Embraer (EMBR3) na mira da FAA, Tesouro Reserva e a academia que cobra R$ 1 mil por mês: as mais lidas da semana
Uma fabricante de aviões, um novo produto para reserva de emergência e uma academia com fila de espera estão entre os temas que mais chamaram a atenção dos leitores

Os leitores do Seu Dinheiro navegaram por temas bastante diferentes na última semana. Enquanto alguns acompanharam de perto os desdobramentos envolvendo a Embraer (EMBR3) e uma nova determinação da autoridade de aviação dos Estados Unidos, outros buscaram respostas para uma dúvida bastante prática: onde vale mais a pena deixar a reserva de emergência diante da chegada do Tesouro Reserva.
Também chamou atenção a discussão sobre os próximos passos da taxa Selic em um cenário de inflação mais pressionada, além da trajetória de João Fonseca em Roland Garros, que despertou o interesse de quem acompanha o esporte e sonha em assistir ao torneio de perto em Paris, na França.
No universo dos negócios, uma das reportagens contou a história da Silva Gym, rede de academias que aposta em atendimento personalizado, cobra mensalidades de até R$ 1 mil e mantém fila de espera para novos alunos.
Confira, a seguir, as cinco matérias que mais atraíram a atenção dos leitores do Seu Dinheiro nos últimos dias.
Embraer (EMBR3) entra no radar da FAA após problema em testes
Um dos jatos executivos de maior sucesso da Embraer passou a ser alvo de atenção da Federal Aviation Administration (FAA), órgão responsável pela regulação da aviação civil nos Estados Unidos.
A agência determinou novas inspeções em determinados modelos do Phenom 300 após identificar possíveis resultados inválidos em testes considerados importantes para a estabilidade e o controle da aeronave. Segundo a FAA, a questão não está relacionada a falhas registradas durante voos, mas a procedimentos incorretos realizados em testes de folga durante inspeções de algumas aeronaves.
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A nova diretriz de aeronavegabilidade será publicada oficialmente no Federal Register e entrará em vigor em 6 de julho.
Tesouro Reserva, CDB ou poupança: onde vale mais a pena deixar a reserva de emergência?
O lançamento do Tesouro Reserva chamou a atenção de investidores e especialistas ao reunir características consideradas importantes para quem busca montar uma reserva de emergência.
O novo título oferece resgate a qualquer hora do dia, todos os dias da semana, acompanha integralmente a taxa Selic, conta com a garantia do Tesouro Nacional e não apresenta oscilações de preço ou taxa.
Mas essas vantagens levantaram uma dúvida comum entre os investidores: afinal, o Tesouro Reserva é realmente melhor do que um CDB com liquidez diária ou a tradicional poupança?
A reportagem comparou os produtos e mostrou quanto rende investir R$ 5 mil e R$ 50 mil em cada alternativa.
A fórmula da Silva Gym para cobrar R$ 1 mil por mês e ter fila de espera
Nem academia tradicional, nem estúdio. Essa é a proposta da Silva Gym, rede criada no Rio de Janeiro em 2023 por Rafael Silva, ex-atleta de fisiculturismo que trocou a carreira jurídica pelo setor fitness.
A empresa aposta em um modelo baseado em comunidade e atendimento personalizado para se diferenciar das academias de baixo custo. Com mensalidades que chegam a R$ 1 mil em São Paulo, a rede busca resolver problemas comuns do setor, como excesso de alunos e falta de acompanhamento profissional.
A estratégia tem dado resultado. A empresa mantém fila de espera para novas matrículas e projeta faturar R$ 70 milhões neste ano.
O que pode acontecer com a Selic diante da inflação acima de 5%
As expectativas para os juros no Brasil mudaram rapidamente ao longo dos últimos meses. Se no início do ano parte do mercado apostava em cortes mais intensos na Selic, agora a discussão gira em torno de quanto espaço ainda existe para reduzir a taxa básica de juros.
O cenário foi impactado, entre outros fatores, pelas pressões inflacionárias decorrentes do aumento dos preços do petróleo, que afeta combustíveis, fretes e diversos outros produtos.
As projeções do mercado para a Selic no fim do ano vêm sendo revisadas para cima. Enquanto isso, economistas avaliam que a combinação entre inflação mais resistente e atividade econômica aquecida reduz o espaço para novos cortes nos juros.
João Fonseca em Roland Garros: quanto custa acompanhar de perto
O desempenho de João Fonseca em Roland Garros também despertou grande interesse dos leitores nesta semana.
Aos 19 anos, o brasileiro avançou às oitavas de final do Grand Slam francês pela primeira vez na carreira após derrotar Novak Djokovic de virada, em uma partida de quase cinco horas disputada na quadra central do torneio.
Além da programação dos próximos jogos, muitos leitores quiseram saber quanto custa acompanhar o torneio em Paris. Em 2026, os ingressos mais acessíveis partem de 35 euros para acesso às quadras externas e ao complexo do evento.
Já os bilhetes para as quadras principais variam conforme a fase da competição. Na final masculina, os preços podem chegar a 3.625 euros, sem contar os gastos com passagem aérea e hospedagem.
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