Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

BALANÇO DA RENDA FIXA

Com Selic a 15%, renda fixa conservadora brilhou em 2025, mas destaque foram os prefixados; veja o desempenho do Tesouro Direto no ano

Melhor desempenho entre os títulos públicos ficou com os prefixados, que chegaram a se valorizar mais de 20% no ano; na renda fixa privada, destaque foram as debêntures incentivadas

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
1 de janeiro de 2026
12:10
Baú de moedas representando o Tesouro Direto
Títulos do Tesouro Direto chegaram a oferecer remunerações superiores a 15% ao ano e 8% ao ano mais IPCA em 2025. Imagem: Adobe Firefly

Com uma alta de 34% do Ibovespa e 21% do Índice de Fundos Imobiliários (IFIX), talvez não dê para dizer exatamente que 2025 foi o ano da renda fixa, mesmo com a Selic estacionada em 15% ao ano desde junho. Ao menos não em termos de rentabilidade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mesmo assim, a classe de ativos mais conservadora foi a principal escolha do investidor brasileiro no ano que se passou. Entre as pessoas físicas, a renda fixa respondia por quase 60% do volume investido no meio do ano passado.

Com a taxa básica de juros no ponto máximo do último ciclo de alta, necessário para fazer a inflação oficial retornar à meta em um cenário de fiscal frouxo e economia aquecida, o CDI acumulou um retorno de 14,30% em 2025. A taxa baliza a rentabilidade das aplicações de renda fixa pós-fixadas, aquelas que pagam um percentual do CDI.

Trata-se de um retorno formidável para quem não gosta de correr risco, o que de fato ainda mantém o investidor brasileiro afastado dos ativos de bolsa.

Porém, dentro da própria renda fixa vimos ativos um pouco mais arriscados que o Tesouro Selic e os CDBs de liquidez diária pagando retornos ainda mais interessantes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com os juros futuros pressionados por conta da alta da Selic no primeiro semestre e o risco fiscal elevado, quem aproveitou 2025 para encher o carrinho de títulos prefixados e indexados à inflação conseguiu contratar retornos elevados para o vencimento.

Leia Também

Entre os títulos públicos, os papéis de renda fixa de menor risco, os prefixados chegaram a oferecer rentabilidades superiores a 15% no início do ano; já os indexados à inflação (Tesouro IPCA+) passaram boa parte do ano com rentabilidades superiores a 7% ao ano mais a variação do IPCA.

Em alguns momentos do primeiro semestre, certos títulos Tesouro IPCA+ chegaram a oferecer remunerações superiores a 8% ao ano acima da inflação, antes vistas apenas em momentos de crise.

No segundo semestre, porém, os juros futuros começaram a baixar, principalmente os de vencimentos mais curtos, dadas a convergência da inflação para a meta e a perspectiva de início de cortes na Selic no início de 2026.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com isso, os títulos públicos prefixados e indexados a inflação viram uma valorização geral nos seus preços de mercado, junto com uma redução das remunerações oferecidas.

Lembrando que, quando os juros futuros sobem, as taxas dos títulos públicos também sobem, e seus preços de mercado caem; já quando os juros futuros caem, as taxas dos títulos públicos se reduzem e seus preços de mercado sobem.

Para quem leva o título ao vencimento, a rentabilidade contratada na compra está garantida; mas é possível também ganhar com a valorização do papel, vendendo-o antecipadamente por um preço de mercado superior ao da data da compra.

Veja na tabela a seguir como foi o desempenho dos preços de mercado dos títulos públicos negociados no Tesouro Direto em 2025:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os melhores e piores desempenhos dos títulos públicos do Tesouro Direto em 2025

TítuloVencimentoDesempenho em 2025
Tesouro Prefixado 01/01/2031 21,70%
Tesouro Prefixado 01/01/2029 20,87%
Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 01/01/2029 19,67%
Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 01/01/2031 19,66%
Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 01/01/2033 18,92%
Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 01/01/2035 18,59%
Tesouro Prefixado 01/01/2027 17,23%
Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 01/01/2027 16,81%
Tesouro Prefixado 01/01/2026 15,22%
Tesouro Selic 01/03/2029 14,66%
Tesouro Selic 01/03/2027 14,45%
Tesouro Selic 01/03/2026 14,34%
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 15/05/2055 11,83%
Tesouro IPCA+ 15/05/2045 11,74%
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 15/08/2050 11,63%
Tesouro IPCA+ 15/05/2035 11,56%
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 15/05/2035 11,38%
Tesouro IPCA+ 15/05/2029 11,36%
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 15/08/2026 11,12%
Tesouro IPCA+ 15/08/2026 11,04%
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 15/08/2030 10,96%
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 15/05/2045 10,94%
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 15/08/2032 10,82%
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 15/08/2040 9,45%
Fonte: Tesouro Direto. Foram considerados apenas os títulos que têm retorno no ano.

Prefixados foram o destaque positivo do Tesouro Direto em 2025

Como você pode ver no ranking, os títulos prefixados foram o grande destaque positivo do Tesouro Direto em 2025, com retornos que venceram, em alguns casos com folga, a Selic e o CDI.

Esses títulos tendem a se valorizar quando a Selic está elevada, a inflação alta é finalmente domada e, por isso, a expectativa do mercado passa a ser de queda de juros — exatamente o que aconteceu em 2025.

Veja também que nenhum título público amargou retorno negativo no ano que se passou, uma vez que o alívio em toda a curva de juros futuros acabou beneficiando todos os vencimentos.

Entretanto, os papéis Tesouro IPCA+ foram menos favorecidos que os prés. Com prazos tipicamente mais longos, esses títulos são mais afetados pelo risco-país, ainda pressionado devido às preocupações com o fiscal, com os gastos públicos elevados e a pouca perspectiva de controle do crescimento da dívida pública.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, no ano que vem teremos eleições presidenciais no Brasil, o que traz ao mercado de juros um cenário considerado binário, de possível manutenção do governo atual — e, com isso, um fiscal frouxo — contra uma possível mudança para um governo mais responsável fiscalmente.

Entre os títulos privados, preferência continuou com os papéis isentos de imposto de renda

A preferência dos investidores pessoas físicas em 2025 continuou sendo por títulos isentos de imposto de renda, como CRIs, CRAs, LCIs, LCAs e debêntures incentivadas.

Embora regras mais rígidas de emissões tenham reduzido a captação via CRIs e CRAs, a diminuição do prazo de carência de LCIs e LCAs de nove para seis meses em maio voltou a dar força para esses papéis bancários.

Já as debêntures incentivadas foram a grande estrela do ano na renda fixa. Com a iminência de tributação dos demais instrumentos isentos — o que acabou não se concretizando — os títulos de dívida de empresas destinados a financiar projetos de infraestrutura bateram sucessivos recordes de captação, o que acabou amassando cada vez mais as remunerações oferecidas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Não foram raras as emissões cuja rentabilidade prometida ficasse nominalmente inferior à dos títulos públicos de mesmo prazo e indexador, o que deveria ser um contrassenso, dado que títulos do Tesouro, garantidos pelo governo, são mais seguros que títulos de empresas.

Acontece que a isenção de IR ainda mantém o retorno líquido das debêntures levemente mais atrativo que o dos títulos públicos, que são tributados.

De janeiro a novembro de 2025, a emissão de debêntures incentivadas totalizou R$ 150,7 bilhões, valor que superou a captação de R$ 135,1 bilhões desta classe em todo o ano de 2024.

A negociação também se intensificou no mercado secundário. De janeiro a novembro, o volume negociado entre investidores atingiu R$ 316 bilhões, o maior valor já registrado para o período.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No acumulado de 2025, as debêntures em geral (considerando as isentas e não isentas) tiveram um retorno de 15,59%, enquanto as debêntures incentivadas renderam 15,98%, lembrando que, neste caso, há isenção de IR.

VEJA TAMBÉM: Os TOUROS do ano: quem BRILHOU dentro e fora da economia em 2025

Fundos de ações e multimercados continuaram perdendo recursos para a renda fixa

Mesmo com o bom desempenho da bolsa, os fundos de ações e multimercados continuaram perdendo recursos para a renda fixa. Entre os fundos, os de renda fixa tiveram captação líquida positiva, notadamente os de crédito privado, aqueles que investem principalmente em debêntures.

Há inclusive fundos de crédito dedicados exclusivamente às debêntures incentivadas, mantendo a isenção de IR. São os FI-Infras.

Até novembro, os fundos de renda fixa tiveram captação líquida positiva de R$ 162,5 bilhões no acumulado de 2025, enquanto os fundos de ações tiveram perda líquida de R$ 52,8 bilhões, e os multimercados, de R$ 61,7 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda dentro da classe de renda fixa, mas contabilizados separadamente, os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) vivem uma fase de forte expansão desde que foram liberados para investidores de varejo.

Nos doze meses encerrados em novembro, o patrimônio líquido destes fundos avançou 22,5%, para R$ 741,1 bilhões. Já o número de contas de investidores em FIDCs mais do que dobrou, passando de 147,3 mil para 333,7 mil.

Confira na tabela a seguir a rentabilidade dos diferentes tipos de fundos de renda fixa no acumulado de 2025 até novembro (data do último dado).

Lembrando que fundos classificados como Grau de Investimento são aqueles que apenas investem em títulos públicos ou títulos privados emitidos por empresas e bancos considerados excelentes pagadores (baixo risco de crédito).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já os fundos classificados como Soberano investem só em títulos públicos, e os Crédito Livre são os fundos de crédito privado que podem investir em títulos com nível de risco maior.

Desempenho dos fundos de renda fixa em 2025 (dados até novembro)

Classificação do FundoRentabilidade
Renda Fixa Duração Média Grau de Investimento 13,13%
Renda Fixa Duração Livre Crédito Livre 13,09%
Renda Fixa Duração Baixa Grau de Investimento 13,00%
Renda Fixa Duração Média Crédito Livre 13,00%
Renda Fixa Duração Baixa Crédito Livre 12,95%
Renda Fixa Duração Média Soberano 12,77%
Renda Fixa Duração Alta Crédito Livre 12,48%
Renda Fixa Simples 12,38%
Renda Fixa Duração Livre Grau de Investimento 12,35%
Renda Fixa Indexados 12,28%
Renda Fixa Duração Baixa Soberano 11,97%
Renda Fixa Duração Livre Soberano 11,67%
Renda Fixa Duração Alta Soberano 11,11%
Renda Fixa Investimento no Exterior 10,37%
Renda Fixa Duração Alta Grau de Investimento 9,26%
Renda Fixa Dívida Externa  -4,74%
Fonte: Anbima

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MEDO NO AR

Renda fixa: títulos públicos do mundo inteiro disparam com a expectativa de uma nova onda de aumento dos juros

20 de março de 2026 - 17:25

Preocupação com inflação levou o principal título da Inglaterra a oferecer 5% de juro, maior nível desde 2008; nos EUA, o Treasury de 30 anos chegou a 4,95%

SIMULAÇÃO

Renda fixa: quanto rendem R$ 10 mil no CDB, na LCA, no Tesouro Selic e na poupança com os juros em 14,75% ao ano?

18 de março de 2026 - 19:42

O Copom reduziu a taxa Selic, mas o retorno da renda fixa continua o mais atrativo do mercado; confira as rentabilidades

RENDA FIXA

Tesouro Direto: Prefixado a 14% e IPCA + 8% aqui não! Tesouro Nacional vai às compras e isso é bom para a sua carteira

17 de março de 2026 - 19:32

Iniciativa do Tesouro acalmou o mercado de títulos públicos e tende a diminuir preços e taxas diante da crise com a guerra no Oriente Médio

RENDA FIXA

O que vai acontecer com a renda fixa? Situação da Raízen (RAIZ4) e corte na Selic são motivos de alerta para gestores de fundos

16 de março de 2026 - 19:48

Fundos de crédito começam a registrar resgates pelos investidores, mas volume ainda é pequeno — o risco é aumentar nos próximos meses

CRÉDITO EM CRISE

Raízen (RAIZ4): como ficam as debêntures, bonds e CRAs após o pedido de recuperação extrajudicial?

11 de março de 2026 - 18:33

Alterações em prazos, juros ou conversões para ações podem afetar os títulos de dívida que têm a Raízen como devedora

ISENTO DE IR

Renda fixa: LCAs mais rentáveis de fevereiro pagam até 94,5% do CDI, sem imposto de renda; veja prazos e emissores

10 de março de 2026 - 19:45

As emissões com taxas prefixadas ofereceram 11,59% de juro ao ano — quase 1% ao mês isento de IR

CARTEIRA RECOMENDADA

Corte na taxa Selic e guerra no Oriente Médio: como investir em Tesouro Direto e outros títulos de renda fixa em março?

10 de março de 2026 - 14:01

Incerteza global mexeu nas taxas dos títulos públicos e interrompeu os ajustes na precificação dos títulos de renda fixa pela perspectiva de corte nos juros

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Paradoxo da Selic: corte nos juros tende a diminuir risco de calote na renda fixa, mas Sparta alerta para outro risco no horizonte

9 de março de 2026 - 15:32

Ciclo de queda da taxa básica de juros tende a aumentar a volatilidade no mercado secundário de crédito privado e lembrar ao investidor que renda fixa não é proxy de CDI

CRÉDITO PRIVADO

Os juros vão cair, e esses são os melhores setores para investir na renda fixa com a taxa Selic menor

23 de fevereiro de 2026 - 19:04

Relatório da Empiricus com gestores de crédito mostra quais são as apostas dos especialistas para um corte maior ou menor nos juros; confira

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Renda fixa sem IR: é hora de investir em CRAs ou em debêntures incentivadas? A Sparta responde

23 de fevereiro de 2026 - 14:01

A vantagem fiscal não deve ser o único benefício de um título de crédito — o risco também deve ser remunerado, e nem toda renda fixa está pagando essa conta

OPORTUNIDADE NO CRÉDITO

Não é hora de sair da renda fixa? Moody’s prevê bilhões em emissões no primeiro semestre

12 de fevereiro de 2026 - 18:58

Com R$ 117 bilhões em títulos para vencer, empresas devem vir a mercado para tentar novas emissões, a taxas ainda atraentes para o investidor

RENDA FIXA

CDBs dos bancos Pleno, Original e Pine estão entre os mais rentáveis de janeiro, pagando até 110% do CDI; vale a pena investir?

10 de fevereiro de 2026 - 16:15

Levantamento da Quantum Finance mostra quais emissões ficaram com taxas acima da média do mercado

SEM CONFIANÇA

Raízen (RAIZ4) non grata: investidores vendem debêntures da empresa com prejuízo, diante de maior percepção de risco

9 de fevereiro de 2026 - 14:01

Depois dos bonds, debêntures da Raízen derretem no mercado secundário, com abertura de até 40 pontos percentuais em taxas

CARTEIRA RECOMENDADA

Livres de imposto de renda: as recomendações de CRI, CRA e debêntures incentivadas para fevereiro

6 de fevereiro de 2026 - 15:05

Carteiras recomendadas de bancos destacam o melhor da renda fixa para o mês e também trazem uma pitada de Tesouro Direto; confira

REAL VS. DÓLAR

Crédito privado em reais ou em dólar? BTG destaca empresas brasileiras para investir em debêntures e em bonds

5 de fevereiro de 2026 - 19:01

Em alguns casos, o ganho de um título em dólar sobre o equivalente em real pode ultrapassar 3 pontos percentuais

SAÍDA EM MASSA

Shell e Cosan soltaram a mão da Raízen (RAIZ4)? Investidores acreditam que sim e bonds derretem com venda em massa

5 de fevereiro de 2026 - 14:01

Juros dos títulos em dólar explodem em meio à falta de apoio claro de Cosan e Shell

RENDA FIXA EM DÓLAR

Bonds da Raízen (RAIZ4), Aegea e Brava (BRAV3): as escolhas do BTG para a carteira de renda fixa internacional em fevereiro

4 de fevereiro de 2026 - 10:45

Banco vê oportunidade de ganho significativo em dólar, investindo em empresas brasileiras e conhecidas

RENDA FIXA

Títulos do Tesouro Direto ganham novos prazos: veja o que muda para o investidor

3 de fevereiro de 2026 - 15:35

Papéis prefixados e indexados à inflação tem vencimento alongado, enquanto Tesouro Selic só oferece um vencimento

RENDA FIXA

Tesouro Direto: A ‘janela de ouro’ do Tesouro IPCA+, que pode render até 91% com a queda dos juros

2 de fevereiro de 2026 - 16:45

Relatório da XP recomenda a janela estratégica rara nos títulos indexados à inflação e indica os dois títulos preferidos da casa

RENDA FIXA

Mais rentável que a poupança e tão fácil quanto um ‘cofrinho’: novo título do Tesouro Direto para reserva de emergência já tem data para estrear

30 de janeiro de 2026 - 17:25

O novo título público quer concorrer com os ‘cofrinhos’ e ‘caixinhas’ dos bancos digitais, e ser uma opção tão simples quando a poupança

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia