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Especialistas do banco suíço alteraram recomendação em relação ao papéis da B3; eles levaram em conta a Selic baixa e o avanço da agenda econômica do governo
O analistas do banco UBS avaliam que o momento é de apostar nas ações da B3, a administradora da bolsa de valores brasileira. Eles alteraram a recomendação para os papéis, de neutra para compra, e definiram o preço-alvo em 12 meses em R$ 53 — anteriormente, a meta estava em R$ 39.
As ações ON da B3 (B3SA3) fecharam o pregão da última segunda-feira (30) a R$ 43,63 — patamar superior ao do antigo preço-alvo do UBS. Assim, os analistas do banco promoveram uma atualização em seu modelo de projeções, de modo a incorporar fatores que não eram levados em conta no passado.
Como resultado da visão mais otimista do UBS, os papéis da administradora da bolsa chegaram a ser negociados a R$ 44,33, na máxima do pregão desta terça-feira, mas perderam o fôlego e fecharam em leve queda de 0,07%, a R$ 43,60. Ou seja, a nova meta do banco implica num potencial de valorização de mais de 21% em relação à cotação de fechamento de hoje.
Com o desempenho do momento, as ações da B3 vão na contramão do Ibovespa — o principal índice da bolsa brasileira recuava 0,79% no mesmo horário, ao 103.917,88 pontos. Você pode acompanhar a cobertura de mercados do Seu Dinheiro aqui.
Segundo os especialistas da instituição, a empresa passa por um bom momento por conta do volume médio diário de negociação, que bateu recorde em agosto, de R$ 19,7 bilhões. Para 2019, o banco diz acreditar que o volume médio de negociação deve chegar a R$ 16,8 bilhões e, no ano seguinte, a R$ 20,1 bilhões.
A instituição ainda aponta a Selic, hoje em 5,5% e com perspectivas de queda para 4,75% até o final do ano, como motivo para o otimismo com a B3.
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A visão da instituição suíça, compartilhada por grande parte do mercado, é de que a taxa de juros cada vez mais baixa forçará uma migração dos investidores da renda fixa para a renda variável.
Os analistas do banco também enxergam um aumento do investimento estrangeiro com a perspectiva de aprovação da reforma da Previdência — que seria o sinal mais evidente de que o governo é capaz de equilibrar as contas públicas.
O projeto que reformula as aposentadorias, aliás, pode ser aprovado em segundo turno de votação no plenário do Senado na próxima semana. Nesta terça-feira (1º) a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa aprovou o relatório do projeto.
Outra frente de atuação do governo federal deve beneficiar a B3, na avaliação do UBS: o programa de privatizações. O governo atual anunciou em agosto uma lista de estatais a serem vendidas, além de já ter retirado o controle acionário da BR Distribuidora e do IRB Brasil.
A B3 gera receita cada vez que o investidor compra ações de qualquer empresa. No caso das pessoas físicas, o valor é de 0,031532% do total de negociado.
A bolsa também cobra uma taxa de custódia das corretoras. Além disso, ela ganha com a valorização das ações, já que suas taxas são cobradas sobre os valores negociados. Então quanto mais altos os preços, melhor para a companhia.
Mas, ao menos no último balanço divulgado, a empresa não teve um resultado satisfatório: entre abril e junho de 2019, a B3 registrou uma queda de quase 10% em seu lucro líquido na base anual. Mas, nos primeiros três meses do ano, a companhia reportou um resultado forte, com alta de 64% no lucro, na mesma base de comparação.
À época da divulgação dos números do segundo trimestre, a empresa atribuiu o resultado ao aumento nas despesas relacionadas à alta do preço da ação, aos encargos sociais e trabalhistas e a provisões.
A geração de caixa medida pelo Ebitda entre abril e junho deste ano atingiu R$ 999,1 milhões, alta de 2,9% na comparação anual, enquanto a receita líquida fechou o trimestre em R$ 1,58 bilhão, crescimento de 14% ano a ano.
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