O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Valor final da oferta ainda pode ser maior caso a AB InBev oferte um lote opcional de mais 189.354.000 ações, o que elevaria o total a aproximadamente US$ 5,75 bilhões
Depois de algumas idas e vindas, a belga Anheuser-Busch InBev (AB InBev), dona da brasileira Ambev, anunciou a captação de cerca de US$ 5 bilhões na oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) da sua subsidiária asiática, a Budweiser Brewing Company APAC Limited.
No IPO, foram ofertadas 1.262.350.000 ações, precificadas em 27 dólares de Hong Kong (US$ 3,45) cada. A oferta confere à Budweiser APAC uma capitalização de mercado de mais de US$ 45 bilhões, dentro do esperado pela empresa.
Esta é a segunda maior oferta de ações lançada neste ano no mundo, ficando atrás apenas do IPO da Uber, na NYSE, que levantou US$ 8,1 bilhões em maio deste ano.
A expectativa é que as ações comecem a ser negociadas no dia 30 de setembro na bolsa de Hong Kong, com o código '1876'.
A oferta ainda pode ter um valor final ainda maior caso a AB InBev oferte um lote opcional de mais 189.354.000 ações, o que elevaria o total a aproximadamente US$ 5,75 bilhões.
O valor é muito bem vindo aos cofres da gigante cervejeira AB Invev. Desde 2016 a companhia acumula um débito de US$ 102,5 bilhões, fruto da aquisição de sua rival direta, a SABMiller.
Leia Também
A Budweiser Brewing Company é um braço importante do negócio da empresa belga. Hoje, a subsidiária asiática atua na China, Austrália, Coréia do Sul, India e Vietnam, produzindo e comercializando marcas mundialmente famosas como Budweiser, Stella Artois, Corona, Howegaarden e mais 50 outros nomes.
Hoje, o mercado chinês de cerveja é um dos que mais crescem e, embora ainda seja dominado por marcas locais populares, apresenta também um crescimento do segmento de cervejas premium.
Em 2018, a filial asiática da AB InBev registrou um lucro de US$ 1,4 bilhões. A expectativa é que o segmento tenha um crescimento de até 21% nos próximos quatro anos.
Em maio, a AB InBev entrou com um pedido de abertura de capital na bolsa de Hong Kong. A oferta inicial estava prevista para ocorrer em julho.
Mas, devido ao baixo interesse dos investidores, a gigante do mundo cervejeiro cancelou a sua tentativa de IPO junho. A ideia inicial era muito mais ambiciosa e tinha como objetivo arrecadar no mínimo US$ 10 bilhões.
A empresa voltou a demonstrar interesse na abertura de capital de sua filial asiática após realizar a venda de sua subsidiária australiana ao grupo japonês Asahi Holdings, pelo valor de US$ 11,3 bilhões.
Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo
Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso
Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta
Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa
Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas
Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora
A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas
Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor