🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Money Times

SIMULAÇÃO

Renda fixa: quanto rendem R$ 10 mil no CDB, na LCA, no Tesouro Selic e na poupança com os juros em 14,75% ao ano?

O Copom reduziu a taxa Selic, mas o retorno da renda fixa continua o mais atrativo do mercado; confira as rentabilidades

Money Times
18 de março de 2026
19:42 - atualizado às 19:45
renda fixa selic
Imagem: Shutterstock

A taxa Selic caiu para 14,75% ao ano nesta quarta-feira (18), depois que o Comitê de Política Monetária (Copom) optou por cortar os juros básicos do país. A decisão diminui o retorno dos principais títulos de renda fixa que tem rentabilidade pós-fixada, ou seja, que acompanha os juros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso não significa, no entanto, que a rentabilidade de CDBs, LCAs e Tesouro Selic ficaram ruins. O ajuste, chamado pelo Copom de "calibração" é pequeno, de modo que o retorno de todos esses títulos de renda fixa continuam altos.

Com este primeiro ajuste na Selic, o Brasil continua com a segunda maior taxa de juros reais (que desconta a inflação) do mundo, de 9,51%. Perde apenas para a Turquia, com 10,38%. O terceiro lugar no pódio é da Rússia, com 9,41%, conforme dados do ranking MoneYou/Lev Intelligence.

  • LEIA MAIS: O SD Select, área com conteúdos exclusivos do Seu Dinheiro, disponibiliza relatórios com análises e recomendações de investimentos. Clique aqui para acessar. 

A Selic, ainda em patamares tão elevados, mantêm a renda fixa como a classe de ativos mais atrativa no momento. O rendimento de dos títulos em muitos casos continua acima de 1% ao mês, apenas deixando o dinheiro parado.

Quanto rende R$ 10 mil em CDB, LCA, Tesouro Selic e poupança?

A pedido do Money Times, Priscilla Cacavallo, gerente da Daycoval Investe, e Talita Esteves, especialista e planejadora financeira da Daycoval Investe, realizaram uma simulação de investimento nos principais produtos ofertados no mercado com a atual taxa de juros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
ProdutoRentabilidadeInvestimentoPrazoValor BrutoValor Líquido
CDB104% CDI a.aR$ 10.000,001 anoR$ 11.523,60R$ 11.256,97
Tesouro SelicSelic + 0,0972% a.aR$ 10.000,001 anoR$ 11.486,15R$ 11.226,08
LCA Pós93% CDI a.aR$ 10.000,001 anoR$ 11.362,45R$ 11.362,45
LCA Pré12,35% a.aR$ 10.000,001 anoR$ 11.235,00R$ 11.235,00
Poupança0,6213% a.mR$ 10.000,001 anoR$ 10.771,57R$ 10.771,57

A simulação leva em consideração:

Leia Também

  • Para aplicações com prazo de 12 meses, alíquota de Imposto de Renda de 17,5%, conforme a tabela regressiva da renda fixa.
  • Rentabilidade da poupança com data de aniversário em 1º de março, com rendimento de 0,6213% ao mês, conforme a regra vigente do Banco Central para cenários de Selic acima de 8,5% ao ano.
  • Nos cálculos, foi adotada a composição multiplicativa de taxas efetivas, e não a soma simples das taxas nominais.
  • A conversão das taxas anuais para períodos inferiores a 12 meses foi realizada por meio de capitalização composta proporcional ao prazo, metodologia usual em matemática financeira e em simulações com calculadoras financeiras como a HP12C.

Além da Selic: onde investir na renda fixa?

Mais do que calibrar o tamanho do próximo movimento do Copom, o foco do investidor deve estar na direção estrutural da política monetária, avalia Fabiano Zimmermann, head de fundos de renda fixa do ASA.

A questão central é se o Brasil, de fato, ingressou em um ciclo consistente de queda de juros, capaz de reduzir o ainda elevado nível dos juros reais, hoje próximos de 11%.

Nesse ambiente, choques externos como as tensões no Oriente Médio e seus impactos sobre o petróleo tendem a funcionar mais como ruído do que como uma inflexão de tendência, disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por se tratar de um choque de oferta, com alcance limitado da política monetária, a leitura de Zimmermann é de que o Banco Central deve atravessar esses episódios sem alterar o curso gradual de flexibilização.

Com esse pano de fundo, ele explica que títulos indexados à inflação de médio prazo ganham relevância.

“Em um ambiente de queda gradual dos juros reais, é esperado que as taxas desses papéis também se reduzam ao longo do tempo, abrindo espaço tanto para estratégias de carregamento até o vencimento quanto para ganhos via marcação a mercado”, diz. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ESTRATÉGIA DO GESTOR

Paradoxo da Selic: corte nos juros tende a diminuir risco de calote na renda fixa, mas Sparta alerta para outro risco no horizonte

9 de março de 2026 - 15:32

Ciclo de queda da taxa básica de juros tende a aumentar a volatilidade no mercado secundário de crédito privado e lembrar ao investidor que renda fixa não é proxy de CDI

CRÉDITO PRIVADO

Os juros vão cair, e esses são os melhores setores para investir na renda fixa com a taxa Selic menor

23 de fevereiro de 2026 - 19:04

Relatório da Empiricus com gestores de crédito mostra quais são as apostas dos especialistas para um corte maior ou menor nos juros; confira

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Renda fixa sem IR: é hora de investir em CRAs ou em debêntures incentivadas? A Sparta responde

23 de fevereiro de 2026 - 14:01

A vantagem fiscal não deve ser o único benefício de um título de crédito — o risco também deve ser remunerado, e nem toda renda fixa está pagando essa conta

OPORTUNIDADE NO CRÉDITO

Não é hora de sair da renda fixa? Moody’s prevê bilhões em emissões no primeiro semestre

12 de fevereiro de 2026 - 18:58

Com R$ 117 bilhões em títulos para vencer, empresas devem vir a mercado para tentar novas emissões, a taxas ainda atraentes para o investidor

RENDA FIXA

CDBs dos bancos Pleno, Original e Pine estão entre os mais rentáveis de janeiro, pagando até 110% do CDI; vale a pena investir?

10 de fevereiro de 2026 - 16:15

Levantamento da Quantum Finance mostra quais emissões ficaram com taxas acima da média do mercado

SEM CONFIANÇA

Raízen (RAIZ4) non grata: investidores vendem debêntures da empresa com prejuízo, diante de maior percepção de risco

9 de fevereiro de 2026 - 14:01

Depois dos bonds, debêntures da Raízen derretem no mercado secundário, com abertura de até 40 pontos percentuais em taxas

CARTEIRA RECOMENDADA

Livres de imposto de renda: as recomendações de CRI, CRA e debêntures incentivadas para fevereiro

6 de fevereiro de 2026 - 15:05

Carteiras recomendadas de bancos destacam o melhor da renda fixa para o mês e também trazem uma pitada de Tesouro Direto; confira

REAL VS. DÓLAR

Crédito privado em reais ou em dólar? BTG destaca empresas brasileiras para investir em debêntures e em bonds

5 de fevereiro de 2026 - 19:01

Em alguns casos, o ganho de um título em dólar sobre o equivalente em real pode ultrapassar 3 pontos percentuais

SAÍDA EM MASSA

Shell e Cosan soltaram a mão da Raízen (RAIZ4)? Investidores acreditam que sim e bonds derretem com venda em massa

5 de fevereiro de 2026 - 14:01

Juros dos títulos em dólar explodem em meio à falta de apoio claro de Cosan e Shell

RENDA FIXA EM DÓLAR

Bonds da Raízen (RAIZ4), Aegea e Brava (BRAV3): as escolhas do BTG para a carteira de renda fixa internacional em fevereiro

4 de fevereiro de 2026 - 10:45

Banco vê oportunidade de ganho significativo em dólar, investindo em empresas brasileiras e conhecidas

RENDA FIXA

Títulos do Tesouro Direto ganham novos prazos: veja o que muda para o investidor

3 de fevereiro de 2026 - 15:35

Papéis prefixados e indexados à inflação tem vencimento alongado, enquanto Tesouro Selic só oferece um vencimento

RENDA FIXA

Tesouro Direto: A ‘janela de ouro’ do Tesouro IPCA+, que pode render até 91% com a queda dos juros

2 de fevereiro de 2026 - 16:45

Relatório da XP recomenda a janela estratégica rara nos títulos indexados à inflação e indica os dois títulos preferidos da casa

RENDA FIXA

Mais rentável que a poupança e tão fácil quanto um ‘cofrinho’: novo título do Tesouro Direto para reserva de emergência já tem data para estrear

30 de janeiro de 2026 - 17:25

O novo título público quer concorrer com os ‘cofrinhos’ e ‘caixinhas’ dos bancos digitais, e ser uma opção tão simples quando a poupança

ENERGIA PARA A EMPRESA

Eneva (ENEV3) anuncia nova emissão de debêntures no valor de R$ 2 bilhões; veja potencial para a ação

26 de janeiro de 2026 - 12:35

Os recursos serão usados para cobrir gastos relacionados com a implantação e exploração da usina termelétrica movida a gás natural UTE Azulão II, no Amazonas; papéis são voltados a investidores profissionais

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundos de crédito privado perdem R$ 19 bilhões em dezembro, mas gestores estão mais otimistas com debêntures neste início de ano

20 de janeiro de 2026 - 18:01

Levantamento da Empiricus mostra quais setores lideram oportunidades e como o mercado de debêntures deve se comportar nos próximos meses

TÍTULOS PÚBLICOS

Tesouro Direto volta a oferecer retornos recordes; Tesouro IPCA+ paga 8% mais inflação e prefixados rendem mais de 13%

20 de janeiro de 2026 - 12:29

Incertezas globais elevam rendimentos dos títulos públicos e abrem nova janela de entrada no Tesouro Direto

SEGUNDA CHANCE

CDBs do Master: onde reinvestir o dinheiro da garantia paga pelo FGC

19 de janeiro de 2026 - 18:05

Ressarcimento começou a pingar na conta dos investidores, que agora têm o desafio de fazer aplicações melhores e mais seguras

COMPRAR OU VENDER?

Este fundo de infraestrutura, isento de IR, é eleito pelo BTG como a pechincha do setor — confira qual

19 de janeiro de 2026 - 14:41

Relatório afirma que a performance do BDIF11 está descolada dos seus pares, mesmo com uma carteira pulverizada e um bom pagamento de dividendos

CDBs

FGC começa pagamentos do Banco Master e dispara alerta: fraude atinge quem tem valores a receber

18 de janeiro de 2026 - 17:34

Os golpistas e fraudadores estão utilizando indevidamente do nome do FGC, bem como tentando interferir no regular processo de pagamento

RENDA FIXA

Com juros altos, o fantasma do endividamento ainda pode assombrar as empresas em 2026? O que esperar do mercado de dívida corporativa

15 de janeiro de 2026 - 6:24

Apesar da pressão dos juros altos, a maioria das empresas fez ajustes importantes, e o setor segue com apetite por crédito — mas nem todas escaparam ilesas

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar