Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

Fique de olho nelas

Do clássico ao repaginado: as principais indicações de ações das corretoras para o mês de novembro

O aquecimento da economia reacendeu um setor que andava meio esquecido pelos analistas e, para acompanhar, duas velhas conhecidas estão de cara nova. Veja o top 3 das ações do mês para as corretoras

Jasmine Olga
Jasmine Olga
7 de novembro de 2019
5:40 - atualizado às 9:36
Selo Ação do mês
Selo Ação do mês - Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Eu sou muito adepta da mudança brusca de visual.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já tive cabelo curto, comprido, com franja, sem franja, liso e o natural cacheado, que mantenho hoje. Algumas dessas mudanças foram sutis, outras nem tanto. Meu cabelo já encarou até cores consideradas extravagantes para alguns, como azul, roxo e rosa choque.

Você pode estar se perguntado o que as minhas aventuras capilares têm em comum com as principais indicações de ações das corretoras para o mês de novembro. Já explico.

Duas velhas e tradicionais empresas do setor de educação andaram dando uma repaginada no visual nos últimos meses e isso agradou os analistas com quem falei. Então, fique atento a Cogna (antiga Kroton) e Yduqs (antiga Estácio). Logo falaremos mais delas.

Estamos em novembro, o penúltimo mês do ano. De janeiro para cá a Previdência já foi aprovada, o governo já encaminha as suas novas propostas de reforma e o Ibovespa sustenta uma alta de mais de 20% em 2019. Mas nem tudo é novidade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma das constantes desse período foi a presença de Petrobras e Banco do Brasil entre as preferidas dos analistas - e dessa vez não foi diferente. Com quatro e três indicações, respectivamente, os papéis das estatais lideram mais uma vez a nossa lista.

Leia Também

E por falar em constantes, outra delas é a grande diversificação nas indicações mensais. O bom momento da bolsa abre um leque gigantesco de possibilidades, e dessa vez foram nada mais nada menos que 31 papéis diferentes indicados por 14 corretoras e bancos.

Até a estreante na bolsa C&A, deu o ar da graça. O banco Daycoval chegou a destacar que as ações da novata podem se beneficiar da sazonalidade de fim de ano e o consumo decorrente da liberação do FGTS.

O setor de energia voltou a chamar a atenção, com as conversas em torno da privatização da Eletrobras bem aquecidas. Confira todas as indicações na tabela abaixo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Depois, não deixe de dar uma passadinha nesta matéria da Julia Wiltgen. Ela te mostra quais foram os piores e os melhores investimentos do mês passado.

Ações, corretoras, novembro

Rapaginada na educação

Vamos começar pelas novidades entre os destaques das corretoras no mês. Duas empresas andam fazendo a cabeça dos analistas: Cogna (COGN3) e Yduqs (YDUQ3).

Se você não acompanhou de perto o noticiário do setor educacional nos últimos tempos pode estar se perguntando se essas são empresas novas no pedaço. Mas não. As velhas Estácio e Kroton passaram por uma repaginada e hoje atendem por novos nomes. Estácio hoje atende por Yduqs e a Kroton por Cogna. Mas as mudanças de nomenclatura estão longe de ser as únicas novidades do setor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O analista-chefe da Toro Investimentos, Rafael Panonko, explica que o setor da educação esteve fora do radar dos investidores em um passado recente, em grande parte pela imensa dependência que as empresas de ensino superior mantinham com o Fies, programa de financiamento estudantil do governo federal. Segundo Panonko, muitas empresas chegaram a manter uma relação de quase 40% de dependência do financiamento governamental.

As mudanças no programa de financiamento e o crescimento da economia estão levando as empresas de educação a um novo patamar. Os analistas acreditam que com a queda do desemprego e o aquecimento da economia, é hora das pessoas voltarem a pensar em voltar para a sala de aula. E quem ganha são as empresas com as melhores condições no mercado.

A Estácio Participações adotou recentemente o novo (e controverso) nome de Yduqs. Mas se o nome divide opiniões por aí (eu acho horrível, e você?), os resultados da empresa vêm agradando investidores e analistas.

Presença forte no ensino a distância, que costuma ter valores mais acessíveis, horários flexíveis e se encaixa melhor na rotina dos estudantes, a Yduqs apresentou uma grande capitalização e um aumento no número da base de alunos. A companhia vem investindo cada vez mais no segmento e captou 132.353 novos alunos nos primeiros seis meses deste ano, um salto de 45% com relação ao mesmo período do ano passado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No mês passado, a Yduqs ainda deu uma grande tacada com o anúncio da compra das operações brasileiras do grupo norte-americano Adtalem e passou a contar com mais de dez instituições de ensino superior.

Mês das bruxas?

Enquanto a recém batizada Yduqs comemorava o seu elevado número de alunos, a ex-Kroton, agora Cogna, amargou um mês de perdas durante outubro. Os papéis da companhia tiveram uma perda de 10,72% nos últimos 30 dias.

Mas nem tudo é sinal de péssimas notícias. Além da mudança de nome e do código na bolsa (que passou a ser COGN3), a empresa passou por uma reestruturação das suas operações, com a divisão dos negócios por segmento. E, claro, se beneficia do bom momento do setor.

Segundo Vinicius Piccinini, analista da Quantitas, o destaque da empresa em novembro (com duas indicações) se deve muito à performance abaixo da média que o papel obteve em outubro. "A Yduqs foi muito forte onde a Cogna não foi, com o crescimento do número de alunos."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O desempenho em relação à concorrente não deve ser lido como algo totalmente negativo. Segundo o analista, a empresa está barata, mas apresenta uma boa execução. No último semestre ela conseguiu melhorar o seu 'intake', isto é, subiu a relação de número de alunos pagantes que não dependem de financiamento e o tíquete médio por estudante.

Não é de hoje que a empresa vem tentando se desvencilhar do financiamento estudantil, mesmo caminho seguido pela Yduqs. A Cogna cresceu muito durante os anos áureos do programa, mas o declínio do Fies tem dificultado a vida das empresas de ensino superior, que não conseguem manter suas salas de aula cheias.

A Cogna, chegou a financiar ela mesmo a matrícula dos estudantes. Sua conversão de caixa começou a cair muito e incomodar os seus acionistas. A situação foi o gatilho para as mudanças estruturais pelas quais a empresa passou.

Hoje, a empresa também investe pesado na área de ensino básico, adquirindo novas e importantes posições no setor. "A Cogna tem uma gestão excelente. Confiamos na execução da empresa, que deve se manter", completa o analista da Quantitas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Pronto para voos mais altos

O Banco do Brasil continua dando o que falar neste ano e está mais uma vez entre as ações favoritas das corretoras. Com três indicações, as ações ordinárias do banco estatal (BBAS3) seguem uma boa opção para os seus investimentos.

O Banco Safra destaca que a ação da estatal está entre suas favoritas no setor em razão de "seu valuation atrativo, combinado com uma perspectiva de crescimento robusto de lucro (resultado de queda de PDD, recuperação de margem financeira, controle de despesas e menor imposto) e uma expectativa de gestão orientada em maximizar o retorno do banco, reduzindo a diferença de rentabilidade em relação aos bancos privados."

O BB divulgou hoje, antes da abertura do mercado, os seus resultados referentes ao terceiro trimestre de 2019. Quando conversei com as corretoras, os analistas já tinham suas previsões.

Mario Mariante, analista da Planner, por exemplo, já esperava que o banco continuasse entregando resultados crescentes, com foco no crescimento de suas operações e no incremento na rentabilidade. Um reflexo da melhora da margem financeira, da redução de provisões para calotes, crescimento das rendas de tarifas, aliado ao forte controle dos custos. "Temos recomendação de compra para os papéis e preço justo de R$ 62,00/ação", completa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No segundo trimestre, o Banco do Brasil foi uma das surpresas, superando as expectativas e atingindo R$ 4,4 bilhões de lucro líquido e 17,6% de rentabilidade.

Mês a mês lembramos que não é somente os bons resultados da empresa que fazem os olhos dos analistas e gestores brilharem. A postura da diretoria, que defende uma extensa pauta de privatização, tem se mostrado muito bem sucedida. Recentemente a instituição realizou uma oferta de ações bilionária na bolsa com a venda de papéis que pertenciam ao fundo de infraestrutura do FGTS e da tesouraria do banco.

Em entrevista recente, Rubem Novaes, presidente do BB, também voltou a dizer que em sua opinião pessoal a privatização do Banco do Brasil é inevitável. Enquanto isso não aparece nos planos do governo, o banco segue com sua estratégia de privatizar suas subsidiárias e focar em investimentos mais alinhados ao perfil da instituição.

Bola de segurança

As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) chegam a mais um mês no topo do pódio das corretoras, com quatro indicações. Nos últimos tempos, a queridinha tem se destacado entre as favoritas das corretoras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O desempenho na bolsa comprova que as indicações foram certeiras: os papéis acumulam alta de 33% no ano, contra 24% do Ibovespa, o principal índice da bolsa.

Mas a estatal deu um susto nos investidores durante o leilão das áreas do pré-sal da cessão onerosa, que aconteceu ontem (6). Tudo em razão do apetite da empresa, que arrematou o campo de Búzios em um consórcio no qual ficou com 90% de participação.

As ações da Petrobras chegaram a cair mais de 5% após a confirmação do lance. Mas reduziram as perdas depois que a estatal pisou no freio e arrematou apenas mais uma área, a de Itapu.

O leilão do pré-sal foi um dos principais eventos dentro de um ano repleto de novidades e algumas crises para a estatal. Além da recuperação dos preços do petróleo, a Petrobras passou uma reestruturação, diminuindo a alavancagem e se comprometendo com a diminuição de despesas operacionais, o que segundo André Alírio, operador de renda fixa da Nova Futura, fez a ação voltar a ser atrativa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E no terceiro trimestre do ano, a Petrobras colheu bons frutos. O aumento da produção se refletiu nos números e a estatal registrou um lucro líquido de R$ 9,087 bilhões.

"As ações da Petrobras são fundamentais dentro de uma estratégia de investimento. A empresa está, inclusive, na minha seleção de investimentos de debêntures", completa Alírio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
QUEM LEVA ESSA?

Na mira do dinheiro gringo: Goldman elege o Brasil entre emergentes e revela as ações para lucrar

26 de março de 2026 - 18:15

Apesar da fuga de US$ 44 bilhões dos emergentes, país atrai capital e pode se beneficiar quando o cenário virar; veja onde investir, segundo o banco

IMERSÃO MONEY TIMES

“Para quem estava com medo da bolha em IA, agora é hora de entrar”: tensão global derruba ações e abre ponto de entrada

26 de março de 2026 - 16:00

Em painel do evento Imersão Money Times, especialistas apontaram que a correção recente no mercado de IA abriu espaço para novos investimentos; veja como se expor

O MOTOR DO PREGÃO

Petrobras (PETR4) descobre novo poço, mas rali vem de fora e puxa petroleiras em bloco na bolsa

26 de março de 2026 - 13:50

Movimento do dia vai além do noticiário da estatal — e ajuda a explicar o comportamento do setor

UM ATIVO, UMA INQUILINA

Vinci Logística (VILG11) quer pagar R$ 56,1 milhões pelo único ativo de outro FII de logística; entenda a operação

26 de março de 2026 - 12:40

O empreendimento está localizado em Pernambuco e, atualmente, é ocupado por apenas uma inquilina

HASTA LA VISTA, BABY

Nova carteira: 4 ações devem dar adeus ao Ibovespa em maio, segundo Itaú BBA, e IRB(Re) (IRBR3) é uma delas

25 de março de 2026 - 15:10

Companhias em recuperação judicial ou cujo preço dos ativos é inferior a R$ 1,00 (penny stock) não são elegíveis, por exemplo

PARA IR ÀS COMPRAS

Renda passiva: Allos (ALOS3) anuncia pagamento de R$ 438 milhões em JCP e dividendos; veja datas e valores por ação

25 de março de 2026 - 11:02

Na semana passada, a Allos recebeu, pela primeira vez, o rating AAA.br da Moody’s Local Brasil, com perspectiva estável;; a nota máxima indica que a companhia possui extrema solidez financeira e baixo risco de crédito

SINAL VERDE PARA INVESTIR

Itaúsa (ITSA4): ‘presente’ de R$ 8,7 bilhões e outros dois gatilhos podem impulsionar a ação, diz Bradesco BBI; o que está em jogo?

23 de março de 2026 - 19:57

Desde o início do ano, o papel da holding já saltou 17% — acima do Ibovespa, que sobe 13,7% em 2026

ENTENDA O MOVIMENTO

Maior alta do Ibovespa: por que as ações da MBRF (MBRF3) dispararam hoje e o que Trump tem a ver com isso

23 de março de 2026 - 17:44

Movimento reflete esperança de reabertura de mercados no Oriente Médio, região chave para a empresa

VEJA DETALHES DO NEGÓCIO

Parceria bilionária entre Cyrela (CYRE3) e Helbor (HBOR3) anima mercado e agrada BTG, mas há um ‘porém’; veja qual e o que fazer com as ações

23 de março de 2026 - 14:36

Parceria para projeto no Minha Casa Minha Vida impulsiona ações de Helbor e Cyrela, reforça estratégia de desalavancagem e geração de caixa e sustenta visão construtiva do BTG para os papéis, mas impacto de curto prazo é limitado

5° MELHOR DIA DESDE 2021

Trégua na guerra dá fôlego ao Ibovespa, que salta mais de 3%, enquanto dólar cai a R$ 5,2407; apenas uma ação ficou no negativo

23 de março de 2026 - 12:13

Trégua no Oriente Médio alivia temores sobre energia, derruba o petróleo e impulsiona ativos de risco. Ibovespa avançou mais de 3%, aos 181.931 pontos; o dólar à vista caiu. 1,29%, a R$ 5,2407; Prio foi a única queda

OS DESTAQUES DA SEMANA

Após ‘cumprir profecia’, Eneva (ENEV3) lidera os ganhos do Ibovespa, enquanto Minerva (BEEF3) é ação com pior desempenho na semana

21 de março de 2026 - 16:00

Ibovespa recua com juros e guerra no radar, enquanto petróleo dispara e amplia incertezas globais; Eneva lidera ganhos com salto de quase 25%, enquanto Minerva puxa perdas após resultado fraco, e dólar fecha a semana em leve queda mesmo com pressão no fim

CÂMBIO

Dólar: apesar a forte alta na sexta (20), moeda encerra a semana em queda, a R$ 5,3092; veja o que mexeu com o câmbio

21 de março de 2026 - 14:30

Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil

O QUE FAZER COM OS PAPÉIS?

SLC Agrícola (SLCE3) já deu o que tinha que dar? Bank of America eleva preço-alvo após rali em 2026; veja se vale a pena comprar

21 de março de 2026 - 12:00

Rali das ações acompanha alta das commodities agrícolas, mas pressão de custos, câmbio e margens limita potencial adicional e mantém recomendação neutra do BofA

JCP

Proventos na veia: Totvs (TOTS3) pagará R$ 104,2 milhões em juros sobre capital próprio; veja detalhes

21 de março de 2026 - 9:30

Totvs (TOTS3) aprovou o pagamento de R$ 104,2 milhões em JCP (R$ 0,18 por ação), com data-base em 25 de março, ações “ex” a partir do dia 26 e pagamento previsto para 10 de abril

NO TOPO DO MUNDO

Ibovespa dispara e tem melhor desempenho do mundo em dólar — enquanto Merval, da Argentina, fica na lanterna global

19 de março de 2026 - 19:40

Os dólares dos gringos estavam marcados para as bolsas emergentes, mas nem todos os países conseguiram aproveitar a onda

REAÇÃO AO BALANÇO

Grupo Mateus (GMAT3) desaba na bolsa: o que explica a queda de quase 17% em um dia e como ficam os papéis agora?

19 de março de 2026 - 18:01

O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional

HORA DE INVESTIR?

Lojas Renner (LREN3) pode subir até 50%: mesmo com ‘críticas’ dos investidores, XP cita 4 motivos para a varejista ser a favorita do setor

19 de março de 2026 - 14:31

XP tem recomendação de compra para Lojas Renner (LREN3) com potencial de valorização de até 50%; veja por que a ação é a preferida do varejo

OS PROBLEMAS DE SEMPRE

Hapvida (HAPV3) tem trimestre ainda pior do que a tragédia do 3T25, e futuro CEO reconhece frustração — mas traça plano para virar o jogo

19 de março de 2026 - 12:40

Mais um resultado muito fraco no 4T25, com queda de rentabilidade, queima de caixa e perda de beneficiários, expõe desafios estruturais e leva a companhia a reforçar plano focado em execução, eficiência e preservação de capital

ALÉM DO SOL E DO VENTO

Oportunidade atômica: expansão da energia nuclear no mundo abre janela para o investidor brasileiro — e BTG diz por onde você pode começar

18 de março de 2026 - 18:15

Com retornos acima de 110% desde 2024, os ETFs de energia nuclear superam o S&P 500; demanda por inteligência artificial impulsiona a tese de investimento

COMMODITIES EM ALTA

Petróleo no topo: o ETF que já sobe quase 15% no ano e deixa o Ibovespa para trás

18 de março de 2026 - 14:29

Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia