O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Após ameaça de tarifas de até 25% feita por Donald Trump, União Europeia avalia acionar instrumento de anticoerção econômica que pode atingir empresas e investimentos dos EUA
A disputa pela Groenlândia voltou a ganhar força no cenário internacional. No último sábado (17), Donald Trump afirmou que, a partir de fevereiro, países europeus que se opuserem à ideia de a ilha passar para o controle dos Estados Unidos serão alvo de uma sobretaxa de 10%. Caso não haja mudança até junho, a tarifa subiria para 25%. Diante da ameaça, a Europa já articula uma resposta: acionar a chamada “bazuca comercial”.
Apesar do nome, a medida não envolve armamentos militares. Trata-se de um instrumento com forte poder de impacto econômico, criado para reagir a pressões comerciais consideradas abusivas.
Conhecida como bazuca comercial, a ativação do instrumento de anticoerção econômica da União Europeia foi solicitada pelo presidente da França, Emmanuel Macron, durante uma reunião de emergência realizada no domingo (18).
A ferramenta permite a adoção de uma série de medidas retaliatórias, entre elas:
Na prática, se o pedido francês for aprovado, a União Europeia poderá não apenas aplicar tarifas adicionais sobre produtos norte-americanos, como também impedir que empresas norte-americanas comprem ações de companhias sediadas em qualquer um dos 27 países do bloco.
Além disso, a UE avalia retomar um pacote de 93 bilhões de euros em tarifas retaliatórias contra os Estados Unidos. As medidas haviam sido anunciadas anteriormente, mas foram suspensas após uma trégua firmada em julho do ano passado, segundo informações da agência Reuters.
Leia Também
Criada em 2023, a chamada bazuca comercial também pode trazer efeitos colaterais para os próprios europeus. O aumento da tensão entre Estados Unidos e União Europeia pode colocar em risco acordos comerciais negociados no último verão europeu, mas que ainda não foram oficialmente assinados.
Para Manfred Weber, do Parlamento Europeu, por exemplo, esses acordos comerciais devem ficar para um momento posterior, diante do novo cenário de incerteza.
O Kospi vinha de uma valorização estrondosa de 75% no ano passado, impulsionado pelo hype da inteligência artificial
O banco avalia o choque da alta dos preços do petróleo na região e diz quem ganha, quem perde e como ficam inflação e juros no Brasil, na Argentina, na Colômbia, no Chile e no México; confira a análise
Com quedas de até 15% no ano, as empresas de software brasileiras estão no olho do furacão da IA, mas, segundo o Bank of America, a barreira de dados e a chance de proventos ainda pesam mais que o risco tecnológico
Queda de aeronave militar carregada com 18 toneladas de papel-moeda gera onda de saques e vandalismo
As agências de classificação de risco S&P Global, Fitch Ratings e Moody’s lançam um olhar sobre o Oriente Médio e dizem o que pode acontecer se o conflito durar muito tempo
O banco realizou algumas alterações na carteira de ações internacionais em março, com novas oportunidades de ganho em meio ao ciclo de juros do Fed
Bombardeio contra refinaria da Saudi Aramco coloca em xeque produção da petroleira, mas isso já aconteceu no passado — bem no ano de seu IPO bilionário
A disparada do petróleo pode reascender a inflação global, e alguns líderes de bancos centrais ao redor do mundo já estão em alerta
O gringo está injetando dinheiro no Brasil, México e Colômbia, atraído pelo tamanho desses mercados, mas, para o investidor brasileiro, a diversificação para EUA, Ásia e Europa seguem como o mantra dos bons retornos
Com o espaço aéreo fechado desde sábado (28), cidades dos Emirados Árabes Unidos se aliam com hotelaria para administrar milhares de turistas presos no país após ataques iranianos
Para o capital estrangeiro, o Brasil não é um debate político ou fiscal, mas um balcão de oportunidades de valor; entenda por que, para o gringo, o micro das companhias vence o macro do governo — mas não para sempre
Mesmo com os ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã afetando o fluxo de petróleo na região, o grupo decidiu elevar a oferta em 206 mil barris por dia
Banco avalia que risco maior está na logística global da commodity e mantém recomendação de compra para ação do setor
Aiatolá Alireza Arafi assume interinamente enquanto Assembleia dos Peritos inicia processo para escolha do novo líder supremo
O aiatolá de 86 anos era o homem mais poderoso do Irã e o chefe de Estado mais longevo do Oriente Médio, ocupando a posição de líder supremo por 35 anos
Depois dos ataques coordenados de EUA e Israel ao Irã neste sábado (28), entenda qual deve ser o posicionamento do governo brasileiro e as implicações do conflito para o País
China, Rússia, países na Europa e no Oriente Médio se manifestam após o que vem sendo considerado um dos maiores ataques dos EUA à região na história recente; confira o que as autoridades disseram
O investidor está de frente com um mundo mais perigoso; entenda quem ganha e quem perde e o que pode acontecer a partir de agora
Explosões em Teerã marcam mudança de patamar na crise geopolítica; Teerã reage e atinge alvos ligados a forças americanas na região
O Norges Bank Investment Management, responsável por gerir o fundo soberano da Noruega, revelou nesta quinta-feira (26) que está utilizando o Claude para realizar a triagem ética e reputacional de seus investimentos