🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Olivia Bulla

Olivia Bulla

Olívia Bulla é jornalista, formada pela PUC Minas, e especialista em mercado financeiro e Economia, com mais de 10 anos de experiência e longa passagem pela Agência Estado/Broadcast. É mestre em Comunicação pela ECA-USP e tem conhecimento avançado em mandarim (chinês simplificado).

A Bula da Semana

A Bula da Semana: A tensão em Jackson Hole

Tradicional encontro de banqueiros centrais na bucólica cidade no Wyoming (EUA) concentra atenção do mercado financeiro, gerando apreensão nos negócios

Olivia Bulla
Olivia Bulla
19 de agosto de 2019
4:52 - atualizado às 9:43
Bolsas aguardam início da reunião de Jackson Hole e bolsas recuam em compasso de espera

Os presidentes dos principais bancos centrais do mundo reúnem-se no fim desta semana na bucólica cidade de Jackson Hole, no Wyoming (EUA). O tradicional encontro anual ganha mais relevância neste ano, por causa das incertezas econômicas e da capacidade de ação dos BCs para amortecer o impacto da guerra comercial na atividade global.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O destaque fica com o discurso do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, na sexta-feira, quando falará sobre os desafios da política monetária. A expectativa é de que Jay dê sinais claros sobre os próximos passos na condução da taxa de juros norte-americana, após promover um “ajuste de meio de ciclo”, em julho.

O mercado espera que ele confirme uma nova queda em setembro - a segunda neste ano - seguindo adiante com os cortes de juros, de modo a proteger os Estados Unidos da desaceleração econômica mundial. Com isso, Jay deve tratar das questões comerciais em torno dos EUA, dando pistas sobre o plano de voo do Fed, além de falar da pressão externa vinda do presidente norte-americano, Donald Trump.

É válido lembrar que o evento anual ganhou importância desde a crise de 2008. O simpósio ficou conhecido como o lugar de anúncio de grandes mudanças dos BCs, após o ex-presidente do Fed Ben Bernanke anunciar a segunda rodada do programa de afrouxamento quantitativo, o chamado QE2, em 2010.

Por isso, o radar do mercado financeiro deve ficar concentrado em Jackson Hole. O temor dos investidores é de que Powell mostre baixa sensibilidade ao surto de volatilidade visto entre os ativos de risco na semana passada, ao mesmo tempo em que a curva de juros norte-americana ficou ainda mais achatada, e não chancele o tão esperado corte de juros na próxima reunião do Fed, ou indique o que fará depois de setembro, piorando o sentimento nos negócios globais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Se saber se o tom predominante do simpósio neste ano será mais suave (“dovish”) ou duro (“hawhkish”), os investidores também estarão atentos aos indicadores econômicos, com destaque para os dados preliminares sobre a atividade em agosto nos EUA e na zona do euro e para as atas das reuniões de julho do Fed e do BC europeu (BCE), quando ambos frustraram as expectativas.

Leia Também

Reféns

A tensão em torno de Jackson Hole tende a gerar apreensão no mercado global ao longo dos próximos dias, com o ambiente lá fora influenciado ainda mais os negócios locais. Aliás, será importante observar o comportamento do dólar em meio à mudança de atuação do Banco Central nesta semana, com a oferta de dólares no mercado à vista pela primeira vez desde 2009.

Os leilões da autoridade monetária, que começam na quarta-feira e serão concomitantes à operações no mercado futuro, não tiveram uma visão consensual. Enquanto muitos criticaram o timing da decisão, anunciada após a eclosão da crise na Argentina, a atuação do BC também suscitou debates sobre o possível efeito da alta do dólar no rumo da Selic.

A percepção foi de que o BC mostrou certo desconforto com o dólar acima de R$ 4,00, precisando agir para defender a moeda brasileira. Só assim cortes adicionais nos juros básicos poderiam continuar fazendo sentido. Afinal, por mais que o “novo” patamar do câmbio ainda não seja inflacionário, a queda da Selic rumo a novos pisos históricos, em 5%, conspira contra o real.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda mais, considerando-se a baixa atratividade no diferencial de juros pago pelo Brasil em relação às taxas praticadas em outros países emergentes. Esse retorno pouco atraente tem sido um dos motivos para a saída de recursos estrangeiros do país - evidenciado, principalmente, pelas sucessivas retiradas na Bolsa brasileira, com os investidores locais e institucionais dando saída para os “gringos”.

Aliás, o saldo de capital externo na renda variável está negativo em torno de R$ 8,5 bilhões apenas na primeira metade deste mês. Se confirmado esse montante até o fim de agosto, será o maior déficit em recursos estrangeiros neste ano e na história da Bolsa, superando a retirada em maio de 2018, quando registrou o recorde de -R$ 8,4 bilhões.

O fato é que o Brasil não tem recebido entrada de capital externo - nem na Bolsa nem na renda fixa. Desde o início do ano, o país contabiliza saída líquida de quase US$ 15 bilhões, pela via financeira, o que, na prática, aumenta a demanda por dólar no mercado à vista. Ao mesmo tempo, isso reduz a busca por instrumentos de proteção (hedge) no mercado futuro.

Daí, então, a necessidade de o BC ofertar dólar em espécie, vendendo recursos das reservas internacionais. O problema é que se a volatilidade nos mercados globais continuar e os sinais de desaceleração - quiçá, recessão - da economia global ganharem força, os players podem ir para cima do BC, querendo uma fatia maior dos quase US$ 390 bilhões do “colchão” de liquidez do Brasil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Confira a seguir os principais destaques desta semana, dia a dia:

Segunda-feira: A semana começa com o relatório de mercado Focus (8h30) e traz também a segunda estimativa do IGP-M em agosto (8h). Sem data confirmada, são esperados os números sobre a arrecadação federal de impostos e a criação de emprego formal (Caged). No exterior, o dia traz apenas a inflação ao consumidor na zona do euro (CPI) em julho.

Terça-feira: O calendário mais fraco no Brasil e no exterior reserva apenas a prévia da FGV sobre a confiança da indústria neste mês.

Quarta-feira: A ata da reunião de julho do Fed concentra as atenções, com os investidores buscando no documento os motivos que levaram ao corte de 0,25 ponto percentual (pp) nos juros norte-americanas, bem como pistas sobre o que poderia justificar quedas adicionais. No Brasil, merece atenção os dados do BC sobre a entrada e saída de dólares do país.

Quinta-feira: Dados preliminares sobre a atividade nos setores industrial e de serviços na zona do euro e nos EUA concentram as atenções do dia. Ainda na região da moeda única, o Banco Central Europeu (BCE) publica a ata da reunião do mês passado, quando frustrou as expectativas e não cortou os juros. Já a agenda econômica doméstica, enfim, ganha força e traz a prévia de agosto do índice oficial de preços ao consumidor brasileiro (IPCA-15). Destaque também para o índice de confiança do consumidor neste mês.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Sexta-feira: O discurso do presidente do Fed, Jerome Powell, no simpósio anual de Jackson Hole é o grande destaque do dia. O evento continua até sábado. No calendário doméstico, também será conhecida a confiança do empresário no comércio em agosto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

MERCADOS

Foguete não tem ré: Ibovespa quebra novo recorde histórico e supera os 177 mil pontos. Entenda o que impulsiona o índice

22 de janeiro de 2026 - 14:49

Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA

ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

ONDE INVESTIR EM 2026

Nubank (ROXO34), Localiza (RENT3) e mais: as 10 ações para investir em 2026, com cortes na Selic e eleições à vista

21 de janeiro de 2026 - 18:00

Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições

MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar