O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Rumores crescentes quanto à compra da divisão de elevadores da Thyssenkrupp para a empresa finlandesa Kone animam a bolsa da Alemanha nesta quarta-feira (26)
Quase todas as bolsas da Europa fecharam o pregão desta quarta-feira (26) com um leve viés negativo. No entanto, um dos principais índices acionários do velho continente destoou do restante: na Alemanha, o DAX teve ganho de 0,14%. E isso porque o mercado alemão pegou carona num elevador da Thyssenkrupp — e ele estava subindo.
As ações do conglomerado fecharam em forte alta de 6,88%, a 12,50 euros, e apresentaram o melhor desempenho do DAX nesta quarta-feira— o índice é composto pelos ativos das 30 maiores empresas de capital aberto da Alemanha. Tudo isso por causa dos rumores crescentes envolvendo a venda de uma segmento chave da companhia.
De acordo com a publicação Der Platow Brief, a empresa finlandesa Kone está preparando uma oferta pela divisão de elevadores da Thyssenkrupp — os valores da proposta estariam oscilando entre 12 e 15 bilhões de euros. Mais cedo, as ações da companhia alemã chegaram a avançar 8,89%, a 12,73 euros.
O interesse da Kone nos elevadores da Thyssenkrupp não é novo. No mês passado, a Reuters já havia afirmado que os finlandeses estariam estudando a compra da divisão, em meio às dificuldades financeiras enfrentadas pela empresa da Alemanha.
Recentemente, a Thyssenkrupp declarou que planejava abrir o capital de sua divisão de elevadores, de modo a levantar recursos de maneira rápida. No entanto, a Kone parece ter planos diferentes — e a edição de hoje do Der Platow Brief fortalece as apostas numa negociação direta entre as partes.
A empresa alemã encerrou o segundo trimestre fiscal do ano 2018/2019 — período finalizado em 31 de março — com receita líquida de 10,6 bilhões de euros. A divisão de elevadores respondeu, sozinha, por 1,87 bilhão de euros, ou 17,6% da receita total do grupo.
Leia Também
Em seu último relatório financeiro, a Thyssenkrupp diz projetar um prejuízo líquido no ano fiscal 2018/2019, em função de gastos de reestruturação para melhorias de desempenho no futuro e de provisões no médio prazo. Preparações para o IPO do segmento de elevadores também são citados como fator de pressão para o resultado líquido da empresa.
Mesmo com os ganhos de hoje, as ações da empresa alemã ainda acumulam perdas de mais de 15% desde o início do ano. Já os papéis da Kone terminaram o pregão desta quarta-feira em alta de 0,50% na bolsa de Helsinque — em 2019, os ativos da companhia finlandesa acumulam valorização de quase 30%.
Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo
Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso
Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta
Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa
Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas
Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora
A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas
Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor