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Fabricante de aeronaves brasileira encerrou o ano com carteira de pedidos firmes a entregar (backlog) de 368 unidades no valor de US$ 16,3 bilhões, 10,9% abaixo dos US$ 18,3 bilhões em 2017
A Embraer anunciou o volume de entregas de jatos em 2018 nesta segunda-feia, 11. Ao todo, a companhia entregou 181, sendo 90 na aviação comercial e 91 na executiva (dos quais 64 leves e 27 grandes).
O primeiro segmento ficou dentro da estimativa de 85 a 95 jatos, já o outro grupo veio abaixo: a previsão para a entrega de jatos executivos era de 105 a 125.
A fabricante de aeronaves brasileira encerrou o ano com carteira de pedidos firmes a entregar (backlog) de 368 unidades no valor de US$ 16,3 bilhões, 10,9% abaixo dos US$ 18,3 bilhões em 2017.
Ainda de acordo com comunicado ao mercado divulgado há pouco, a companhia registrou no quarto trimestre entrega de 33 jatos comerciais e 36 executivos, dos quais 24 leves e 12 grandes.
A empresa destaca no período que foram concluídos os contratos acordados no Farnborough Airshow, que ocorreu em julho, como o da Republic Airways de pedido firme de 100 jatos E175 e direito de compra de mais 100.
Também citou a Azul, com pedido firme de 21 jatos E195-E2, além do contrato de três E190 com a Nordic Aviation Capital (NAC) e que a Binter Canarias encomendou três jatos E195-E2, com direito de compra a dois jatos adicionais do mesmo modelo.
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No quarto trimestre a American Airlines assinou um pedido firme de 15 jatos E175 e a Air Kiribati fez dois pedidos firmes do jato E190-E2 e direito de compra de outros dois.
Também a carteira de encomendas do trimestre inclui pedido firme adicional de nove jatos E175 feito pela SkyWest.
Na aviação executiva, a companhia destaca no último trimestre do ano os novos modelos de jatos executivos Praetor 500 e Praetor 600, com certificação e entrada em serviço aguardadas respectivamente para o terceiro e o segundo trimestres de 2019.
Por fim, na área de defesa, a companhia cita o Certificado de Tipo para o cargueiro KC-390 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e na área de serviços e suporte, diversos contratos internacionais.
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