Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Pessimismo

Dólar sobe a R$ 3,99 com cautela no front político; Ibovespa cai 0,51%

O cenário político conturbado e o clima ainda indefinido no exterior trouxeram pressão aos ativos locais. O Ibovespa caiu aos 91 mil pontos e o dólar à vista ficou a um triz dos R$ 4,00

Victor Aguiar
Victor Aguiar
15 de maio de 2019
10:31 - atualizado às 9:51
Selo marca a cobertura de mercados do Seu Dinheiro para o fechamento da Bolsa
Ibovespa reduziu perdas, mas ainda aparece na faixa de 91 mil pontos; dólar ronda os R$ 4,00 - Imagem: Seu Dinheiro

Uma nuvem negra pairou sobre a cabeça dos mercados brasileiros nesta quarta-feira (15). E, como resultado, tanto o Ibovespa quanto o dólar à vista tiveram mais um dia de pressão intensa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A moeda americana, por exemplo, terminou a sessão em alta de 0,51%, a R$ 3,9967, enquanto o principal índice da bolsa brasileira teve perda de 0,51%, aos 91.623,44 pontos. Ambos foram na contramão do exterior: lá fora, o dólar recuou ante as divisas emergentes, enquanto as bolsas de Nova York fecharam no campo positivo.

Essa diferença de comportamento é explicada pela nebulosidade no cenário político local. O noticiário agitado, as informações desencontradas do governo e as manifestações populares elevaram a cautela dos mercados por aqui e culminaram nesse descolamento do o Ibovespa e do dólar em relação ao exterior.

Vale ressaltar, no entanto, que os mercados locais terminaram o dia longe do momento de maior estresse. Logo após a abertura, o dólar à vista chegou a tocar os R$ 4,0218 (+1,14%), enquanto o Ibovespa mergulhou aos 90.294,63 pontos (-1,95%).

E essa melhoria só foi possível porque, lá fora, os mercados passaram por um movimento de descompressão: as bolsas americanas, que abriram em queda de mais de 0,5%, fecharam em alta; e o dólar, que avançava ante os pares do real durante a manhã, perdeu força e virou para queda.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tensão local

A quebra de sigilo fiscal e bancário e fiscal do senador Flávio Bolsonaro e o acordo de colaboração premiada de um dos donos da Gol, Henrique Constantino — citando o presidente da Câmara, Rodrigo Maia — trouxeram insegurança aos mercados e levantam dúvidas sobre o quanto esses fatores podem afetar a tramitação da reforma da Previdência.

Leia Também

E a articulação política confusa gerou ainda mais tensão. Ontem, deputados que haviam se reunido com o presidente Jair Bolsonaro disseram que o governo iria rever o bloqueio de recursos no orçamento da Educação, mas a informação, foi desmentida em seguida pela Casa Civil, pelo Ministério da Educação e pela equipe econômica.

Esse desencontro de informações, somado às manifestações populares contra o bloqueio de recursos e à convocação do ministro da Educação, Abraham Weintraub, para prestar esclarecimentos à Câmara, foi fundamental para que um tom de pessimismo tomasse conta dos mercados.

"O cronograma da Previdência vai atrasando... Hoje, o mercado está de olho para ver a capacidade do governo de formar uma base coesa para passar as pautas e, por enquanto, ele parece não ter essa capacidade", diz um analista.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Fraqueza econômica

No front de indicadores, mais um dado trouxe desânimo aos mercados: o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma prévia do PIB, recuou 0,28% em março, no comparativo com fevereiro. A queda no primeiro trimestre de 2019 foi de 0,68%.

"A recuperação está demorando a vir", diz a fonte, que prefere não ser identificada. "A expectativa ainda é que uma reforma da Previdência com um mínimo de potência seja aprovada, mas os sinais que o governo passa no curto prazo são ruins, tanto na economia quanto na parte política".

O único mercado local que reagiu de maneira relativamente calma nesta quarta-feira foi o de juros, uma vez que, em meio à fraqueza econômica, aumentam as apostas num eventual corte da Selic. Os DIs para janeiro de 2021 recuaram de 6,85% para 6,84%, os para janeiro de 2023 subiram de 7,99% para 8,00% e os para janeiro de 2025 avançaram de 8,56% para 8,61%.

Exterior respira

Assim como ontem, os mercados globais tiveram uma sessão de maior tranquilidade. O Dow Jones fechou em alta de 0,45%, o S&P 500 subu 0,58% e o Nasdaq teve ganho de 1,13%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essa melhoria no humor lá fora se deve a algumas notícias relacionadas à guerra comercial — a imprensa americana afirmou mais cedo que o presidente do país, Donald Trump, estaria planejando o adiamento da aplicação de tarifas sobre importações de automóveis.

Também cooperou positivamente uma fala do secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, afirmando que o mais provável é que ocorra "no futuro próximo" uma nova rodada de negociação em Pequim. Ele ainda reforçou que Trump pretende se reunir com o líder chinês, Xi Jinping, durante a cúpula do G-20 no Japão, no fim de junho.

"O mercado internacional esteve melhor novamente, mas, aqui, as tensões políticas estão cada vez mais fortes", diz Paulo Nepomuceno, estrategista da Coinvalores. "Essa situação política atrapalha a confiança do mercado, e ele acaba exigindo prêmios maiores".

Mas, apesar da virada vista lá fora, operadores ponderam que o clima ainda é pesado em relação à guerra comercial e aos eventuais impactos que a disputa entre americanos e chineses poderá trazer à economia global. E dados mais fracos da atividade econômica na China em abril cooperam para aumentar a cautela.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A produção industrial do país subiu 5,4% no mês, abaixo das expectativas de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam acréscimo de 6,6%. Já as vendas no varejo tiveram expansão anual de 7,2% em abril, também inferior à alta de 8,8% projetada por economistas.

Na mira

O empresário Michael Klein confirmou que está de olho na Via Varejo, dona do Ponto Frio e das Casas Bahia. Para realizar a compra das ações da varejista, que foram colocadas à venda pelo Grupo Pão de Açúcar, ele disse estar no processo de contratação dos serviços de assessoria financeira da XP Investimentos.

Os papéis ON da Via Varejo (VVAR3), que já haviam subido nos últimos dias com os primeiros rumores sobre o interesse de Klein, hoje devolveram os ganhos: fecharam em queda de 5,49%, o pior desempenho do Ibovespa.

Kroton cai forte

As ações ON da Kroton (KROT3) tiveram o segundo pior desempenho do Ibovespa nesta quarta-feira, fechando em queda de 5,22%. Analistas reagiram mal ao balanço trimestral da empresa: o lucro líquido caiu 47,4% em relação aos primeiros três meses de 2018, totalizando R$ 250,1 milhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, as projeções divulgadas pela companhia para 2019 também desagradaram o mercado. A Kroton prevê uma queda de 0,9% na receita líquida, para R$ 7,353 bilhões, mas a geração de caixa neste ano deve ficar positiva em R$ 800 milhões, um avanço de 40,1%. O lucro ajustado deve ficar em R$ 1,348 bilhões, alta de 14%.

Embraer sob pressão

Quem também teveuma sessão negativa é a Embraer: a fabricante de aeronaves encerrou o primeiro trimestre de 2019 com prejuízo líquido ajustado de R$ 229,9 milhões — um ano antes, a perda foi de R$ 208,9 milhões.

Para o BTG Pactual, os números da empresa foram mais fracos que o esperado, em especial a receita líquida — em reais, a linha chegou a R$ 3,1 bilhões, estável na base anual, mas, em dólares, somou US$ 823 milhões, uma queda de 14% na mesma base de comparação.

Como resultado, as ações ON da empresa (EMBR3) recuaram 4,17% — o terceiro pior desempenho do Ibovespa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vale na contramão

Os papéis ON da Vale (VALE3) destoam do Ibovespa e fecharam em alta de 0,76%, aparecendo entre os maiores ganhos do índice nesta sessão. As ações são beneficiadas por uma combinação entre dólar forte — as exportações têm papel fundamental para a empresa — e avanço expressivo do minério de ferro: hoje, a commodity subiu 2,77% na China.

Petrobras recua

As demais blue chips do Ibovespa — ações de grande peso individual na composição do índice e liquidez elevada — apareceram no campo negativo. Petrobras PN (PETR4) recuou 0,46% e Petrobras ON (PETR3) caiu 0,70%, apesar dos ganhos do petróleo no exterior: o Brent subiu 0,74% e o WTI avançou 0,39%.

Entre os bancos,  Bradesco PN (BDC4) caiu 1,07%, Bradesco ON (BBDC3) recuou 0,9% e Banco do Brasil ON (BBAS3) teve perda de 1,65%. A exceção foi Itaú Unibanco PN (ITUB4), que fechou em alta de 0,31%.

Guararapes desagrada

Fora do Ibovespa, destaque para os papéis ON da Guararapes (GUAR3), dona da Riachuelo, que terminaram em queda de 5,06%, a R$ 16,70 — na mínima, chegaram a cair 12,79%, a R$ 15,34.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A empresa reportou lucro líquido de R$ 32,3 milhões no primeiro trimestre deste ano, uma queda de 36,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Os resultados decepcionaram os analistas, que destacaram o retração na margem bruta da Riachuelo e a fraca expansão das vendas no conceito mesmas lojas (SSS), entre outros pontos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
REAÇÃO AO BALANÇO

Grupo Mateus (GMAT3) desaba na bolsa: o que explica a queda de quase 17% em um dia e como ficam os papéis agora?

19 de março de 2026 - 18:01

O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional

HORA DE INVESTIR?

Lojas Renner (LREN3) pode subir até 50%: mesmo com ‘críticas’ dos investidores, XP cita 4 motivos para a varejista ser a favorita do setor

19 de março de 2026 - 14:31

XP tem recomendação de compra para Lojas Renner (LREN3) com potencial de valorização de até 50%; veja por que a ação é a preferida do varejo

OS PROBLEMAS DE SEMPRE

Hapvida (HAPV3) tem trimestre ainda pior do que a tragédia do 3T25, e futuro CEO reconhece frustração — mas traça plano para virar o jogo

19 de março de 2026 - 12:40

Mais um resultado muito fraco no 4T25, com queda de rentabilidade, queima de caixa e perda de beneficiários, expõe desafios estruturais e leva a companhia a reforçar plano focado em execução, eficiência e preservação de capital

ALÉM DO SOL E DO VENTO

Oportunidade atômica: expansão da energia nuclear no mundo abre janela para o investidor brasileiro — e BTG diz por onde você pode começar

18 de março de 2026 - 18:15

Com retornos acima de 110% desde 2024, os ETFs de energia nuclear superam o S&P 500; demanda por inteligência artificial impulsiona a tese de investimento

COMMODITIES EM ALTA

Petróleo no topo: o ETF que já sobe quase 15% no ano e deixa o Ibovespa para trás

18 de março de 2026 - 14:29

Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período

TOUROS E URSOS #263

O ‘rali mais odiado’ e a escassez de ações: o que esperar do Ibovespa em meio à guerra e às eleições no segundo semestre

18 de março de 2026 - 13:48

Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã

AS PREFERIDAS

Com mudanças do governo no MCMV, essas duas construtoras devem se destacar, segundo BBI

18 de março de 2026 - 11:15

Em relatório, o banco destacou que, nesse nicho, Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) são as principais beneficiadas pelas eventuais mudanças no programa governamental

HORA DE ENCHER O CARRINHO

Queda dos papéis do Nubank (ROXO34) é música para os ouvidos do Itaú BBA: por que o banco recomenda investir nas ações do roxinho?

17 de março de 2026 - 19:51

Itaú BBA explica os três fatores que derrubaram as ações do Nubank, mas recomendam aproveitar a queda para se expor aos papéis; entenda

HORA DE COMPRAR

Usiminas (USIM5) está prestes a deslanchar? UBS BB eleva recomendação e vê espaço para alta de quase 40%

17 de março de 2026 - 19:08

Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica

AÇÃO EM ALTA

Vale a pena investir? Sabesp (SBSP3) aprova R$ 583 milhões em JCP após lucro de quase R$ 2 bilhões no 4º trimestre

17 de março de 2026 - 14:00

Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas

RETORNOS SUSTENTÁVEIS

Carteira ESG: B3 (B3SA3) e Motiva (MOTV3) são as favoritas dos analistas para investir agora e buscar lucros com sustentabilidade

16 de março de 2026 - 14:03

Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG

NO RADAR DO INVESTIDOR

Petróleo em alta no mundo e diesel mais caro no Brasil: a semana que pressionou bolsa, dólar e juros

14 de março de 2026 - 12:48

Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom

GLOBAL MONEY WEEK

B3 oferece aulas gratuitas sobre investimentos e educação financeira; veja como participar

14 de março de 2026 - 9:21

Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira

RENDA COM IMÓVEIS

Fundos imobiliários batem recorde de investidores e Ifix está nas máximas históricas: há espaço para mais?

13 de março de 2026 - 19:45

Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano

KIT GEOPOLÍTICO

Petróleo nas alturas: CMDB11, ETF de commodities, ganha força como estratégia de proteção das carteiras

13 de março de 2026 - 16:17

Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities

REAÇÃO AO BALANÇO

Magalu (MGLU3) passou no ‘teste de fogo da Selic’ enquanto outras sucumbiram, diz Fred Trajano

13 de março de 2026 - 13:39

CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce

FATIA MAIOR

Vale (VALE3) cancela quase 100 milhões de ações mantidas em tesouraria; entenda a vantagem para o acionista

13 de março de 2026 - 11:15

Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais

O MOTIVO DA QUEDA

Ouro naufraga na tempestade do Oriente Médio. É o fim da linha para o porto seguro dos investidores?

12 de março de 2026 - 16:14

O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas

MERCADOS

Sem colete à prova de balas, Ibovespa cai mais de 2% e dólar vai às máximas do dia; bolsa sangra com Irã-EUA e fogo amigo do IPCA 

12 de março de 2026 - 12:47

Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100

PEGOU UM SHAPE

Smart Fit (SMFT3) dá salto de 6% na bolsa. Para o BTG, a era fitness pode gerar lucro de 56% aos investidores

11 de março de 2026 - 16:41

A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar