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A ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) foi divulgada mais cedo pelo Banco Central, com detalhes sobre a decisão de corte de 0,50 ponto percentual na taxa básica de juros, para 12,25% ao ano. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Para os analistas, o colegiado manteve o tom de […]
A ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) foi divulgada mais cedo pelo Banco Central, com detalhes sobre a decisão de corte de 0,50 ponto percentual na taxa básica de juros, para 12,25% ao ano.
Para os analistas, o colegiado manteve o tom de mais cortes de igual percentual nas próximas reuniões sobre a política monetária. Além disso, a perspectiva de que a inflação ainda está desancorada, ou seja, acima do centro da meta.
Por outro lado, a persistência da inflação mundial, o aumento dos preços do petróleo e os efeitos do El Niño foram apontados como riscos ascendentes. Os impactos do conflito entre Israel e o grupo extremista Hamas e o aumentos dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos também foram mencionados na ata.
Na visão do economista-chefe da Ativa Investimentos, a "grande novidade" da ata foi a menção mais detalhadas sobre a questão fiscal e as preocupações com ruídos locais recentes. "A falta dessa citação foi sentida no comunicado [da decisão]. Eles adicionaram um tom mais incerto e de preocupação com o fiscal agora."
Já para Nicolas Borsoi, economista-chefe da Nova Futura, o colegiado adotou "uma mensagem mais cautelosa" na ata, "dando destaque à piora do cenário externo e à falta de vetores significativos de desinflação à frente".
Para o Bank of America, a taxa Selic deve encerrar em 9,50% em 2024, no fim do ciclo de cortes do Banco Central.
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