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Índice teve sessão de altos e baixos a princípio, mas acabou seguindo bolsas americanas e registrou maior alta em uma semana; Petrobras e Vale são destaques após balanços. Dólar marca leve ganho
Índice tem sessão instável. Investidores locais digerem maratona de balanços corporativos e a decisão de política monetária do Banco Central. Desconforto político entre presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e do BC, Roberto Campos Neto, também entra no radar
Investidores devem repercutir balanços e decisão do Copom, enquanto monitoram situação fiscal, do coronavírus no exterior e a tensão provocada pela proximidade das eleições americanas.
Em relatórios setoriais, analistas do banco dizem o que esperam para os resultados do terceiro trimestre das companhias ligadas aos diferentes segmentos do mercado; visão, em geral, é otimista
Nos níveis atuais, acho bastante interessante comprar as ações. Mesmo que não haja nenhum grande gatilho de curto prazo, os dividendos te compensam pela espera
Principal índice acionário da B3 fechou na mínima do dia. O aumento de casos da covid-19 no exterior trouxe aversão ao risco generalizada para os mercados, acentuada por anúncios de novas medidas de confinamento na Alemanha e na França. Dólar se aproxima de R$ 5,80
Banco iniciou a cobertura dos papéis da incorporadora subsidiária da Cyrela, que fez IPO há cerca de um mês
Aumento das vendas no mercado interno e depreciação do real ante o dólar puxa desempenho da siderúrgica para cima
Moeda americana quase atingiu os R$ 5,80 no pico, mas reduziu alta após Banco Central vender US$ 1 bilhão no mercado à vista. Alemanha e França anunciam novas medidas de confinamento; avanço da covid-19 no exterior traz aversão ao risco generalizada
A agenda pesada e as preocupações com a possibilidade de novos lockdowns pela Europa faz a aversão ao risco predominar nos mercados
Declaração do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, de que base do governo é que obstrui andamento de reformas pesa no sentimento do investidor. Juros sobem na véspera do Copom
Selic atualmente está em 2% ao ano; mercado presta atenção em postura que será adotada pelo Copom em meio à alta da inflação e ao risco fiscal
Com o pior da crise do coronavírus ficando para trás, o trimestre deve ser marcado por uma recuperação mais rápida do que o esperado. Confira as projeções para o setor feitas pelo Bradesco BBI
Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, acusa base do governo de obstruir reformas, alimentando risco político. Bolsas americanas fecham mistas; por aqui, ações do Santander tombam e puxam bancos, e queda de Ambev e JBS também pesam
Resultados do terceiro trimestre mostram que empresas estão se recuperando dos piores efeitos da pandemia de covid-19
O aumento do número de casos do coronavírus e a novela do pacote de estímulos fiscais americanos continuam como os principais fatores de cautela no radar dos investidores
Índice chegou a perder 100 mil pontos, refletindo aversão ao risco no exterior com repique de casos de coronavírus lá fora que derrubou bolsas americanas e europeias. Dólar também recua, enquanto juros ficam estáveis à espera do Copom
Investidores temem aumento de casos do coronavírus nos Estados e na Europa, ponderando possíveis medidas de distanciamento social com efeitos sobre essas empresas
Oferta da empresa de vestuário e calçados esportivos inaugura modelo em que as ações preferenciais terão direito econômico — incluindo os dividendos — 10 vezes maior que o das ordinárias
Covid-19 na Europa e impasse por novo pacote de estímulos fiscais pesam nas bolsas. Por aqui, ações de Ambev, Santander e Eletrobras são destaques de alta; Multiplan, Azul, BR Malls e Gol lideram quedas