🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Olivia Bulla

Olivia Bulla

Olívia Bulla é jornalista, formada pela PUC Minas, e especialista em mercado financeiro e Economia, com mais de 10 anos de experiência e longa passagem pela Agência Estado/Broadcast. É mestre em Comunicação pela ECA-USP e tem conhecimento avançado em mandarim (chinês simplificado).

A Bula do Mercado

Mercado com os nervos à flor da pele

Investidores alternam altas e baixas nos negócios, sem saber se a economia global está em apuros ou se turbulência neste mês é passageira

Olivia Bulla
Olivia Bulla
16 de agosto de 2019
5:29 - atualizado às 9:43
Com isso, investidores tendem a manter elevados os prêmios de risco no Brasil -

A semana chega ao fim com o mercado financeiro trocando a recente volatilidade por uma dose extra de cautela. Os investidores ainda avaliam o que mais é necessário para aferir se a economia global está realmente em apuros ou se a turbulência nesta primeira metade de agosto vai ser passageira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por ora, a tempestade perfeita ainda não chegou, apesar de nuvens carregadas no horizonte. Os dados sobre atividade e emprego nos Estados Unidos ontem dissiparam o temor de recessão no país, mostrando que o consumo segue forte e o mercado de trabalho, aquecido, o que pode impedir que a fraqueza do setor industrial atrapalhe a economia.

Mas os sinais de recessão emitidos pela curva de juros norte-americana devem ser levados a sério. Tanto que bastou o rendimento (yield) do título de dez anos (T-note) cair abaixo de 1,50%, pela primeira vez desde 2016, e o juro projetado pelo papel de 30 anos (T-bond) renovar a mínima histórica, a 1,93%, ontem, para assustar novamente Wall Street.

Nesta manhã, porém, os índices futuros das bolsas de Nova York amanheceram em alta, embalando a abertura do pregão europeu - apesar de certo atraso no início da sessão em Londres. Na Ásia, o sinal positivo prevaleceu, com os ganhos liderados por Hong Kong (+1,00%), conseguindo se recuperar das perdas no começo dos negócios.

O Banco Central chinês (PBoC) fixou a taxa de referência do yuan acima de 7 por dólar pela sétima sessão seguida. O dólar, porém, mede forças em relação às moedas rivais, atento ao comportamento da T-note, que projeta juro mais alto nesta manhã, em 1,56%. Na commodities, o petróleo sobe mais de 1%, tentando se recuperar das perdas recentes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O misto de sentimentos nos negócios reflete, principalmente, a troca de farpas entre Estados Unidos e China em torno da guerra comercial. O lado chinês pede que Washington remova todas as tarifa adicionais - e não simplesmente atrase algumas. Já Donald Trump afirmou que tem um telefonema agendado com o presidente chinês, Xi Jinping, em breve.

Leia Também

Sem saber quanto tempo irá durar mais a disputa, os investidores refazem as contas e avaliam os impactos na economia e nos lucros das empresas, sobretudo se a batalha for prolongada. Há quem diga que o mercado pode forçar Trump a fechar um acordo com Pequim, mas o presidente parece mais determinado em pressionar o Federal Reserve a seguir adiante com os cortes de juros, protegendo os EUA da desaceleração mundial.

Várias variáveis

O mercado financeiro não sabe se o nivelamento (flattening) da curva de juros ainda reflete os vários programas de afrouxamento quantitativo (QE, na sigla em inglês) lançados pelo Federal Reserve após a crise de 2008 ou se os yields dos títulos não estão mais sendo sustentados artificialmente, apontando mesmo para uma recessão nos EUA em 2020.

Há também a hipótese de que a curva de juros dos EUA sinaliza apenas um aumento expressivo na demanda por Treasuries, em meio à busca por segurança. Ou seja, diante de tantos eventos inesperados e do acúmulo de preocupações com o cenário econômico, qualquer movimento expressivo de alguns ativos gera perdas em larga escala em outros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, os dados fracos de atividade na China e na Europa, as incertezas na economia global causadas pela guerra comercial e a perspectiva de um Brexit sem acordo entre Reino Unido e União Europeia (UE) tendem a manter a volatilidade dos mercados elevada. Além desses fatores externos, a crise na vizinha Argentina é um fator de pressão local importante.

Apesar dos avanços na agenda econômica endereçada pelo Congresso reduzirem a vulnerabilidade dos ativos locais, a turbulência internacional deve continuar provocando solavancos no mercado doméstico. Com isso, os investidores tendem a manter elevados prêmios de risco, principalmente na Bolsa brasileira, que perdeu ontem a faixa dos 100 mil pontos pela primeira vez em dois meses, e no dólar, que voltou a perder a marca de R$ 4,00, respeitando a atuação do Banco Central.

O problema é que o rali do mercado doméstico visto desde o fim do ano passado parece ter “esticado a corda” por demais, deixando os ativos locais agirem agora como uma gangorra. Esse vaivém adiciona um pouco mais de volatilidade ao cenário já volúvel vindo do exterior, exacerbando os movimentos por aqui.

Agenda dos EUA em destaque

A agenda econômica desta sexta-feira segue fraca no Brasil, o que desloca as atenções para o calendário norte-americano. Pela manhã, saem dados sobre a construção de moradias em julho (9h30) e a leitura preliminar deste mês do índice de confiança do consumidor norte-americano (11h). Logo cedo, merecem atenção os dados da balança comercial na zona do euro em junho.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

MERCADOS

Foguete não tem ré: Ibovespa quebra novo recorde histórico e supera os 177 mil pontos. Entenda o que impulsiona o índice

22 de janeiro de 2026 - 14:49

Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA

ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

ONDE INVESTIR EM 2026

Nubank (ROXO34), Localiza (RENT3) e mais: as 10 ações para investir em 2026, com cortes na Selic e eleições à vista

21 de janeiro de 2026 - 18:00

Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições

MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar