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Bruna Furlani
Bruna Furlani
Jornalista formada pela Universidade de Brasília (UnB). Fez curso de jornalismo econômico oferecido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Tem passagem pelas editorias de economia, política e negócios de veículos como O Estado de S.Paulo, SBT e Correio Braziliense.
Fernando Pivetti
Fernando Pivetti
Jornalista formado pela Universidade de São Paulo (USP). Foi repórter setorista de Banco Central no Poder360, em Brasília, redator no site EXAME e colaborou com o blog de investimentos Arena do Pavini.
Agenda de resultados

Braskem, Embraer e a polêmica Gafisa apresentam seus balanços de 2018 nesta semana

Na agenda dos próximos dias também estão Azul, Estácio, EcoRodovias, BR Malls e CCR. Confira o que esperar de cada uma das empresas

Bruna FurlaniFernando Pivetti
Bruna Furlani, Fernando Pivetti
11 de março de 2019
6:07 - atualizado às 19:11
Balanços
Temporada de balanços retoma sua agenda depois do CarnavalImagem: Andrei Morais/Seu Dinheiro

E não foi só o investidor que deu uma relaxada durante o carnaval. Depois de uma semana de pausa, sombra e água fresca, as empresas retomam nesta semana a divulgação de seus balanços do quarto trimestre e do ano de 2018. A primeira a apresentar os resultados é a petroquímica Braskem na quarta-feira, 13. Já na quinta-feira, 14, mais sete entram na lista: Azul, Estácio, EcoRodovias, BR Malls, CCR, Gafisa e Embraer.


Sem dúvidas, as companhias que vão merecer maior atenção são Braskem, Gafisa e Embraer. No caso Braskem, a expectativa para o futuro da empresa atualmente é muito positiva e boa parte desses ventos favoráveis estão relacionados ao desejo de venda da participação da Petrobras e da Odebrecht na companhia, as suas principais acionistas. Não é à toa que os papéis da petroquímica estão entre as preferências dos analistas nas ações do mês do Seu Dinheiro.

Apesar de esperar que a venda do controle da Braskem pode ajudar a impulsionar os negócios, o mercado não projeta balanços do 4º trimestre e anual muito bons. Na estimativa de analistas consultados pela Bloomberg, apenas as receitas líquidas de ambos períodos devem apresentar alta, alcançando R$ 13,004 bilhões e R$ 57,961 bilhões, respectivamente.

As expectativas dos especialistas mostram que o lucro líquido ajustado do 4º trimestre deve ficar em R$ 158,667 milhões, ante os R$ 386,000 milhões do mesmo período anterior. A geração de caixa medida pela Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) também deve acompanhar o movimento de retração e fechar o último trimestre de 2018 em R$ 2,237 bilhões, o que representa uma queda de 24%.

Já na comparação anual, tanto o lucro líquido ajustado quanto o Ebitda devem vir mais baixos. O primeiro deve ficar em R$ 3,276 bilhões, o que representa uma queda de 19,76% em relação a 2017, e o Ebitda deve fechar o ano de 2018 em R$ 11,746 bilhões, uma desvalorização de 4,77%.

Uma gestão polêmica e um balanço azedo

Ela ganhou os holofotes do mercado nos últimos tempos e acabou virando símbolo negativo de investimento. Com uma atrapalhada troca de gestão (que por sinal está longe de ter uma solução), a incorporadora Gafisa deve apresentar mais um prejuízo anual em 2018.

Os analistas consultados pela Bloomberg projetam perdas líquidas de R$ 148,950 milhões em 2018, um resultado melhor do que os R$ 486,414 milhões de prejuízo em 2017, mas que não tira a companhia do buraco.

Apesar disso, a geração de caixa medida pelo Ebitda deve fechar o ano passado bem melhor, com saldo positivo de R$ 4,65 milhões. Em 2017, o Ebitda ficou negativo em R$ 249 milhões. Já as receitas líquidas devem encerrar o ano em R$ 933 milhões.

No 4º trimestre, os analistas de mercado esperam prejuízo de R$ 123,3 milhões e Ebitda negativo e R$ 41,233 milhões. Em termos de receita, a empresa deve fechar o período em R$ 198,750 milhões.

Mergulho no vermelho

As expectativas para o acordo com a Boeing podem até impulsionar as ações da Embraer na bolsa, mas nenhum contrato (ou expectativa dele) foi capaz de reverter um prejuízo da companhia em 2018. Depois de apresentar um lucro de R$ 933 milhões em 2017, a fabricante brasileira de aeronaves deve encerrar o ano com saldo negativo de R$ 133,1 milhões.

Apesar da melhora nos números de receita anual da companhia (passando de R$ 18,071 bilhões em 2017 para R$ 19,394 bilhões no ano passado), os analistas consultados pela Bloomberg projetam que a geração de caixa da empresa será menor, ficando em R$ 1,733 bilhão.

Vale lembrar que a Embraer viveu um drama no mês passado com relação ao andamento do acordo com a Boeing. A assembleia de acionistas, que deveria para aprovar o negócio e estava marcada para 26 de fevereiro, chegou a ser suspensa pela Justiça. A decisão, no entanto, foi derrubada e os acionistas conseguiram aprovar a criação da joint-venture.

Para colocar na agenda

Outras cinco empresas também divulgam seus números nos próximos dias. Preparamos para você um compilado das estimativas de mercado para cada um dos balanços.

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