Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
DEU BOM!

Não tem para ninguém: Brasil é o país que mais vai se dar bem com o acordo Mercosul-UE — e aqui estão os motivos segundo a Moody’s  

Quando estiver valendo, o tratado criará uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, ligando dois blocos e um mercado com mais de 700 milhões de pessoas

Mercosul - União Europeia
Mercosul - União Europeia - Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Uma espera de 25 anos e, ainda assim, quase que o acordo entre Mercosul e União Europeia (UE) não sai do papel — ÁustriaFrança, Hungria, Polônia e Irlanda tentaram barrar o pacto, mas no último dia 17 o maior acordo de livre comércio do mundo foi assinado.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O tratado, que ainda precisa da aprovação do Parlamento Europeu e dos Congressos de Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguaiprevê a redução gradual de tarifas, regras comuns para o comércio de produtos industriais e agrícolas, investimentos e padrões regulatórios.  

Quando estiver valendo, o acordo criará uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, ligando dois blocos e um mercado com mais de 700 milhões de pessoas — e o grande beneficiado será o Brasil. Foi a essa conclusão que chegou a Moody’s.  

Brasil: limitação no perfil de crédito, mas explosão no comércio 

Segundo a agência de classificação de risco, os efeitos potenciais do acordo entre Mercosul e UE para a qualidade do perfil de crédito soberano do Brasil são limitados no curto prazo, em razão da contribuição modesta para o crescimento geral.  

No entanto, a Moody’s destaca que o acordo promove a diversificação das exportações para além da China e dos EUA, reduzindo a vulnerabilidade geopolítica, e apoia a entrada de investimento estrangeiro direto, particularmente no agronegócio e energia renovável — fatores estruturais para o crescimento do Brasil

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo a Moody's, o País está apto a ser o maior beneficiário dentro do Mercosul dada a composição e escala de suas exportações.  

Leia Também

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Anthropic é obrigada a suspender acesso aos seus novos modelos de IA após ordem dos EUA; entenda

BRASIL ENTRA EM CAMPO

Brasil estreia na Copa do Mundo hoje; confira horário e onde assistir o jogo contra o Marrocos

A UE representou cerca de 16% do comércio total do Mercosul em 2024 e, para o Brasil, os produtos agrícolas (carne bovina, aves, açúcar) e produtos minerais dominam as exportações para o bloco europeu.  

"As tarifas do Mercosul sobre alguns bens europeus são elevadas — chegando a até 35% para autopeças e 28% para laticínios —, de forma que sua eliminação gradual aumentará a competitividade e gerará economias", afirma a agência. 

No entanto, a Moody’s destaca que as principais exportações do Brasil, como petróleo e produtos minerais, já estão sujeitas a tarifas baixas, com média de 0,5%. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mercosul também leva vantagem 

Apesar de, na visão da Moody’s, o Brasil ser o maior beneficiário do acordo, a agência diz que para o perfil de crédito dos soberanos e setores-chave do Mercosul, o tratado com a UE é positivo. 

Segundo a Moody’s, o pacto apoia o acesso aos mercados de exportação, o investimento e a diversificação comercial. A agência destaca que a UE já é a maior provedora de investimento estrangeiro na região do Mercosul. 

Contudo, os benefícios de curto prazo são restringidos por um processo prolongado de implementação e pelos desafios de ratificação, ainda de acordo com a agência, que lembra que o tratado também inclui requisitos de sustentabilidade, como o cumprimento das metas do Acordo de Paris

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Pessoas torcendo para o Brasil na Copa do Mundo no sofá de casa 11 de junho de 2026 - 5:57
Imagem traz a bandeira dos EUA ao fundo. Em primeiro plano, uma mão segurando o índice S&P 500. 10 de junho de 2026 - 15:05

FUJA DO ÍNDICE, FOQUE NAS AÇÕES

Tudo parece bem no S&P 500. O Bank of America discorda e tem 7 motivos para isso 

10 de junho de 2026 - 15:05
Em um mapa mundi em preto e branco, mãos dadas com as bandeiras do Brasil e da China 9 de junho de 2026 - 19:03
O presidente dos EUA, Donald Trump, e os impactos para a bolsa brasileira. ação 5 de junho de 2026 - 18:44
5 de junho de 2026 - 14:12

MOSQUITOS DO BEM

Por que o Google quer liberar 32 milhões de mosquitos nos EUA?

5 de junho de 2026 - 14:12
Argentina X Dólar país enfrenta escassez de reservas 4 de junho de 2026 - 16:20
4 de junho de 2026 - 13:01
SpaceX, do bilionário Elon Musk 4 de junho de 2026 - 10:04
3 de junho de 2026 - 16:57
Ouro 2 de junho de 2026 - 19:51
2 de junho de 2026 - 14:28
Vladimir Putin, presidente da Rússia. 30 de maio de 2026 - 10:30
Ebola 26 de maio de 2026 - 12:20

ALERTA GLOBAL

Ebola: por que esse surto é diferente dos outros

26 de maio de 2026 - 12:20
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar