O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A pedido de minoritários, IMC vai propor a inclusão de uma cláusula no estatuto para obrigar qualquer investidor que atingir uma participação de pelo menos 30% na empresa a fazer uma oferta a todos os acionistas.
A oferta feita pelo dono da empresa de refeições coletivas Sapore por parte das ações da IMC, dona das redes de restaurantes Frango Assado e Viena, poderá (com o perdão do trocadilho) ir para o vinagre.
A IMC convocou uma assembleia de acionistas para votar uma mudança no estatuto que, se aprovada, vai inviabilizar os planos do empresário Daniel Mendez, dono da Sapore.
A pedido de cinco gestoras de fundos, a empresa vai propor a inclusão de uma cláusula para obrigar qualquer investidor que atingir uma participação de pelo menos 30% na empresa a fazer uma oferta a todos os acionistas, pelo mesmo preço por ação.
A proposta da assembleia foi feita pelas gestoras Neo, Equitas, XP Gestão, Miles Capital e Brasil Capital. Elas detêm em conjunto 18,3% do capital da empresa.
Esse tipo de condição estabelecida em estatuto é chamada no mercado de "poison pill" (pílula de veneno). O objetivo é justamente dificultar a tomada do controle em companhias com o capital pulverizado na bolsa, como é o caso da IMC.
Conforme você leu primeiro aqui no Seu Dinheiro, o dono da Sapore lançou neste mês uma oferta pública de aquisição (OPA) por pouco mais de 40% das ações da IMC na bolsa. O objetivo do empresário é posteriormente promover uma fusão das empresas.
Leia Também
Ele decidiu voltar à carga depois que o primeiro acordo para a união entre as empresas fracassou. A fusão criaria uma empresa com faturamento de R$ 3 bilhões e 1,4 mil pontos de venda em cinco países, com aproximadamente 25 mil funcionários.
Embora faça sentido do ponto de vista operacional, o negócio deu para trás na fase da auditoria dos números da Sapore, que não tem capital aberto, segundo uma fonte que acompanhou o processo.
Sem acordo, o dono da Sapore decidiu lançar uma proposta diretamente na bolsa por parte da IMC, a chamada "oferta hostil", no jargão dos investidores. O empresário conta com a assessoria da Riza Capital, do ex-BTG Pactual Marco Gonçalves.
Mendez oferece R$ 8,63 por ação da dona do Viena e Frango Assado na operação. Esse valor é 24% maior que as cotações das ações da empresa na bolsa hoje e o equivalente a quase R$ 600 milhões.
Desde o começo, a administração da IMC resistiu à nova investida da Sapore, que também contrariou boa parte dos minoritários. Um sinal disso foi o fato de a cotação das ações na bolsa não convergir para o preço da oferta.
No tarde de hoje, as ações da IMC eram negociadas a R$ 6,96 na bolsa, em alta de 2,35%.
A assembleia da IMC foi marcada para 13 de dezembro, apenas seis dias antes da data da oferta. Mas para barrar os planos da Sapore, a reunião deverá contar com a presença de pelo menos dois terços dos acionistas.
Se a pílula de veneno for aprovada, o dono da Sapore terá de desembolsar R$ 1,357 bilhão para estender a oferta a todos os acionistas. Mas ele já disse que vai cancelar o negócio se os acionistas aprovarem a mudança no estatuto.
O empresário também fez ajustes na oferta, em uma tentativa de diminuir a resistência dos minoritários da IMC. Ele se comprometeu a contratar um banco de investimento para avaliar a Sapore e a IMC no processo de fusão entre as companhias. E a escolha desse banco seria feita pelos minoritários.
A mudança nas condições não melhora muito as condições para os acionistas da IMC, a menos que o dono da Sapore concordasse em não votar na futura assembleia que decidisse sobre a fusão, segundo uma fonte.
Companhia reporta lucro de R$ 125 milhões no ano passado após prejuízo bilionário em 2024, enquanto resultado ajustado aponta perda de R$ 4,3 bilhões; veja os números
Durante evento FII Experience, gestores dizem que o mercado ainda não percebeu os valores patrimoniais desses ativos, que seguem descontados na bolsa
Apesar da fuga de US$ 44 bilhões dos emergentes, país atrai capital e pode se beneficiar quando o cenário virar; veja onde investir, segundo o banco
Em painel do evento Imersão Money Times, especialistas apontaram que a correção recente no mercado de IA abriu espaço para novos investimentos; veja como se expor
Movimento do dia vai além do noticiário da estatal — e ajuda a explicar o comportamento do setor
O empreendimento está localizado em Pernambuco e, atualmente, é ocupado por apenas uma inquilina
Companhias em recuperação judicial ou cujo preço dos ativos é inferior a R$ 1,00 (penny stock) não são elegíveis, por exemplo
Na semana passada, a Allos recebeu, pela primeira vez, o rating AAA.br da Moody’s Local Brasil, com perspectiva estável;; a nota máxima indica que a companhia possui extrema solidez financeira e baixo risco de crédito
Desde o início do ano, o papel da holding já saltou 17% — acima do Ibovespa, que sobe 13,7% em 2026
Movimento reflete esperança de reabertura de mercados no Oriente Médio, região chave para a empresa
Parceria para projeto no Minha Casa Minha Vida impulsiona ações de Helbor e Cyrela, reforça estratégia de desalavancagem e geração de caixa e sustenta visão construtiva do BTG para os papéis, mas impacto de curto prazo é limitado
Trégua no Oriente Médio alivia temores sobre energia, derruba o petróleo e impulsiona ativos de risco. Ibovespa avançou mais de 3%, aos 181.931 pontos; o dólar à vista caiu. 1,29%, a R$ 5,2407; Prio foi a única queda
Ibovespa recua com juros e guerra no radar, enquanto petróleo dispara e amplia incertezas globais; Eneva lidera ganhos com salto de quase 25%, enquanto Minerva puxa perdas após resultado fraco, e dólar fecha a semana em leve queda mesmo com pressão no fim
Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil
Rali das ações acompanha alta das commodities agrícolas, mas pressão de custos, câmbio e margens limita potencial adicional e mantém recomendação neutra do BofA
Totvs (TOTS3) aprovou o pagamento de R$ 104,2 milhões em JCP (R$ 0,18 por ação), com data-base em 25 de março, ações “ex” a partir do dia 26 e pagamento previsto para 10 de abril
Os dólares dos gringos estavam marcados para as bolsas emergentes, mas nem todos os países conseguiram aproveitar a onda
O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional
XP tem recomendação de compra para Lojas Renner (LREN3) com potencial de valorização de até 50%; veja por que a ação é a preferida do varejo
Mais um resultado muito fraco no 4T25, com queda de rentabilidade, queima de caixa e perda de beneficiários, expõe desafios estruturais e leva a companhia a reforçar plano focado em execução, eficiência e preservação de capital