🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Olivia Bulla

Olivia Bulla

Olívia Bulla é jornalista, formada pela PUC Minas, e especialista em mercado financeiro e Economia, com mais de 10 anos de experiência e longa passagem pela Agência Estado/Broadcast. É mestre em Comunicação pela ECA-USP e tem conhecimento avançado em mandarim (chinês simplificado).

A Bula do Mercado

Mercado repercute notícias do fim de semana, à espera do que vem por aí

Renúncia de ministro argentino, protesto pacífico em Hong Kong e novos comentários de Trump abrem a semana de negócios

Olivia Bulla
Olivia Bulla
19 de agosto de 2019
5:32 - atualizado às 9:43
Mas a expectativa dos investidores está no simpósio em Jackson Hole

O mercado financeiro inicia a segunda-feira repercutindo o noticiário do fim de semana, que trouxe mais um capítulo da crise na Argentina, com a renúncia do ministro da Fazenda, protesto pacíficos em Hong Kong e um novo tweet do presidente Donald Trump, dizendo que os Estados Unidos “estão indo muito bem com a China e conversando”. Mas os investidores estão mesmo de olho é nos bancos centrais, diante do receio cada vez maior de uma recessão global - negado pela Casa Branca.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O discurso do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, na sexta-feira, durante o simpósio anual em Jackson Hole (Wyoming) é o grande destaque da agenda econômica nesta semana. A expectativa é de que Jay confirme uma nova queda na taxa de juros norte-americana em setembro e mostre disposição a fazer o que for preciso para proteger os EUA da desaceleração econômica mundial, em meio aos impactos da guerra comercial.

O BC brasileiro também está nos holofotes nesta semana, após a mudança de atuação no mercado de câmbio, com a oferta de dólares via leilão à vista a partir de quarta-feira, o que não acontecia desde 2009. A nova postura da autoridade monetária não teve uma visão consensual e foi criticada, principalmente, por causa do momento da decisão, anunciada após a eclosão da crise na Argentina.

Aliás, os ativos do país vizinho devem abrir sobre uma renovada pressão hoje, após a decisão de Nicolás Dujóvne, no sábado, de deixar o cargo no Ministério da Fazenda, que ocupava desde janeiro de 2017. O governo Macri já escolheu um substituto. Hermán Lacunza, atual ministro da Economia de Buenos Aires, irá substituir o agora ex-ministro.

Ainda assim, a renúncia aumenta a turbulência política na Argentina, após a derrota do presidente Mauricio Macri nas prévias das eleições para a chapa que tem Cristina Kirchner como vice. A saída de Dujóvne tende a ampliar crise econômica no país, reforçando o mau humor dos investidores na região e impactando os negócios também aqui no Brasil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Daí, então, que será importante observar o comportamento do dólar, às vésperas do início dos leilões do BC. Na semana passada, a moeda norte-americana encerrou cotada no nível psicológico de R$ 4,00, pela primeira vez em quase três meses. Já a Bolsa brasileira amargou perdas de 4%, seguindo abaixo dos 100 mil pontos.

Leia Também

À flor da pele

Os investidores têm se mostrado mais sensíveis, alternando o humor ao sabor de cada nova notícia em torno das perspectivas para a atividade global. Com isso, o mercado financeiro tende a seguir com os nervos à flor da pele, o que tende a trazer uma intensa volatilidade e uma dose extra de cautela aos preço dos ativos ao redor do mundo.

Hoje, especificamente, um novo comentário de Trump em relação às negociações comerciais com a China combinado com a diminuição da violência em Hong Kong, pela primeira vez após semanas de protesto, guia uma melhora dos negócios lá fora. As principais bolsas asiáticas encerraram a sessão com fortes ganhos.

Tóquio subiu menos, com +0,7%, enquanto Xangai e Hong Kong tiveram altas de mais de 2%, cada, sendo o maior avanço do índice Hang Seng em mais de dois meses. Os investidores continuam avaliando a postura de Trump na guerra comercial, após ele sugerir que não deve haver um fim rápido na disputa com a China, dizendo não estar “preparado para fazer um acordo ainda”. O republicano mantém a estratégia morde-assopra, colocando também na mesa a situação em Hong Kong.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É cedo para dizer que a situação na ex-colônia britânica mudou. A região especial chinesa voltou a ter protestos pacíficos no domingo, após os recentes episódios violentos, com centenas de milhares de manifestantes tomando as ruas. O comparecimento demonstrou que o movimento ainda tem ampla adesão popular e mostra que a situação ainda é séria.

Em Nova York, os índices futuros amanheceram em alta, sinalizando uma sessão positiva em Wall Street, após as bolsas norte-americanas acumularem perdas pela terceira semana consecutiva ao final da última sexta-feira. Na Europa, as principais praças da região também abriram no azul, também após cair por três semanas seguidas.

Nos demais mercados, o petróleo avança mais de 1%, os bônus soberanos também sobem, ao passo que o dólar mede forças em relação às moedas rivais, perdendo terreno para o euro e o iene, mas avançando frente ao xará australiano e a libra esterlina. Aliás, os riscos crescentes de um Brexit desordenado continuam no radar, assim como a crise na Itália.

Ou seja, apesar da sinalização mais positiva neste início de semana, o cenário está longe de refletir uma reversão do humor global. Ao contrário, os ativos parecem estender a tônica da última sexta-feira, respondendo mais a fatores técnicos e de ajuste de fluxo, em um típico movimento de caça por pechinchas do que a dar por encerrada a aversão ao risco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Agenda começa devagar

Já a agenda econômica começa mais fraca, trazendo apenas a inflação ao consumidor (CPI) na zona do euro em julho. No Brasil, saem a segunda estimativa do IGP-M em agosto (8h), o relatório de mercado Focus do Banco Central (8h30) e os dados semanais da balança comercial (15h).

Para saber mais detalhes do que vem por aí, acesse A Bula da Semana.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
REAÇÃO AO BALANÇO

Magalu (MGLU3) passou no ‘teste de fogo da Selic’ enquanto outras sucumbiram, diz Fred Trajano

13 de março de 2026 - 13:39

CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce

FATIA MAIOR

Vale (VALE3) cancela quase 100 milhões de ações mantidas em tesouraria; entenda a vantagem para o acionista

13 de março de 2026 - 11:15

Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais

O MOTIVO DA QUEDA

Ouro naufraga na tempestade do Oriente Médio. É o fim da linha para o porto seguro dos investidores?

12 de março de 2026 - 16:14

O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas

MERCADOS

Sem colete à prova de balas, Ibovespa cai mais de 2% e dólar vai às máximas do dia; bolsa sangra com Irã-EUA e fogo amigo do IPCA 

12 de março de 2026 - 12:47

Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100

PEGOU UM SHAPE

Smart Fit (SMFT3) dá salto de 6% na bolsa. Para o BTG, a era fitness pode gerar lucro de 56% aos investidores

11 de março de 2026 - 16:41

A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano

INVESTIMENTOS

Recuperação extrajudicial do GPA (PCAR3) acende alerta em fundo imobiliário; varejista responde por 22% da receita do FII

11 de março de 2026 - 14:15

GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis

CRESCIMENTO FRACO

Dividendos da Telefônica (VIVT3) vão minguar? UBS alerta que sim. Entenda por que o banco agora recomenda venda das ações

11 de março de 2026 - 11:30

Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado

O FLUXO NÃO PAROU

R$ 42,5 bilhões em dinheiro gringo na B3: guerra não afasta o estrangeiro da bolsa brasileira

10 de março de 2026 - 19:35

O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3

MOMENTO DE DECISÃO

Depois do rali do petróleo, vem a dúvida: manter posição ou realizar lucros? Aqui está a resposta

10 de março de 2026 - 19:00

A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos

CONFLITO COM OS DIAS CONTADOS?

A guerra vai acabar? Verde diz o que pode parar Trump no Irã — e não é a disparada do petróleo

10 de março de 2026 - 12:35

Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro

O CÉU É O LIMITE

Até onde o petróleo pode chegar após atingir o maior nível desde 2022?

9 de março de 2026 - 18:29

Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar

EM BUSCA DE ABRIGO

Brasil vira porto seguro do UBS: por que o banco suíço está comprado em câmbio, juros e ações brasileiras?

9 de março de 2026 - 18:00

Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito

AO LADO DA PRIO

O que o gringo vê na Petrobras (PETR4)? Saiba por que a estatal é uma das preferidas entre os investidores estrangeiros

9 de março de 2026 - 15:04

Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação

REAÇÃO AOS RESULTADOS

O calcanhar de Aquiles da MRV (MRVE3) ainda é o mesmo: o que está por trás da queda forte nas ações após balanço do quarto trimestre?

9 de março de 2026 - 14:19

Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas

MERCADOS HOJE

Petróleo dispara com guerra no Oriente Médio, volta aos US$ 100 e coloca mercados em alerta; Focus prevê Selic mais alta no Brasil

9 de março de 2026 - 9:37

Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil

VALE ENTRAR?

Compass, Aegea, BRK: quais são as empresas na fila do IPO e como elas podem não repetir os erros de 2021

9 de março de 2026 - 6:03

A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido

ATENÇÃO, INVESTIDORES

Novos horários da B3: confira a programação da bolsa do Brasil a partir de segunda-feira, 9 de março

8 de março de 2026 - 17:01

Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais

DESTAQUES DA SEMANA

Braskem (BRKM5), Prio (PRIO3) e Petrobras (PETR3) lideram as maiores altas do Ibovespa na semana

7 de março de 2026 - 14:50

Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas

DECEPCIONOU O MERCADO

Tarifaço de Trump afeta lucro da Embraer (EMBJ3) no 4º trimestre de 2025, mesmo com receita recorde; ações caem mais de 5%

6 de março de 2026 - 12:00

A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?

FII DO MÊS

Fundo imobiliário defensivo para lucrar com juros ainda altos domina as recomendações de analistas para março; saiba qual é 

6 de março de 2026 - 6:04

Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar