🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Olivia Bulla

Olivia Bulla

Olívia Bulla é jornalista, formada pela PUC Minas, e especialista em mercado financeiro e Economia, com mais de 10 anos de experiência e longa passagem pela Agência Estado/Broadcast. É mestre em Comunicação pela ECA-USP e tem conhecimento avançado em mandarim (chinês simplificado).

A Bula do Mercado

Mercado repercute notícias do fim de semana, à espera do que vem por aí

Renúncia de ministro argentino, protesto pacífico em Hong Kong e novos comentários de Trump abrem a semana de negócios

Olivia Bulla
Olivia Bulla
19 de agosto de 2019
5:32 - atualizado às 9:43
Mas a expectativa dos investidores está no simpósio em Jackson Hole

O mercado financeiro inicia a segunda-feira repercutindo o noticiário do fim de semana, que trouxe mais um capítulo da crise na Argentina, com a renúncia do ministro da Fazenda, protesto pacíficos em Hong Kong e um novo tweet do presidente Donald Trump, dizendo que os Estados Unidos “estão indo muito bem com a China e conversando”. Mas os investidores estão mesmo de olho é nos bancos centrais, diante do receio cada vez maior de uma recessão global - negado pela Casa Branca.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O discurso do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, na sexta-feira, durante o simpósio anual em Jackson Hole (Wyoming) é o grande destaque da agenda econômica nesta semana. A expectativa é de que Jay confirme uma nova queda na taxa de juros norte-americana em setembro e mostre disposição a fazer o que for preciso para proteger os EUA da desaceleração econômica mundial, em meio aos impactos da guerra comercial.

O BC brasileiro também está nos holofotes nesta semana, após a mudança de atuação no mercado de câmbio, com a oferta de dólares via leilão à vista a partir de quarta-feira, o que não acontecia desde 2009. A nova postura da autoridade monetária não teve uma visão consensual e foi criticada, principalmente, por causa do momento da decisão, anunciada após a eclosão da crise na Argentina.

Aliás, os ativos do país vizinho devem abrir sobre uma renovada pressão hoje, após a decisão de Nicolás Dujóvne, no sábado, de deixar o cargo no Ministério da Fazenda, que ocupava desde janeiro de 2017. O governo Macri já escolheu um substituto. Hermán Lacunza, atual ministro da Economia de Buenos Aires, irá substituir o agora ex-ministro.

Ainda assim, a renúncia aumenta a turbulência política na Argentina, após a derrota do presidente Mauricio Macri nas prévias das eleições para a chapa que tem Cristina Kirchner como vice. A saída de Dujóvne tende a ampliar crise econômica no país, reforçando o mau humor dos investidores na região e impactando os negócios também aqui no Brasil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Daí, então, que será importante observar o comportamento do dólar, às vésperas do início dos leilões do BC. Na semana passada, a moeda norte-americana encerrou cotada no nível psicológico de R$ 4,00, pela primeira vez em quase três meses. Já a Bolsa brasileira amargou perdas de 4%, seguindo abaixo dos 100 mil pontos.

Leia Também

À flor da pele

Os investidores têm se mostrado mais sensíveis, alternando o humor ao sabor de cada nova notícia em torno das perspectivas para a atividade global. Com isso, o mercado financeiro tende a seguir com os nervos à flor da pele, o que tende a trazer uma intensa volatilidade e uma dose extra de cautela aos preço dos ativos ao redor do mundo.

Hoje, especificamente, um novo comentário de Trump em relação às negociações comerciais com a China combinado com a diminuição da violência em Hong Kong, pela primeira vez após semanas de protesto, guia uma melhora dos negócios lá fora. As principais bolsas asiáticas encerraram a sessão com fortes ganhos.

Tóquio subiu menos, com +0,7%, enquanto Xangai e Hong Kong tiveram altas de mais de 2%, cada, sendo o maior avanço do índice Hang Seng em mais de dois meses. Os investidores continuam avaliando a postura de Trump na guerra comercial, após ele sugerir que não deve haver um fim rápido na disputa com a China, dizendo não estar “preparado para fazer um acordo ainda”. O republicano mantém a estratégia morde-assopra, colocando também na mesa a situação em Hong Kong.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É cedo para dizer que a situação na ex-colônia britânica mudou. A região especial chinesa voltou a ter protestos pacíficos no domingo, após os recentes episódios violentos, com centenas de milhares de manifestantes tomando as ruas. O comparecimento demonstrou que o movimento ainda tem ampla adesão popular e mostra que a situação ainda é séria.

Em Nova York, os índices futuros amanheceram em alta, sinalizando uma sessão positiva em Wall Street, após as bolsas norte-americanas acumularem perdas pela terceira semana consecutiva ao final da última sexta-feira. Na Europa, as principais praças da região também abriram no azul, também após cair por três semanas seguidas.

Nos demais mercados, o petróleo avança mais de 1%, os bônus soberanos também sobem, ao passo que o dólar mede forças em relação às moedas rivais, perdendo terreno para o euro e o iene, mas avançando frente ao xará australiano e a libra esterlina. Aliás, os riscos crescentes de um Brexit desordenado continuam no radar, assim como a crise na Itália.

Ou seja, apesar da sinalização mais positiva neste início de semana, o cenário está longe de refletir uma reversão do humor global. Ao contrário, os ativos parecem estender a tônica da última sexta-feira, respondendo mais a fatores técnicos e de ajuste de fluxo, em um típico movimento de caça por pechinchas do que a dar por encerrada a aversão ao risco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Agenda começa devagar

Já a agenda econômica começa mais fraca, trazendo apenas a inflação ao consumidor (CPI) na zona do euro em julho. No Brasil, saem a segunda estimativa do IGP-M em agosto (8h), o relatório de mercado Focus do Banco Central (8h30) e os dados semanais da balança comercial (15h).

Para saber mais detalhes do que vem por aí, acesse A Bula da Semana.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
AÇÕES EM QUEDA FORTE

Amazon (AMZO34) aposta pesado em IA. Por que investimentos de R$ 1 trilhão assusta mercado e até o BTC pagou o pato?

6 de fevereiro de 2026 - 11:58

Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas

FII DO MÊS

FII de papel ou tijolo? Em fevereiro, os dois são queridinhos dos analistas; confira os fundos imobiliários no pódio

5 de fevereiro de 2026 - 6:14

Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora

HORA DE COMPRAR?

A Prio (PRIO3) já deu o que tinha que dar? Depois de subirem 20% no ano, papéis ainda podem disparar; Itaú BBA aponta gatilhos

4 de fevereiro de 2026 - 18:42

A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas

VAI PERDER O BONDE?

“Investidor pessoa física só gosta de bolsa quando já está cara”, diz Azevedo, da Ibiuna

4 de fevereiro de 2026 - 17:31

Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa

TOUROS E URSOS #258

Ibovespa nos 200 mil pontos? Gringos compram tudo — mas cadê os investidores brasileiros

4 de fevereiro de 2026 - 14:00

Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano

BRASIL NO CENTRO DO MUNDO

Bolsa com força total: gringos despejam R$ 26,3 bilhões em janeiro na B3 e superam todo o fluxo de 2025

3 de fevereiro de 2026 - 20:00

Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes

MAIS ENERGIA PARA A CARTEIRA

Tchau, Vale (VALE3): BTG escolhe nova “vaca leiteira” para sua carteira de dividendos — saiba qual é a ação escolhida para renda passiva

3 de fevereiro de 2026 - 18:35

A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos

DA CIDADE PARA O CAMPO

BTAL11 migra para fiagro e terá primeiro programa de recompra de cotas; entenda os impactos para os cotistas

3 de fevereiro de 2026 - 14:02

A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão

MERCADOS HOJE

Ibovespa salta para históricos 187 mil pontos e dólar cai. Corte da Selic é um dos gatilhos do recorde, mas não é o único

3 de fevereiro de 2026 - 12:31

Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026

DEPOIS DE A HOLDING PEDIR RJ

Fictor Alimentos (FICT3) desaba 40% na B3. Por que o mercado não acreditou que a empresa ficará de fora da RJ da holding?

2 de fevereiro de 2026 - 15:34

Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação

DESTAQUES DA BOLSA

Raízen (RAIZ4) dispara, volta a ser negociada acima de R$ 1 e lidera as altas do Ibovespa na semana; veja os destaques

1 de fevereiro de 2026 - 15:00

Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice

CRIPTOMOEDAS HOJE

US$ 2,4 bilhões liquidados em 24 horas: Bitcoin (BTC) sofre nova derrocada e opera abaixo dos US$ 80 mil. O que explica?

1 de fevereiro de 2026 - 12:01

Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas

BALANÇO DO MÊS

Ibovespa dispara em janeiro e nenhum outro investimento foi páreo — nem mesmo o ouro

30 de janeiro de 2026 - 19:34

Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente

NÃO PERCA O PRAZO

Gol (GOLL54) vai sair da bolsa com OPA, mas adesão ao leilão não é automática; veja o que o investidor deve fazer

30 de janeiro de 2026 - 18:13

A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa

DESCE E SOBE

Fundo imobiliário TGAR11 cai 14% em três dias, mas BB-BI diz que não é hora de vender — entenda o que pode impulsionar o FII na bolsa agora

30 de janeiro de 2026 - 12:55

O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados

NA ROTA DO CRESCIMENTO

FIIs driblam juros altos com troca de cotas, mas há riscos para os cotistas? O BTG Pactual responde

29 de janeiro de 2026 - 15:21

O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor

BUSCA POR SEGURANÇA

Ibovespa dispara no ano, mas investidores brasileiros estão receosos e tiram dinheiro da bolsa, diz XP

29 de janeiro de 2026 - 14:15

Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável

VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar