O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Trump deu incentivos fiscais para que empresas fizessem a repatriação de recursos que elas mantinham no exterior e deu gás nos programas de recompra de ações
O apetite das empresas americanas pelos programas de recompra de ações aumentou em 2018. O montante investido pelas empresas americanas deve superar US$ 1 trilhão no ano. O grande impulsionador desse movimento foi presidente americano Donald Trump e sua reforma fiscal, uma das ações da política nacionalista que ficou famosa como ‘America First’.
Empresas como Apple, IBM ou o Berkshire Hathaway, do bilionário Warren Buffett abriram o bolso para comprar. A consultoria TrimTabs calculou que os anúncios alcançaram US 242 bilhões no primeiro trimestre; US$ 437 bilhões no segundo e US$ 156 bilhões agora, no terceiro, arrefecendo um pouco.
As empresas ficaram com caixa extra após uma reforma fiscal corporativa do governo Trump que, entre outros pontos, incentivou a repatriação de recursos que elas mantinham no exterior. A estimativa é que as empresas americanas tinham em outros países perto de US$ 1,3 trilhão.
Uma série de empresas saiu às compras de suas próprias ações no exterior no primeiro semestre. Como nem todas as empresas interessadas tinham liquidez para lançar seus programas, os analistas por lá não descartam uma nova leva de recompras de fim de ano.
Até 29 de outubro, mais US$ 39 bilhões em recompras foram anunciados. Uma reportagem do Financial Times resumiu a história assim: “o comportamento das empresas sugere que o maior benefício da redução de impostos vai para investidores no geral; e executivos, em particular”.
Por lá, como se vê, as reportagens discutem os prós e contras da recompra abertamente, incluindo a possibilidade de executivos ampliarem suas remunerações, e o fato de o programa tirar dinheiro que a empresa poderia investir em pesquisa e investimentos _ o que pode afetar a sua produtividade no longo prazo.
Leia Também
O argumento de quem defende é que a recompra é a melhor forma de gerar retorno ao acionista, pela alta das cotações.
O debate entre os americanos também passa pelo fato de que talvez sejam estes programas o único fator de sustentação do mercado americano em alta, ainda mais em período de grande turbulência geopolítica e incerteza econômica como o atual. Se for assim, teme-se o que virá quando o fôlego acabar.
Expectativa de trégua no Oriente Médio reduz prêmio de risco da commodity e pesa sobre ações de petroleiras na bolsa brasileira
Conhecida pelos celulares, a Samsung é maior fabricante mundial de chips de memória de alta performance
Apesar de o horizonte mostrar a chegada de uma tempestade, há ações que podem fazer a carteira dos investidores navegar mais tranquilamente
A gestora projeta que a retomada das vendas deve contribuir para recompor o caixa e viabilizar o retorno dos dividendos
Ações da mineradora recuaram com aversão ao risco global, enquanto minério de ferro avançou na China; bancos seguem otimistas com dividendos
Apesar das transações, a gestão do fundo imobiliário mantém o guidance de R$ 0,09 por cota no semestre
O banco elevou uma ação elétrica de neutra para compra, e citou outras duas empresas do setor que são consideradas as mais promissoras
Considerando a receita dos novos imóveis, a casa de análise enxerga potencial de geração de valor no médio prazo
O comunicado é uma resposta à notícia de que a controladora da Decolar considerava fazer uma oferta pela operadora brasileira de turismo
A operação envolve a alienação de 11 empreendimentos logísticos e reforça a estratégia de reciclagem de portfólio da companhia
A companhia anunciou que concluiu o acordo com o fundo soberano da Arábia Saudita para criação da Sadia Halal. O próximo passo é o IPO na bolsa de lá, com valor de mercado estimado ultrapassando os US$ 2 bilhões
Balanços corporativos também mexeram com índices de ações norte-americanos; petróleo caiu com possível acordo entre Irã e EUA
Já o carro das ações com pior desempenho foi puxado pela MBRF; veja os rankings completos das melhores e piores ações do mês
A falta de chips não é o único obstáculo da inteligência artificial para as empresas de tecnologia, que mostram que a corrida pela IA vai custar caro
Ao Seu Dinheiro, Rodrigo Koch, responsável pelas estratégias de ações da família Optimus, explica por que trocou a busca por “barganhas” pela segurança da liquidez
O espaço ocupado pela empresa representa cerca de 2% da área bruta locável (ABL) do BMLC11, o que limita o impacto operacional
A Iguatemi publica seu balanço do primeiro trimestre de 2026 (1T26) em 5 de maio e pode apresentar, de acordo com o Itaú BBA, crescimento de 9,6% na receita líquida
No câmbio, o dólar à vista fechou em alta, voltando a ficar acima dos R$ 5,00; confira o que mexeu com os mercados nesta quarta-feira (29)
O Itaú BBA acredita que é uma uma operadora líder geradora de caixa, investimentos hospitalares de alto retorno e um perfil atrativo de dividendos
Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, participou da edição desta semana do podcast Touros e Ursos. Para ele, a moeda norte-americana já se aproxima de um piso e tende a encontrar resistência para cair muito além dos níveis atuais