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Setor industrial enxerga a situação financeira e o lucro operacional com mais pessimismo no 1º trimestre de 2026, de acordo com pesquisa
Os efeitos econômicos da guerra entre os Estados Unidos e o Irãse alastraram globalmente, e o Brasil não conseguiu escapar. Uma das consequências para o País foi observada pela indústria, com a disparada do preço médio das matérias-primas.
É isso que mostra a pesquisa Sondagem Industrial, realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo o levantamento, a alta dos preços do petróleo e de outros insumos relevantes se tornou uma “vilã” para o setor.
Cabe lembrar que o petróleo Brent, que serve como principal referência internacional, acumula alta de 72,97% desde o início do ano, cotado a US$ 105,31 por barril. Já o WTI, usado como base pelo mercado norte-americano, já subiu 64,47%, a US$ 94,39.
Esse avanço da commodity levou o índice de evolução de preço médio das matérias-primas a saltar 10,8 pontos no 1º trimestre de 2026.
Ao final do ano passado, no 4º trimestre de 2025, o indicador somava 55,3 pontos. Na pesquisa publicada pela CNI nesta sexta-feira (24), chegou a 66,1 pontos.
O índice não era tão alto desde o segundo trimestre de 2022, quando o fluxo industrial ainda se recuperava dos efeitos da pandemia.
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A pesquisa realizada com pequenas, médias e grandes empresas mostra que a preocupação com o alto custo da matéria-prima — e até mesmo a falta dela — se tornou um dos principais problemas para o setor industrial.
Na edição anterior do levantamento, feita no 4T25, esse fator era apontado como uma das principais queixas por 17,3% dos entrevistados.
Agora, o percentual disparou para 30,8% e as matérias-primas se tornaram o segundo maior problema para as companhias, à frente das taxas de juros elevadas. Antes, era o sexto da lista.
A primeira colocação do ranking de preocupações continua com a carga tributária. No 1º trimestre, o entrave foi apontado por 34,8% dos empresários. Ainda que tenha continuado como o principal problema, houve uma queda de 6,3 pontos percentuais em relação ao 4º trimestre do ano passado.
Na visão de Marcelo Azevedo, gerente de análise econômica da CNI, “esses fatores estão afetando o fôlego financeiro das empresas”.
Com o aumento dos preços das matérias-primas e as preocupações dos empresários sobre o cenário tributário e macroeconômico, há uma insatisfação sobre os resultados das companhias, principalmente entre as pequenas empresas.
O levantamento mostra que o índice de satisfação com a situação financeira da indústria foi de 47,2 pontos nos primeiros três meses do ano. No trimestre anterior, esse indicador era de 50,1 pontos.
Entre as pequenas empresas, o índice foi de 42,6 pontos.
Essa percepção negativa também apareceu em relação ao lucro operacional, com os donos de empresas menos satisfeitos do que no fim do ano passado.
A pesquisa indica que o índice registrou 41,9 pontos, o menor valor desde o segundo trimestre de 2020, momento em que a indústria era afetada pela pandemia.
Além do pessimismo com indicadores financeiros, o setor industrial também percebe uma maior dificuldade de acesso ao crédito.
Apesar de o ciclo de queda da taxa Selic ter iniciado, os juros continuam em patamar elevado, de 14,75% ao ano. Nesse sentido, o índice de acesso ao crédito caiu para 39 pontos nos três primeiros meses de 2026.
Ao final de 2025, o indicador era de 40,9 pontos. “O índice permanece muito abaixo da linha divisória de satisfação, revelando grande dificuldade de acesso ao crédito e, com a queda, demonstra que essa dificuldade se tornou mais intensa e disseminada entre os empresários industriais”, diz a confederação no levantamento.
Apesar de os empresários demonstrarem um maior pessimismo em relação a questões financeiras da indústria, o nível de produção aumentou no mês de março.
Os dados da CNI mostram que o índice subiu de 45,4 pontos, em fevereiro, para 53,7 pontos, em março.
O resultado positivo era esperado, já que o mês de março costuma marcar a transição de queda para alta na produção. Em linha com a alta na produção, a Utilização da Capacidade Instalada (UCI) — que mede a operação industrial — cresceu de 66% para 69%.
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