquisa mostra ainda que todos os indicadores, quando dessazonalizados, terminaram o primeiro semestre do ano abaixo do registrado em dezembro do ano passado. Nessa comparação, o faturamento da indústria teve queda de 5%; horas trabalhadas, 0,5%; o emprego, 0,3%; massa salarial, 3,9%; e o rendimento médico, 2,1%. A Utilização da Capacidade Instalada apresenta recuo de 0,1 ponto porcentual no semestre.
"A indústria encerra o semestre sem avanços em termos de atividade e emprego. Fica evidente que, além das medidas estruturantes, de longo prazo, necessárias para um novo ciclo de crescimento, também são urgentes e críticas medidas de curto prazo para estimular a economia", afirma o economista da CNI Marcelo Azevedo, em nota divulgada pela entidade.
Segundo ele, a redução de 0,5 ponto porcentual na taxa Selic foi um primeiro passo nesse sentido, mas o economista afirma haver espaço para novas quedas. "Medidas que facilitem e reduzam o custo do financiamento também seriam muito importantes", afirma.
Leia Também
LUZ AMARELA NO CRÉDITO
JÁ DEU PARA ACOSTUMAR?
NA MIRA DA AUTARQUIA
REAÇÃO AO RESULTADO
DÍVIDA AINDA MAIOR
"MOMENTO HISTÓRICO"
VAI TER QUE ESPERAR?
SD ENTREVISTA
VAI PESAR NO BOLSO?
MAIS PROVENTOS
PAROU DE PIORAR?
TODO TRIMESTRE, ELE FAZ TUDO SEMPRE IGUAL
MAIS UMA TEMPESTADE?
SD ENTREVISTA
ENTREVISTA EXCLUSIVA
ENTRE FUTURO E PASSADO
SD EXPLICA
APETITE MAIOR?
DE OLHO NOS EUA
REAÇÃO AO RESULTADO